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sábado, 19 de maio de 2012

M456 - Emblema e Boina RANGER


O momento mais saboroso de quem se propõe ser RANGER de Portugal, nesta vida, é aquele em que recebe os almejados emblema e boina. 


Nem todos o conseguem, mas ainda assim são mutos quele que tentam concluir o curso com aproveitamento positivo final.


Mesmo aqueles que, por um motivo ou outro, não conseguem realizar-se como RANGERS, sentem que pelo menos tentaram e vivem tranquilos com essa condição.

O Sr. Capelão do CIOE/CTOE procede à benção das boinas e dos emblemas antes da sua entrega
O SR. Comandante tece algumas considerações sobre a responsabilidade que passam a assumir na sua futura vida aos novos RANGERS e as boas vindas à nova família. 
A imposição do emblema a um novo RANGER
A imposição da boina
A primeira saudação de RANGER para RANGER
A entrega dos 10 Mandamentos de um RANGER 


Fotos: © José Felix (2012). Direitos reservados.
Texto e fotos: © MR (2012). Direitos reservados. 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

M363 – Faleceu o RANGER Fernando Henriques do 3º curso de 1971



RANGER Fernando de Sousa 

Henriques 

3º curso de 1971
O nosso Camarada Fernando de Sousa Henriques, cumpriu a sua comissão militar na Guiné, onde foi Alferes Miliciano na CCAÇ 3545 (Companhia de Caçadores 3545) do BCAÇ 3883 (Batalhão de Caçadores 3883) na zona de Canquelifá, entre 1972 e 1974.

Mais um RANGER, desta feita o Fernando Sousa Henriques do 3º curso de 1971, foi chamado pelo Comandante SUPREMO de todos os Exércitos – Deus -, a formar definitivamente na parada celestial, no passado dia 4 de Setembro.
Nascido em 1949, em Estarreja, foi presidente da Liga dos Combatentes de São Miguel, nos Açores.







Faleceu junto às rochas em São Lourenço, Santa Maria, quando praticava mais um pouco do seu desporto favorito - pesca submarina - durante o gozo de uns dias de férias na ilha de Gonçalo Velho.



O RANGER Henriques foi um Homem destemido na Guerra do Ultramar, conhecido por essa sua valente qualidade por todos os elementos do seu batalhão e muito popular pela sua alegria, dinamismo, boa disposição e companheirismo.
Com o nosso melhor agradecimento e a devida vénia anexamos um recorte do Jornal “Correio dos Açores”, de hoje, dia 6, noticiando o triste e dramático acontecimento que coloca mais uma vez de luto cerrado todas a família RANGER.

Foto 1 - A "equipa" que se deslocou em viagem à Guiné com o RANGER Henriques, em 2010.
Fotos 2, 3, 4 e 5 - Almoço/Convívio da mesma equipa no Restaurante Milho Rei, em Matosinhos, em 24 de Julho de 2010, onde se pode ver alegria e camaradagem ali vivida pelo pessoal, entre uma posta de bacalhau, bom vinho e os inevitáveis e divertidos discursos da praxe.

OS RANGERS NÃO MORREM… SÃO SIM CHAMADOS POR DEUS PARA A ÚLTIMA FORMATURA… ALEATORIAMENTE EM QUALQUER MOMENTO DA VIDA… COMO NOS HABITUAMOS NAS PROVAS MAIS DURAS EM PENUDE!

TODOS NOS JUNTAREMOS NO ÚLTIMO QUARTEL COMANDADO POR DEUS!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

M329 – RANGER Jorge Coutinho do 2º Curso de 1973

RANGER Jorge Coutinho
3º Curso de 1973

Fotos do Juramento Bandeira em fins de Setembro de 1973


Mais um Camarada RANGER aceitou o convite para se juntar a nós, neste nosso blogue - o Jorge Manuel Magalhães Coutinho -, que cumpriu a sua comissão militar como Alferes Miliciano na Companhia de Comandos e Serviços do Batalhão de Caçadores Nº 4610/73, que esteve em Piche e Bissau - na Guiné -, em 1974.


