quarta-feira, 8 de abril de 2009

M83 - Grupos Especiais (G.E.s) e Grupos Especiais Pára-quedistas (G.E.P.s)

Grupos Especiais (G.E.s) e Grupos Especiais Pára-quedistas (G.E.P.s)


Foram inúmeros os RANGERS que, por voluntariado ou seleccionamento, serviram numa das tropas mais respeitadas e temidas da história da guerra de guerrilha na selva em todo o mundo, os Grupos Especiais (G.E.s) e Grupos Especiais Pára-quedistas (G.E.P.s).

Os G.E.s Morais e Migueis




































Os G.E.s/RANGERS Folha e Souto

Os G.E.s Comando VanUden e RANGER Champaulimod 


Os G.E.s RANGERS Rodrigues, Feio Martins e Folha









Os G.E.s RANGERS Guilherme, Paiva, Gonçalves e Arsénio

segunda-feira, 6 de abril de 2009

M82 - Confraternizações da Secção MOTARD RANGER

Confraternizações da Secção MOTARD RANGER


O responsável por esta secção MOTARD da Associação de Operações Especiais, tem sido o RANGER Caetano.


M81 - Monumento em Memória dos Combatentes do Ultramar em Tondela (Viseu)

Em 2002, foi inaugurado em Tondela - Viseu, um dos mais belos monumentos aos Combatentes de Ultramar, com diversas contribuições de ex-Combatentes, entidades locais e regionais, superiormente presididas pelo RANGER Ferraz - Presidente da A.N.C.U. (Associação Nacional dos Combatentes do ULtramar).
Era então Ministro da Defesa o Sr. Dr. Paulo Portas, que presidiu às cerimónias e que amavelmente, a pedido de diversos ex-Combatentes presentes, posou para esta memorável fotografia.

M80 - RANGER Santos - Campeão Nacional em diversas Modalidades Desportivas (Revista "O RANGER" Nº 7 - Maio 2001)

RANGER Santos - Campeão Nacional em diversas Modalidades Desportivas 
(Revista "O RANGER" Nº 7 - Maio 2001)


O RANGER José Augusto Rodrigues Santos foi Campeão Mundial de Pesca Desportiva (Revista "O RANGER" Nº 7 - Maio 2001). Também com este campeão, os jornais e TVs deste nosso pobre país, investindo inúmeras horas de emisssão com as inúteis e fastidiosas tretas futebolísticas, não dão o devido relevo a notícias como esta, que muito poderia elevar o ego dos desmotivados protugueses.

domingo, 5 de abril de 2009

M79 - RANGER Amorim - Campeão Mundial de Pesca Desportiva (Revista "O RANGER" Nº 4 - Dezembro 1999)

O RANGER José Manuel da Costa Amorim foi Campeão Mundial de Pesca Desportiva (Revista "O RANGER" Nº 4 - Dezembro 1999). Os jornais e TVs deste embrutecido país, entretidos com as inúteis e fastidiosas tretas futebolísticas, não dão o devido relevo a notícias como esta, que muito poderia elevar o ego dos desmotivados protugueses.

sábado, 4 de abril de 2009

M78 - Fotos do RANGER Casimiro Carvalho - 2º Curso de 1972

RANGER Casimiro Carvalho
2º Curso de 1972


Fotos cedidas pelo RANGER Casimiro Carvalho, que frequentou o 2º Curso de 1972 e prestou a sua comisão na Guiné, na célebre companhia "Os Piratas de Guileje", e foi aí em Guileje que foi ferido em combate, e que foi um dos locais mais negro da guerra, que ficou conhecido pelo "corredor da morte".

A fotos do Casimiro Carvalho foram capa de revista o RANGER Nº 16, de Maio de 2007.

M77 - RANGER Major Estrela Loureiro - Campeão Mundial de Tiro Desportivo (Revista "O RANGER" Nº 6 - Dezembro 2000)

Um RANGER foi Campeão Mundial de Tiro Desportivo, o Major Estrela Loureiro (Extracto da revista "O RANGER" Nº 6 - Dezembro 2000). Enquanto as TVs dedicam horas e dias de antena aos anestesiantes, entediosos e desinteressantes penaltis e outras peripécias futebolísticos, além de inúmeros aberrantes e vazios programas, sem qualquer interesse didáctico ou intelectual, os nossos atletas de outras modalidades, vão conquistando metas ao mais elevado nível nacional e mundial, sem qualquer tipo de abordagem ou menção.
É o resultado da cultura que temos, e vai demonstrando, na prática, o miserável, inculto e enfadonho povo que somos. Falo claro está do colectivo, já que felizmente "à sempre quem reme contra a maré".
Bem hajam os exemplos, como o do "nosso" RANGER que, muitas vezes em deterimento dos afazeres pessoais e familiares de uma vida "normal", se dedicam de tal modo a uma causa/objectivo e conseguem atingir o mais alto dos seus cumes.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

M76 - Os RANGERS gritam "PRESENTE" nos dias 10 de Junho em Belém/Lisboa

Todos os anos a Associação de Operações Especiais, tem feito deslocar nos dias 10 de Junho a Belém - Lisboa -, às cerimónias comemorativas, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, onde os RANGERS gritam "PRESENTE" em memória de todos os mortos em combate e, em especial, daqueles que um dia gritaram RANGER em Penude.
"Quem não honra os seus mortos não merece sequer o oxigénio que respira."
Cumprindo o lema da sua Unidade - o C.I.O.E. -, "Que os poucos por ser muitos nam temamos"




















































M75 - RANGER Jesus 1º Curso de 1995

Fotos do RANGER Jesus 1º Curso de 1995

quarta-feira, 1 de abril de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

M73 - Quartel em Mansoa, na Guiné, nos anos 70 e na actualidade (Visto pelo google)

Quartel em Mansoa - Guiné - 1974

Quartel de Mansoa visto em 2009 (google) com as indicações da localização das diversas instalações, nos anos 70.




















