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domingo, 13 de maio de 2012

M454 - Almoço/Convívio dos GEs/GEPs - Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas, Que combateram por Portugal em Moçambique


Uma das missões deste blogue é, FUNDAMENTALMENTE, dar a conhecer, a quem não sabe, ou a quem nunca teve grande informação sobre esta matéria, alguns aspectos das TROPAS ESPECIAIS PORTUGUESAS, CONSIDERADAS PELOS MELHORES ESPECIALISTAS MUNDIAIS, pelas provas dadas no terreno de combate, como foi o caso da Guerra do Ultramar, COMO DAS MELHORES, MAIS DISCIPLINADAS E MAIS EFICAZES EM TODO O MUNDO MILITAR.  

 Nos anos após o golpe do 25 de Abril, seguiu-se uma bandalheira nacional que durou até fins do ano de 1975. 


No meio da confusão que se instalou, onde se definiam as linhas da democracia e os diversos partidos políticos, alguns grupos conotados com a extrema esquerda, ou radical, como queiram, com muitos oportunistas misturados e gente ressabiada com o regime deposto, deram início a uma estranha caça desumana e desenfreada a vários Combatentes por Portugal.


Desta caça impiedosa foram vítimas muitos dos Heróis que se tinham destacado com Garra, Valentia e Destemor na Guerra do Ultramar, alguns deles com TERRÍVEIS CUSTOS FÍSICOS E PSÍQUICOS, que ainda se mantêm nos dias de hoje nos que permanecem vivos.


Já aqui contamos, em 2 mensagens, um caso, talvez o mais grave de todos, que incluiu torturas criminosas e inadmissíveis sobre o maior HERÓI NACIONAL DE TODAS AS GUERRAS DE TODOS OS TEMPOS, o Comando Africano TCOR Marcelino da Mata (uma verdade INACREDITÁVEL e DOENTIA que incomoda e é renegada por muito traidor e cobarde).


Mas muitos mais casos se verificaram, especialmente sobre militares e ex-militares que serviram o MELHOR QUE PODIAM E SABIAM PARA COMBATEREM POR PORTUGAL, em tempos em que o serviço militar era obrigatório e onde muitos portugueses se fizeram Homens. Sim, porque muitos quando entraram a primeira vez num quartel nunca tinham deixado a barra das saias da mamã, não tinham qualquer experiência de vida e muitos outros só conheciam as suas pequenas aldeias e o trabalho rude da agricultura.


Mas, dizia-se, ainda hoje, sinais dos tempos da bandalheira nacional, verificamos entre os numerosos sites e blogues dedicados à Guerra do Ultramar, que raríssimos são os que falam da contribuição, eficácia e operacionalidade dos Homens Operações Especiais, dos Grupos Especiais e dos Grupos Especiais Paraquedistas.


Perguntar-se-ão os leitores mais novos e os menos informados sobre esta escandalosa, vergonhosa e escondida VERDADE porque é que, também as TVs, jornais, revistas, etc. não lhes interessa articular, divulgar e muito menos debater, por exemplo, para que foram criados este tipo de tropa?


As suas origens, objectivos, funções, contributos, etc. na guerra.


Porquê?


Pois, porquê?, porque a cobardia e a traição grampeou e continua bem radicada em Portugal desde 1974, sob diversas formas e feitios, umas mais camufladas que outras, mas está aí bem no nosso meio. 


Assim, porque NUNCA VENCIDOS COM OS SEUS VALENTES HOMENS NO TERRENO DE COMBATE, mas sim COBARDE E TRAIÇOEIRAMENTE, num país que DEVIA TÊ-LOS LOUVADO E HONRADO COMO HERÓIS QUE FORAM, resta-nos este blogue e alguns outros, poucos, abordarmos e aprofundarmos, sem qualquer tipo de complexos, este INESQUECÍVEL tema. 


Comparável com esta ESCANDALOSA VERGONHA, só nos lembramos dos nojentos, criminosos  e implacáveis assassínios, sem qualquer tipo de julgamento, dos HOMENS QUE TAMBÉM NUNCA FORAM DERROTADOS NO CAMPO DE BATALHA, os nossos ex-soldados africanos/PORTUGUESES, baptizados e registados para todos os efeitos como  PORTUGUESES, tal como nós. 