Vindo de Mafra, concluiu com êxito, no CIOE, o 3º curso de 1973, tendo seguido para o RI 16, em Èvora, e aí foi mobilizado para o Ultramar.

Embarcou então em Abril de 1974 no navio Niassa e desembarcou em Bissau, tendo seguido para o Cumeré onde o seu batalhão ficou instalado, destinado a frequentar a habitual instrução que era dada a todos os Homens que seriam colocados em zonas de alto risco de combate e que era designado por IAO - Instrução de Aperfeiçoamento Operacional.

Duas semanas depois, deu-se o 25 de Abril e, após alguns dias, foi destacados para fazer a segurança em Bissau, tendo aí acampado durante uns 15 dias.

Em seguida, o pessoal do seu batalhão seguiu para o cumprimento das missões para que tinha sido criado, render as companhias do BCAÇ 3883/72, que se encontravam aquarteladas no sector de Piche e que tinham terminado o seu tempo de serviço.

Porque lhe foram atribuídas funções de adjunto do Capitão - Oficial de Operações -, ficou em Bissau, tentando arranjar transporte para um pelotão da 3ª CCAÇ. A situação ali estava muito complicada devido à grande movimentação de tropa, que se havia gerado com a entrega dos aquartelamentos ao PAIGC e as consequentes retiradas das Unidades para a capital, a fim de aguardarem embarque para a Metrópole.

Ao fim de quase um mês, conseguiu o embarque numa LDG, rumando a Bafatá e, de lá, para Nova Lamego de avião. Daí partiu para Piche em Berliets (diz ele que viu naquele percurso tanta desgraça que jamais esquecerá!).

Em Piche, foi designado para adjunto do Comandante da Companhia e Chefe da Contabilidade (a sua especialidade civil), cabendo-lhe a tarefa de organizar a Cantina, o que lhe levou um mês, até vir de férias em Julho.

Infelizmente não teve muita oportunidade para estabelecer grande camaradagem e união com os homens do seu pelotão, tendo-se dessa parte encarregado os 3 furriéis RANGERS. Diz ele que também no RI 16, quase não conviveu com eles por ter de preparar as operações de instrução.

Quando regressou ao batalhão, este encontrava-se em Bula e, dali, deslocou-se para Bissalanca (nos arredores de Bissau), após o que ficou instalado nos Adidos.

Finalmente, embarcou no Uíge de regresso a Portugal, em 14 de Outubro de 1974.

Em Lisboa, ainda permaneceu mais uns 3 ou 4 meses, a ultimar a comissão liquidatária, juntamente com o 1º Sargento Afonso e com o Alferes Subhashandra Manishanker Bhatt (nome que nunca esqueceu, porque achou sempre interessante ele ser de origem indiana - um homem impecável e de quem lamenta ter perdido o contacto!)

No fim do curso quando regressava a casa, num velho combóio da CP

Já na Guiné - Cumeré -, em Abril de 1974

Fotografias: © Jorge Coutinho (2011). Direitos reservados.


sábado, 26 de março de 2011

M321 - Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993

Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993, com a devida vénia e agradecimentos





Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993, com a devida vénia e agradecimentos

Reportagem: © Revista HOMEM (1993). Direitos reservados.

domingo, 6 de março de 2011

M313 - "EXPRESSÕES FACIAIS" pela objectiva do RE José Félix

EXPRESSÕES FACIAIS
pela objectiva do nosso Amigo RE José Félix, fotógrafo amador nos tempos livres


Instantâneos que demonstram bem o grau de cansaço resultante de longas horas de exigente e exaustiva instrução num dos cursos RANGER de Portugal, que é incutida aos aspirantes que ambicionam obter os emblemas e a boina de uma especialidade militar da melhor elite mundial, que muito poucos eleitos conseguem concluir com êxito.


Os objectivos traçados para cumprir no decorrer de um curso de Operações Especiais, são, como não podia deixar de ser, além de específicos para missões no mar, em terra e no ar, tremendamente arriscados, problemáticos e de rara constância na vida regular e "normal" de uma sociedade que alberga todo o tipo de gente e respectivas mentalidades criminosas, amorfas e subdesenvolvidas, extremizadas sobretudo em fanatismos doentios mortíferos, quer de índole política, quer religiosa.


