sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

M61 - RANGERS DE LAMEGO - Artigo da Revista Tribuna Douro Nº 3, de Julho 2003, saído com o Jornal de Notícias

Reportagem " RANGERS DE LAMEGO" - Artigo da Revista Tribuna Douro Nº 3, de Julho 2003, saído com o Jornal de Notícias.














































quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

domingo, 8 de fevereiro de 2009

M58 - C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais - cidade de Lamego

C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais - cidade de Lamego




M57 - Heróis de Portugal - RANGERS/G.E.s pelo jornalista Dr. Jorge Ribeiro

Heróis de Portugal - RANGERS/G.E.s, texto escrito pelo jornalista Dr. Jorge Ribeiro, extraído da revista "O RANGER" Nº 10.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

M56 - GRUPOS ESPECIAIS e GRUPOS ESPECIAIS PÁRA-QUEDISTAS - 1

Sobre GRUPOS ESPECIAIS e GRUPOS ESPECIAIS PÁRA-QUEDISTAS, artigo do jornal "O RANGER", Nº 8.

M55 - Sobre GRUPOS ESPECIAIS e GRUPOS ESPECIAIS PÁRA-QUEDISTAS

Sobre GRUPOS ESPECIAIS e GRUPOS ESPECIAIS PÁRA-QUEDISTAS, artigo retirado da revista "O RANGER", Nº 7.

M54 - SNIPER - UM ATIRADOR ESPECIAL (pelo Sr. General Lemos Pires)

Um excelente artigo sobre o que é um SNIPER "ATIRADOR ESPECIAL" (pelo Sr. General Lemos Pires), inserido no jornal "O RANGER" Nº 10.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

M53 - A bandeira Nacional - Sua Evolução e História

Um artigo da Autoria de J.T. inserido no jornal "O RANGER" Nº 9, conta a evolução e história da nossa bandeira nacional, que muitos tão maltratam, uns por maldade, outros por ignorância e, ou, desrespeito.

sábado, 31 de janeiro de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

M51 - Guiné - Exército - Organização e dispositivos (Livro Guerra Colonial do Diário de Notícias)

Mais 4 páginas sobre a Guiné - neste caso o capítulo "Exército - Organização e dispositivos" (Extraído do excelente livro Guerra Colonial do Diário de Notícias), e enviadas pelo meu camarada ex-Combatente e amigo Manuel Henrique.








domingo, 25 de janeiro de 2009

M50 - QUARTÉIS DO ULTRAMAR - MUITO ENGENHO & ARTE

Mais 7 páginas sobre a Guiné - neste caso o capítulo "Quartéis" (Extraído do excelente livro Guerra Colonial do Diário de Notícias), e enviadas pelo meu camarada ex-Combatente e amigo Manuel Henrique.
Devido à evidente falta dos habituais materiais de construção civil, o pessoal recorria àquilo que a mata e o solo lhes oferecia, juntando-lhe alguns materiais pedidos ao Continente (Portugal Continental) e aplicando grandes doses de engenho & arte.




























M49 - Guiné - PAIGC - ORGANIZAÇÃO MILITAR (Livro Guerra Colonial do Diário de Notícias)

Mais 3 páginas sobre a Guiné - neste caso o capítulo "PAIGC - Organização militar" (Extraído do excelente livro Guerra Colonial do Diário de Notícias), e enviadas pelo meu camarada ex-Combatente e amigo Manuel Henrique.








M48 - Guiné - Ataque a Buba (Livro Guerra Colonial do Diário de Notícias)


Mais 3 páginas sobre a Guiné - neste caso o capítulo "Ataque a Buba" (Extraído do excelente livro Guerra Colonial do Diário de Notícias), e enviadas pelo meu camarada ex-Combatente e amigo Manuel Henrique.








M47 - Guiné - PARAQUEDISTAS - OPERAÇÕES JOVE E GRIFO (Livro Guerra Colonial do Diário de Notícias)

























quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

M46 - ANGOLA - António Matos - Furriel Mil.º Atirador de Cavalaria -, CCav. 2650 (A INFERNAL) - Fevereiro de 1970 a Março de 1972

Mais um amigo ex-Combatente em Angola, que aceitou o meu desafio para contar, para este blogue, a sua "passagem" por Angola, contada no presente do indicativo.

Chamo-me António Matos e fui Furriel Mil.º Atirador de Cavalaria na CCav. 2650 (A INFERNAL), que fazia parte do BCav. 2902 (CHEQUE-MATE), que prestou serviço em Angola de 24FEV1970 a 18MAR1972 ( +/- 25 Meses).
0
o
O Batalhão actuou como Unidade de reserva da RMA (depois Res./CCFAA) e na missão de «Intervenção», no NORTE DE ANGOLA., de 24 de Fevereiro de 1970 a 07 de Junho de 1971.

As operações da minha companhia, foram muitas, entre elas destaco, (Operação Torrado, A cavalo, Bipé, Primavera bela, Dragão Negro, Agora vai, Escaravelho, Dragão vermelho, Urso branco, Corvo preto, etc.

A minha companhia actuou na zona de Santa Cruz, reforçando o BCav. 2889, merecendo, da parte do respectivo Comandante grandes elogios, como «... revelou-se como uma tropa aguerrida, disciplinada, eficiente e com verdadeiro espírito de corpo... ».
Apesar de ter sofrido 4 feridos graves (Soldados Teixeira, Garção, Ferra e Oliveira), o seu moral não foi afectado.

Também actuámos em colaboração com a 22ª CComandos. nas áreas marginais do RIO ZENZA, a sul do BOM JESUS.
Outras operações fizeram-se na zona de TOTO E QUIMARIA assim como em MUCONDO.

Também aqui se realça o elogio do BCav. 2909 (SUS... A ELES), «... Foi muito útil o reforço da CCav. 2650... o facto de ser uma Companhia de intervenção bem enquadrada e com entusiasmo... muito contribuiu para a maneira como a missão foi cumprida».

Dia 1 de Abril de 1971, DIA DE LUTO. Na deslocação de MACOLO para QUIQUA, um pelotão (+ ou - 25 unidades) da minha companhia, foi fortemente emboscada por um grupo inimigo, estimado em 60 elementos, bem armados e com forte poder de fogo, que causaram 5 mortos e 2 feridos graves ás NT.

De 13 de Junho de 71 a 24 Fevereiro de 72, Leste de Angola, onde rendemos o BCaç. 2872.

A minha companhia ficou sedeada no LUNGUÉ-BUNGO., fizemos algumas operações, mas a principal missão foi proteger a TECNIL, empresa que estava a construir a estrada entre o Luso e Gago Coutinho.
Isto é um pequeno resumo, da actuação da CCav. 2650 "A INFERNAL".

Junto algumas fotos daqueles que estarão sempre presentes nos nossos corações.

P.S. - Por falta do Alferes, comandei o 4º pelotão, durante largos meses da minha comissão em terras Angolanas.

A. MATOS

domingo, 18 de janeiro de 2009

M45 - Jornal do Exército - Gravura incluída na revista de Março de 1969

Um das gravuras que mais me impressionou em pleno decurso da Guerra do Ultramar, pela sua expressão patriótica, saiu publicada num Jornal do Exército, em Março de 1969, tinha eu 17 anos. Nela, leio eu, o sacrifício máximo que um Homem, um Soldado, pode dar pela sua Pátria, e que muitos jovens deram, e muitos outros correram o risco de dar, nas gerações dos anos 1960 a 1975, naquela que ficou designada por Guerra do Ultramar ou Colonial.
Deus permita que este valor nunca mais tenha que ser usado por nenhum português.