quinta-feira, 2 de abril de 2009

M76 - Os RANGERS gritam "PRESENTE" nos dias 10 de Junho em Belém/Lisboa

Todos os anos a Associação de Operações Especiais, tem feito deslocar nos dias 10 de Junho a Belém - Lisboa -, às cerimónias comemorativas, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, onde os RANGERS gritam "PRESENTE" em memória de todos os mortos em combate e, em especial, daqueles que um dia gritaram RANGER em Penude.
"Quem não honra os seus mortos não merece sequer o oxigénio que respira."
Cumprindo o lema da sua Unidade - o C.I.O.E. -, "Que os poucos por ser muitos nam temamos"




















































M75 - RANGER Jesus 1º Curso de 1995

Fotos do RANGER Jesus 1º Curso de 1995

quarta-feira, 1 de abril de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

M73 - Quartel em Mansoa, na Guiné, nos anos 70 e na actualidade (Visto pelo google)

Quartel em Mansoa - Guiné - 1974

Quartel de Mansoa visto em 2009 (google) com as indicações da localização das diversas instalações, nos anos 70.




















Arriar da bandeira nacional em 9 de Setembro de 1974, perante os Comandantes da Companhia de Comandos e Serviços do Batalhão de Caçadores 4612/74

Formatura de Soldados da CCS do BCAÇ 4612/74)


Panorama da porta de armas


Vista geral do quartel de cima do depósito da água



Ajardinamento central (Foto de César Dias)










Tabanca 2 do BCaç. 2885, nos arredores do Quartel em Mansoa - Guiné - Anos 70 (Fotos de César Dias)

Aspecto da bolanha e do arrozal






Tabanca 2 do BCaç. 2885, nos arredores do quartel (Fotos de César Dias) 

Oficina mecânica-auto (Fotos de Oliveira Marques)








Instalações, frente ao quartel, onde viviam os Comandantes




Helicópteros Alouettes III no heliporto


Alouette III sobrevoando o quartel


Refeitório em hora de serviço

















Ponte sobre o rio Mansoa (Foto de Augusto Borges)


A bela e bem conservada Igreja da Vila de Mansoa


Um dos 3 obuses de 140 mm, que se encontravam  dispostos na quadrícula

M72 - RANGER Luís Nabais 1966 - 1971

O RANGER Luís Nabais cumpriu a sua comissão na Guiné, entre 1969 e 1971, na CCS do BCaç. 2885, enviou o seguinte texto e fotos:

No meu tempo as coisas não eram bem como no teu M.R.

Fiz o curso de Oficiais Milicianos em Mafra em 1966 e segui para Beja dar instrução a recrutas (2 turnos), tendo depois formado Batalhão.

Era então que nos surgia o "terror" dos Rangers.

Era habitual o aspirante miliciano mais velho de cada companhia ir para Lamego, enquanto o mais novo ia frequentar o curso de minas e armadilhas em Tancos.

A antiguidade media-se pela classificação em Mafra, e não havia voluntários, a não ser à força.

É certo que iam sempre, não um mas dois (um aspirante e um sargento) por companhia, que eram submetidos a testes físicos, para determinar quem ficava .

Era quem mais se baldava nos testes, já que aquilo, em Penude, era tido como um inferno.

Portanto, os aspirantes levavam para lá já uns meses muito largos de tropa, bem como o sargento (regra geral um furriel miliciano), também seleccionado em testes idênticos.

Soube que, posteriormente, as coisas mudaram no C.I.O.E., e pelo que leio no teu blogue e noutros do género, para bem melhor.

Quando se acabava o curso, onde durante 3 longos e penosos meses éramos treinados como máquinas de guerra a nível de companhia, e no fim da rigorosa e duríssima instrução distribuíam-nos, triste e incompreensivelmente, por diversas companhias e batalhões, onde sentíamos a sensação de que algo falhava. É como diz um camarada noutra mensagem mais antiga: tínhamos uma preparação acima do normal, mas apenas dois de nós integrávamos um pelotão. E o resto da malta a que nos juntavam que treino tinham?

O curso RANGER era dado só a graduados e assim sentíamo-nos mal! Facilmente constatávamos que cada grupo de combate era completamente desequilibrado!



De que nos servia a capacidade de reacção, se os restantes homens não estavam ao nosso nível?

Quando me perguntam, eu digo que gostei de ser RANGER, e garanto que nunca comi tão bem na tropa como na Messe de Oficiais (no centro de Lamego).

Gostei, e pronto.

Nunca falei nesta fase da minha vida, e dificilmente voltarei a falar no assunto (o que lá vai, lá vai), mas queria deixar este depoimento dizendo que, no meu tempo - 1966 -, nós não éramos voluntários, mas sim seleccionados à... "força".

Segundo me contaste MR, em 1973, além dos voluntários (havia sempre alguns "malucos"), os restantes instruendos e cadetes necessários para completar os 5 grupos de combate (2 de cadetes e 3 de instruendos, que constituíam a companhia de instrução no C.I.O.E.), eram "escolhidos" entre os demais recrutas, tanto no R.I.5 - Caldas da Rainha, como em Mafra e, posteriormente, submetidos "voluntariamente" a provas psicotécnicas e físicas.