Uma das eventuais pluri-missões para que os RANGERS são treinados, afincada e rigorosamente, ao mais alto nível de programação e preparação é na eliminação de elementos e focos infecciosos, que alguns fanáticos possam oferecer à pacífica e cumpridora sociedade civil.


As faces gravadas pela objectiva do José félix, espelham bem a expectativa em relação ao que lhes estava reservado vencer nos futuros obstáculos que lhe seriam propostos ultrapassar, em cada uma das fases que lhes forma colocadas na rotina diária da sua formação.









No fim do curso estes Homens, tais como todos os que conseguem concluir com aproveitamento os seus cursos desde o ano de 1960, orgulham-se pessoalmente com as suas capacidades vencedoras, com as suas qualidades de VONTADE E VALOR próprios e por terem conquistado o título de RANGER.


Também perante os restantes seres humanos de bem que vêm neles uma salvaguarda das suas seguranças e das suas famílias, sabendo que se, e quando, chamados a intervir em últimas circunstâncias em palcos violentos e agressivos, eles estarão na linha dea frente prontos para as misões mais difíceis, caso o poder político-governativo do país assim o determinar.
mr

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

M306 - RANGER/GE (Grupos Especiais) Rui Souto (1º Curso de 1970)

RANGER/GE (Grupos Especiais) Rui Souto (1º Curso de 1970)


GUERRA DO ULTRAMAR - MOÇAMBIQUE
O Comandante do G.E. 801 - Alf. Milº Rui Souto
O RANGER Rui Souto que na Guerra do Ultramar, em Moçambique, comandou o Grupo Especial (constituído por 1 Alferes Miliciano – RANGER Rui Souto, 3 Furriéis Milicianos – Lima, Lameira, Biate Jale e 82 combatentes locais recrutados entre os nativos negros), enviou-nos uma foto que lhe foi mandada dos Açores, obtida em 1973.
Diz-nos ele:
Esta foto foi-me enviada pelo Fur Mil Borges que pertencia a uma Companhia de Artilharia estacionada no Dómue, quando me foi recolher no fim de uma operação em capturamos, salvo erro, 9 armas ao inimigo.
Foi uma festa entre a população local e a tropa branca, que nos recebeu como heróis.
Como tinha sido uma operação inopinada em que não houve tempo suficiente para a sua melhor preparação. Havia sido capturado um elemento IN, que no habitual interrogatório nos forneceu algumas pistas sobre a localização da sua base operacional.
Seguiu-se um imediato lançamento de uma operação de um golpe-de-mão à base IN.
O tempo disponível para arrancarmos foi tão pouco que eu não fui com o camuflado da ordem mas de farda preta, ao contrário do restante pessoal.
A pressa foi tanta que nem nos apercebemos que o 1º Cabo GE Afonso João (mais tarde furriel) caiu da viatura. Como ele transportava a minha arma de assalto (uma metralhadora HK21), fiquei privado da mesma.
A minha sorte foi levar a Winchester de 5 tiros, canos curtos e zagalotes SSG, que serviu para eu fazer um brilharete.
Esta foto, para mim,é de eleição.
O Fur Mil GE que se vê é o Lima GE que actualmente vive em Itália.

O Fur Mil GE Lima, Eu e o Fur Mil GE Lameira (quase 40 anos depois)
Um abraço
Rui Souto
Alf Mil OpEsp/RANGERO Cmdt do GE 801
_________
Nota de MR:
Que aqueles que lutaram um dia por esta Pátria que lhes sido macro-madrasta, jamais se envergonhem, em qualquer momento ou situação, de terem dado, quando isso lhes foi pedido pelo poder político vigente de então, o seu melhor pessoal como souberam e poderam.
Alguns com custos gravíssimos que passou por mazelas mortais, outros físicas e psíquicas que ainda hoje perduram e só terminarão nas suas mortes.
E pouco têm pedido os mais esclarecidos e honestos Combatentes daquela Guerra:
- tratamento cuidado e adequado para aqueles que ainda hoje padecem de problemas físcos e ou psíquicos pós-traumáticos;
- RESPEITO!