Para os nossos meios e comunicação é mais fácil e menos trabalhoso, dedicarem-se à mesquinha e amorfa pimbalhada, à piada banal e fácil, às supérfluas e anestesiantes telenovelas, aos refugados e entediantes concursozecos, às notícias insossas e inócuas da politicalhada brejeira e inconsequente, etc., etc...  


Hoje, dia 14 de Maio, são 20h10, e quer acreditem, quer não, está a falar o treinador de selecção nacional de futebol em todos os canais de TV... TODOS!


GRANDE HERÓI NACIONAL!


É só mais um retoque lamentável na lavagem cerebral mais completa e atrofiante mental do bom do nosso infeliz povinho, como ainda não tinha visto!


Que importante é para o país, para a economia, para a resolução dos problemas nacionais, se joga o monhé ou o tótó à defesa, ou o tonho, ou o barnabé a ponta quieta!


JÁ NÃO HÁ VERGONHA EM LADO NENHUM!


Assim aqui neste blogue, gritamos:


VIVA aos GEs/GEPs - Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas!


VIVA aos Combatentes por Portugal! 

Sequem-se alguns instantâneos do último Almoço/Convívio dos GEs/GEPs - Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas, que combateram por Portugal em Moçambique, no período da Guerra do Ultramar

4780-050   Caldas da Saúde - Areias - Santo Tirso
96 641 82 50 - ge.gep@hotmail.com

CONFRATERNIZAÇÃO        
No 05 DE MAIO de 2012 p.p.
em FÁTIMA 












Fotos: © MR (2012). Direitos reservados.

sábado, 7 de abril de 2012

M428 - Almoço/Convívio dos GEs/GEPs - Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas Que combateram por Portugal em Moçambique


Divulgação do Almoço/Convívio dos GEs/GEPs - Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas, que combateram por Portugal em Moçambique, no período da Guerra do Ultramar


4780-050   Caldas da Saúde - Areias - Santo Tirso
96 641 82 50 - ge.gep@hotmail.com


ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO        


Dia 05 DE MAIO de 2012, no HOTEL SANTO AMARO em FÁTIMA 

Local da concentração - CAPELINHA DAS APARIÇÕES 

Serviço de Bar à chegada, com Café, Sumos, Vermout ou Martini 
MENU

Conjunto de Acepipes: Salgadinhos, Enchidos Regionais, Queijos e Diversos

Bebidas em Aperitivos: Sumos, Vermout ou Martini, Vinho da Casa

Sopa: Aveludado de legumes
Prato de Peixe: Bacalhau Narciso
Prato de Carne: Bifinhos c/ arroz de feijão
ou: Frango à Gulosa
ou: Frango em Vinho Tinto
Bouquet de Legumes tenros da Época
Acompanhamentos: Batata e Arroz
Buffet de Frutas e Doces
Bolo da Associação GE/GEP
Vinho da Casa, Café, Champanhe
Digestivos: Whisky Novo, Bagaço

Preço Final: 25 Euros

Crianças dos 3 aos 10 anos pagam 50% do valor
Confirmação até dia 26 de Abril
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Conheces algum GE ou GEP que não sabe dos nossos encontros, 

não tem comparecido ou não recebe a nossa comunicação? Traz-lo.
Obs: este ano será preciso pagar uma quota ajuda de 5 euros. 

Luís Fânzeres Martins - GEP

sábado, 18 de junho de 2011

M342 - Apresenta-se o Fur Mil GE Abílio Morais


Hoje apresenta-se o GE Morais (GE é a abreviatura de Grupo Especial).


O GE Abílio Morais entrou para a tropa em 06OUT70, no R.I.5 - Caldas da Rainha, para frequentar o C.S.M. - Curso de Sargentos Milicianos e finda a recruta seguiu para o C.I.S.M.I., em Tavira.

Em JUL71 seguiu para o Regimento de Caçadores Paraquedistas, em Tancos, para ingressar no Curso de pára-quedismo.



Em MAI72, já no RI8 Braga, foi mobilizado para Moçambique, ficando destacado entre JUN72 e AGO72, no Dondo – Beira.