A minha guerra
Terminada a instrução e formado o batalhão, já como alferes miliciano, cumpri a minha comissão na Guiné, em Mansoa, entre 1969 e 1971, na CCS do BCaç. 2885.

Um destes dias conto-te mais qualquer coisa sobre as coisas boas e más desta minha inesquecível e aventurosa experiência.

O meu após guerra



Findo o período de guerra retomei, aos poucos, a vida normal, tendo-me dedicado com grande paixão e afinco a uma modalidade que muito aprecio "tiro com arco".

Consegui ser campeão nacional dois anos seguidos, em 1980 e 1981.

Fui ao Campeonato da Europa onde fiquei num honroso 30º lugar em 1979.

Consegui ainda a 4ª marca mundial em tiro de caça (caça simulada com alvos representando animais), mas com um número de tiros/alvos que deixou de existir no ano seguinte, não tendo sido homologado.

Pelo RANGER Luís Nabais



domingo, 22 de março de 2009

M71 - Fotos do RANGER Francisco Baltazar - 2º Curso de 1973

Fotos cedidas pelo RANGER Francisco Baltazar, que frequentou o 2º Curso de 1973, tendo ficado em Penude mais 2 cursos a monitorizar instrução a novos RANGERS.

Findo o período no C.I.O.E., o RANGER Baltazar partiu para Angola onde cumpriu a sua comissão na 1ª Companhia de Artilharia do Batalhão 6222/73, Quibaxe - 1974/75.

M70 - Condecoração do C.I.O.E. com a ORDEM MILITAR DA TORRE E ESPADA, DO VALOR, LEALDADE E MÉRITO (Revista "O RANGER" Nº 6, de Dezembro 2000)


No ano 2000, o C.I.O.E. recebeu das mãos do Sr. Presidente da Républica - Dr. Jorge Sampaio -, a ORDEM MILITAR DA TORRE E ESPADA, DO VALOR, LEALDADE E MÉRITO (extraído da revista Nº 6 "O RANGER" de Dezembro de 2000). 

sábado, 21 de março de 2009

M69 - Fotos do RANGER Rosa Rodrigues - 3º Curso de 1972

 

RANGER/GE Joaquim Rodrigues
Curso: 2º de 1972
Posto: 
Furriel Miliciano

Comissão militar em: Moçambique
Unidade: Grupo Especial 106 "GOGOIAS"
Locais por onde transitou em Moçambique: Marrupa (Niassa).
Anos em que cumpriu a sua comissão: 1973 a 1974


Um soldado GE equipado a rigor 
Uma formatura de um Grupo Especial 

 A  revista  e os retoques habituais: "Aperte esse botão". "Meta as fraldas para dentro das calças".
Na foto, junto ao RANGER Rosa Rodrigues, está o Alferes Miliciano RANGER Martins, que era o Comandante do GE 106 
 Pose para a foto
 Ataque e incendiamento de um aldeamento inimigo, que em Moçambique era a FRELIMO
 Inimigo em debandada e as palhotas a arder
 Hora do tacho... era hora de paragem e de ração de combate

RANGERS Martins e Rodrigues, confraternizando com os seus Homens e as respectivas famílias 
Com alguns dos seus Homens
Momentos de convívio, repouso e descontracção
4 eternos Amigos: Furriel Miliciano Atirador de Infantaria GE Brito e os RANGERS GE Feio, Folha e Rodrigues
 
Emblema e guião de colecção: © Carlos Coutinho (2011). Direitos reservados. 

Fotografias: © Joaquim Rodrigues (2011). Direitos reservados. 


sábado, 14 de março de 2009

M68 - Fotos do RANGER Fernandes - 4º Curso de 1971

RANGER Agostinho Fernandes
4º Curso de 1971

Cumpriu a sua comissão em Angola, na CART 3881 - Companhia de Artilharia 3881, - Quitapa/Nova Gaia, Lutembo, Luanguinga, Mucanda e Lufuta, no Leste de Angola, 1972 a 1974 e é um dos Homens que se Orgulha e Honra, assumindo como bom português de ter cumprido com o seu melhor esforço e sacrifício que a Pária na altura lhe pedia, partindo 

para uma guerra, de quem sabia se voltava ao seio da sua família um dia, vivo e inteiro. 


Juntou-se aos demais portugueses que não fugiram e hoje vê com estranheza serem condecoradas, pelos mais altos cargos do Estado, por feitos "caganita", só porque quer despachar algum metal com pompa e circunstância. 



Talvez ainda os Combatentes da Guerra do Ultramar ainda vejam, um dia, algum político PATRIOTA a chamá-los, num qualquer lugar deste país, e mostrar aos demais portugueses, principalmente aos mais novos, que um dia a quase totalidade de uma geração de jovens lusos - 21/23 anos -, combateu em África em nome desta Pátria que ainda amamos.






M67 - Fotos do RANGER Magalhães Ribeiro - 4º Curso de 1973

Fotos do RANGER Magalhães Ribeiro, que frequentou o 4º Curso de 1973.
Cumpriu a sua comissão na Guiné, em 1974, na C.C.S. do B.Caç. 4612/74 - Cumeré, Mansoa e Brá.