Arriar da bandeira nacional em 9 de Setembro de 1974, perante os Comandantes da Companhia de Comandos e Serviços do Batalhão de Caçadores 4612/74

Formatura de Soldados da CCS do BCAÇ 4612/74)


Panorama da porta de armas


Vista geral do quartel de cima do depósito da água



Ajardinamento central (Foto de César Dias)










Tabanca 2 do BCaç. 2885, nos arredores do Quartel em Mansoa - Guiné - Anos 70 (Fotos de César Dias)

Aspecto da bolanha e do arrozal






Tabanca 2 do BCaç. 2885, nos arredores do quartel (Fotos de César Dias) 

Oficina mecânica-auto (Fotos de Oliveira Marques)








Instalações, frente ao quartel, onde viviam os Comandantes




Helicópteros Alouettes III no heliporto


Alouette III sobrevoando o quartel


Refeitório em hora de serviço

















Ponte sobre o rio Mansoa (Foto de Augusto Borges)


A bela e bem conservada Igreja da Vila de Mansoa


Um dos 3 obuses de 140 mm, que se encontravam  dispostos na quadrícula

M72 - RANGER Luís Nabais 1966 - 1971

O RANGER Luís Nabais cumpriu a sua comissão na Guiné, entre 1969 e 1971, na CCS do BCaç. 2885, enviou o seguinte texto e fotos:

No meu tempo as coisas não eram bem como no teu M.R.

Fiz o curso de Oficiais Milicianos em Mafra em 1966 e segui para Beja dar instrução a recrutas (2 turnos), tendo depois formado Batalhão.

Era então que nos surgia o "terror" dos Rangers.

Era habitual o aspirante miliciano mais velho de cada companhia ir para Lamego, enquanto o mais novo ia frequentar o curso de minas e armadilhas em Tancos.

A antiguidade media-se pela classificação em Mafra, e não havia voluntários, a não ser à força.

É certo que iam sempre, não um mas dois (um aspirante e um sargento) por companhia, que eram submetidos a testes físicos, para determinar quem ficava .

Era quem mais se baldava nos testes, já que aquilo, em Penude, era tido como um inferno.

Portanto, os aspirantes levavam para lá já uns meses muito largos de tropa, bem como o sargento (regra geral um furriel miliciano), também seleccionado em testes idênticos.

Soube que, posteriormente, as coisas mudaram no C.I.O.E., e pelo que leio no teu blogue e noutros do género, para bem melhor.

Quando se acabava o curso, onde durante 3 longos e penosos meses éramos treinados como máquinas de guerra a nível de companhia, e no fim da rigorosa e duríssima instrução distribuíam-nos, triste e incompreensivelmente, por diversas companhias e batalhões, onde sentíamos a sensação de que algo falhava. É como diz um camarada noutra mensagem mais antiga: tínhamos uma preparação acima do normal, mas apenas dois de nós integrávamos um pelotão. E o resto da malta a que nos juntavam que treino tinham?

O curso RANGER era dado só a graduados e assim sentíamo-nos mal! Facilmente constatávamos que cada grupo de combate era completamente desequilibrado!



De que nos servia a capacidade de reacção, se os restantes homens não estavam ao nosso nível?

Quando me perguntam, eu digo que gostei de ser RANGER, e garanto que nunca comi tão bem na tropa como na Messe de Oficiais (no centro de Lamego).

Gostei, e pronto.

Nunca falei nesta fase da minha vida, e dificilmente voltarei a falar no assunto (o que lá vai, lá vai), mas queria deixar este depoimento dizendo que, no meu tempo - 1966 -, nós não éramos voluntários, mas sim seleccionados à... "força".

Segundo me contaste MR, em 1973, além dos voluntários (havia sempre alguns "malucos"), os restantes instruendos e cadetes necessários para completar os 5 grupos de combate (2 de cadetes e 3 de instruendos, que constituíam a companhia de instrução no C.I.O.E.), eram "escolhidos" entre os demais recrutas, tanto no R.I.5 - Caldas da Rainha, como em Mafra e, posteriormente, submetidos "voluntariamente" a provas psicotécnicas e físicas.

A minha guerra
Terminada a instrução e formado o batalhão, já como alferes miliciano, cumpri a minha comissão na Guiné, em Mansoa, entre 1969 e 1971, na CCS do BCaç. 2885.

Um destes dias conto-te mais qualquer coisa sobre as coisas boas e más desta minha inesquecível e aventurosa experiência.

O meu após guerra



Findo o período de guerra retomei, aos poucos, a vida normal, tendo-me dedicado com grande paixão e afinco a uma modalidade que muito aprecio "tiro com arco".

Consegui ser campeão nacional dois anos seguidos, em 1980 e 1981.

Fui ao Campeonato da Europa onde fiquei num honroso 30º lugar em 1979.

Consegui ainda a 4ª marca mundial em tiro de caça (caça simulada com alvos representando animais), mas com um número de tiros/alvos que deixou de existir no ano seguinte, não tendo sido homologado.

Pelo RANGER Luís Nabais



domingo, 22 de março de 2009

M71 - Fotos do RANGER Francisco Baltazar - 2º Curso de 1973

Fotos cedidas pelo RANGER Francisco Baltazar, que frequentou o 2º Curso de 1973, tendo ficado em Penude mais 2 cursos a monitorizar instrução a novos RANGERS.

Findo o período no C.I.O.E., o RANGER Baltazar partiu para Angola onde cumpriu a sua comissão na 1ª Companhia de Artilharia do Batalhão 6222/73, Quibaxe - 1974/75.