Até Janeiro de 1974, esteve no Destacamento do Guro, Manica/Sofala, entre Vila Gouveia e Changara, regressando ao Dondo, Beira.


Em 07SET74 regressou a Lisboa passando à disponibilidade em 07OUT74.


Da sua vida no GE guardou no seu álbum de memórias as seguintes fotos:

Beira > Chota > Largada de G.E.P. (Grupos Especiais Paraquedistas), num curso de paraquedismo
Dondo > C.I.G.E. (Centro de Instrução de Grupos Especiais) > Desfile de G.E.s na parada, em preparação para o 10 de Junho de 1972, que decorreria na cidade de Lourenço MarquesDondo >C.I.G.E. > Eu à porta-de-armas
Guro > Eu com o Fur Mil Orlando Silva
Guro > Eu com o Fur Mil Catamassa que tinha sido guerrilheiro da Frelimo

Guro > Eu com o Fur Mil Santos Costa, numa das operações mais atenta conscienciosa de um bom operacional e da qual podia depender, em plena missão, a própria vida, por motivos evidentes: a limpeza da nossa arma, a G3

Guro > Eu com o Fur Mil Santos Costa desmontando a G3, para uma melhor e mais correcta limpeza

Dondo > Estação do Caminho de Ferro, com elementos do GE de Olivença (Alf Mil Mascarenhas) Guro > No DestacamentoDondo > Na porta-de-armas do C.I.G.E. (Centro de Instrução de Grupos Especiais) Guro > No Destacamento

sábado, 14 de maio de 2011

M334 – RANGER Paiva Fernandes do 4º curso de 1972 e GE 205 – 1973/74

RANGER Paiva Fernandes

4º curso de 1972

Comandante do G.E. (Grupo Especial) 205


O RANGER Paiva Fernandes concluiu o 4º curso de 1972, e seguiu para o Centro de Instrução de Grupos Especiais (C.I.G.E), no Dondo em Moçambique, onde frequentou a especialidade de GE – Grupos Especiais (ver mensagens M55, M56 e M57).
RANGER e GE, cumpriu a sua comissão militar naquele território, como comandante do Grupo Especial 205 (G.E.205) - 1973-1974 -, como Alferes Miliciano.
As operações em que actuou como operacional com o seu aguerrido, eficaz e temível GE, de que se recorda melhor, foram as que se realizaram poucos dias antes do 25 Abril de 1974, pois ocorreram em zonas que o IN (inimigo) – a FRELIMO -, dizia libertadas e onde há muito não havia actuação das NT – Nossas Tropas.
As operações para enfraquecer e se possível eliminar a resistência do inimigo, eram sempre designadas por nomes de código e o Piava Fernandes lembra-se das “Operação Besugo 4” e “Operação Pração”.
Os efectivos empregues nessas missões de alto risco, comandados pelo Paiva Fernandes, foram 2 Grupos Especiais (com cerca de 120 homens): GEs 205 e 210.

1. A operação Besugo 4 foi realizada entre NANGADE e DIACA, sendo o objectivo principal assaltar uma base inimiga designada por acampamento “Magaia” (3942,5:1126), iniciou-se em 27MAR1974, pelas 05H00 e teve a duração de 4 dias.

Durante a acção foram capturadas 2 armas Steyer, destruídas várias infra-estruturas e capturados vários elementos IN. A partir do segundo dia de operação, as NT foram por várias vezes fustigadas com intenso fogo IN nomeadamente com fogo de granadas de Morteiro, RPG, Canhão s/Recuo, além das habituais armas ligeiras (AK-47, Simonov, PPSH, etc.).

2. A Operação Pração foi realizada pelos GE205 e GE210, entre DIACA e NANGADE, iniciaram-se em 10ABR1974, pelas 05H00 e tiveram a duração de 4 dias.

Também recorda que durante uma operação na região do lago Bohé (3958.1117), houve um reencontro com um grupo IN, tendo as NT abatido 1 guerrilheiro e capturado a sua arma - 1 espingarda Simonov.

Na região de Cassimo (3954.114), foram as NT emboscadas com forte fogo IN, proveniente de armas pesadas, tendo o nosso pessoal, nas respectivas reacções, destruído as instalações utilizadas pelos guerrilheiros IN e capturado diversos elementos IN.
Outra operação do G.E.205, foi a operação “Remela”, realizada para a região de coordenadas (3946.1115) e (3943.1112). Iniciou-se em 13SET1973 pelas 05H00 e, durante os combates, as NT causaram 3 mortos confirmados ao IN e capturaram 2 espingardas Kalashnikov.
Ainda se lembra que se encontrava com o G.E. 205 numa operação na Mutamba dos Macondes, no dia 25 Abril de 1974, tendo a curiosidade de nessa operação seguirem comnosco 2 jornalistas italianos repórteres de guerra, que também já tinham acompanhado em reportagem as forças americanas no Vietname e relembra o seu elogio ao ritmo de progressão que os GEs revelavam no mato.

Notas do editor:

É obrigação patriótica e nacionalista (políticas fora - ter amor à Pátria), que se transmita fiel e inequivocamente às novas gerações (pós-25 de Abril), dado o latente desprezo e ostracismo a que, os sucessivos governos de Portugal têm votado os seus ex-Combatentes da Guerra do Ultramar, a exaltação sempre que nos for possível, de que há MILHARES deles (os que não fugiram) que, quer tenham estado na rectaguarda das hostilidades, assegurando os indispensáveis fornecimentos de equipamentos, materiais, armas, munições, correio, alimentos, etc., quer tenham participado nos combates mais sangrentos e mortíferos, sentem DESMEDIDO ORGULHO em terem sido COMBATENTES POR PORTUGAL.
Que, também, JAMAIS renegarão a sua condição de portugueses e de terem contribuído com tudo o que sabiam e podiam, muitas vezes até com o que não podiam, para cumprir o que foi designado pelo poder político então vigente, como um imperativo nacional: DEFENDER TERRAS DE PORTUGAL ALÉM-MAR.

A Guerra do Ultramar Português não foi uma invenção, ou um qualquer jogo de play-station de Salazar e Caetano, era um legado ancestral e histórico, fruto de muio suor, sangue e lágrimas de outros portugueses ousados e aventureiros, que às suas longínquas épocas descobriram e conquistram Além-Mar, pedaços de terra em África e um pouco por todo o mundo, tornando então a par com outros países do globo Portugal, numa das maiores potências mundiais, em quase todas as áreas de decisão.

Portugal era então olhado com respeito e admiração por muitos países e considerado um parceiro ao mais alto nível, para todas as políticas europeias.

É claro que também tínhamos países inimigos e alguns que dizendo-se amigos, tramavam-nos sempre que podiam, quer na ONU, quer em outras organizações internacionais.




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

M306 - RANGER/GE (Grupos Especiais) Rui Souto (1º Curso de 1970)

RANGER/GE (Grupos Especiais) Rui Souto (1º Curso de 1970)


GUERRA DO ULTRAMAR - MOÇAMBIQUE
O Comandante do G.E. 801 - Alf. Milº Rui Souto
O RANGER Rui Souto que na Guerra do Ultramar, em Moçambique, comandou o Grupo Especial (constituído por 1 Alferes Miliciano – RANGER Rui Souto, 3 Furriéis Milicianos – Lima, Lameira, Biate Jale e 82 combatentes locais recrutados entre os nativos negros), enviou-nos uma foto que lhe foi mandada dos Açores, obtida em 1973.
Diz-nos ele:
Esta foto foi-me enviada pelo Fur Mil Borges que pertencia a uma Companhia de Artilharia estacionada no Dómue, quando me foi recolher no fim de uma operação em capturamos, salvo erro, 9 armas ao inimigo.
Foi uma festa entre a população local e a tropa branca, que nos recebeu como heróis.
Como tinha sido uma operação inopinada em que não houve tempo suficiente para a sua melhor preparação. Havia sido capturado um elemento IN, que no habitual interrogatório nos forneceu algumas pistas sobre a localização da sua base operacional.
Seguiu-se um imediato lançamento de uma operação de um golpe-de-mão à base IN.
O tempo disponível para arrancarmos foi tão pouco que eu não fui com o camuflado da ordem mas de farda preta, ao contrário do restante pessoal.
A pressa foi tanta que nem nos apercebemos que o 1º Cabo GE Afonso João (mais tarde furriel) caiu da viatura. Como ele transportava a minha arma de assalto (uma metralhadora HK21), fiquei privado da mesma.
A minha sorte foi levar a Winchester de 5 tiros, canos curtos e zagalotes SSG, que serviu para eu fazer um brilharete.
Esta foto, para mim,é de eleição.
O Fur Mil GE que se vê é o Lima GE que actualmente vive em Itália.

O Fur Mil GE Lima, Eu e o Fur Mil GE Lameira (quase 40 anos depois)
Um abraço
Rui Souto
Alf Mil OpEsp/RANGERO Cmdt do GE 801
_________
Nota de MR:
Que aqueles que lutaram um dia por esta Pátria que lhes sido macro-madrasta, jamais se envergonhem, em qualquer momento ou situação, de terem dado, quando isso lhes foi pedido pelo poder político vigente de então, o seu melhor pessoal como souberam e poderam.
Alguns com custos gravíssimos que passou por mazelas mortais, outros físicas e psíquicas que ainda hoje perduram e só terminarão nas suas mortes.
E pouco têm pedido os mais esclarecidos e honestos Combatentes daquela Guerra:
- tratamento cuidado e adequado para aqueles que ainda hoje padecem de problemas físcos e ou psíquicos pós-traumáticos;
- RESPEITO!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

M212 - GEs e GEPs Almoço de Confraternização Anual 2010

GEs e GEPs
Grupos Especiais e Grupos Especiais Paraquedistas
17º Almoço de Confraternização Anual 2010
8 de Maio de 2010
Uma parte dos convivas presentes
Dois grandes amigos, sempre juntos
A conversa instalou-se à volta das memórias de então
Um ambiente acolhedor e fraterno
Os orgulhosos filhos e netos de um grande Comandante - Cor Costa Campos
Do Norte ao Sul do país foram muitos os que acorreram e diseram: Presente!Camaradagem e alegria entre todos os presentes, foram qualidades permanentes do início ao fim do convívio

segunda-feira, 26 de abril de 2010

M208 - GEs & GEPs - Confraternização Anual em Fátima, dia 8 de Maio de 2010

CONVÍVIO 2010
Associação de GEs & GEPs
(Grupos Especiais & Grupos Especiais Pára-Quedistas)

CONVITE
Almoço de Confraternização

Combatentes GE e GEP:
Este ano o Almoço de Convívio da Associação, realiza-se no mesmo local do ano anterior:
Hotel Santo Amaro
Rua Francisco Marto
Fàtima
Sábado, dia 08 de Maio de 2010
O início da apresentação neste local poderá ser a partir das 11horas.
Haverá uma sala de refeição privada, que inclui o serviço de bar no mesmo espaço, onde poderão instalar-se e tomar café à chegada, tal como no almoço de 2009.
Por opinião unânime, marcamos o encontro no mesmo local do ano anterior, com a mesma ementa.
O preço do almoço não deverá sofrer oscilação significativa, em relação ao ano de 2009, cujo custo não ultrapassou os 25 euros.
Ao tratarmos este almoço, pedimos a ementa e o serviço de acompanhamento, tal como no ano passado também, por ter sido recomendado dessa vez, por todos os associados.
A Associação vai precisar do pagamento de uma quota de 5 euros, por associado, para outras eventuais despesas (coroas de flores, deslocações e serviço de correio).
Comuniquem este evento a outros Combatentes GE/GEP, se possível ofereçam/dividam os transportes e colaborar com outras formas de ajuda, para que neste convívio esteja presente o maior número dos nossos ex-Combatentes.
As confirmação devem ser efectuadas até ao dia 02 de Maio, para:
Luís Fânzeres Martins - GEP
E-mail: ge.gep@hotmail.com
Telefone: 252 866410, ou Telemóvel: 966418250
Não esquecer que um GE/GEP nunca diz... não!... está sempre acordado e pronto para... um Bom Almoço.
Obs: Ao transmitires a outros esta mensagem/convite, estás a contribuir para a economia da Associação, pois todos os contactos, futuramente, passarão a ser feitos por este mesmo meio.