terça-feira, 26 de maio de 2009

M107 - 2º CONVÍVIO DE RANGERS DO 3º CURSO DE 1970 (19 de Abril de 2008)



2º CONVÍVIO DE RANGERS DO 3º CURSO DE 1970 

Lutando contra a forte chuva e vento que se fazia sentir em Buarcos, na Figueira da Foz, no dia 19 de Abril, os RANGERS do 3ª turno de 1970 voltaram a confraternizar, desta feita no restaurante "O Teimoso". 

A iniciativa esteve mais uma vez a cargo do RANGER Cardoso e, como se pode facilmente deduzir, não foi tarefa fácil tentar reunir o maior número de elementos do seu curso, sobre cuja conclusão decorreram já quase 4 décadas. 

Os dados actualmente disponíveis sobre os cerca de 100 cadetes e instruendos que frequentaram o curso, oriundos dos quatro "cantos" de Portugal, além dos seus nomes incompletos, são os que se referem às suas moradas de então, geralmente dos seus pais (alguns entretanto falecidos, infelizmente). 

Findas as suas missões militares, estes RANGERS, pertencentes à geração marcada pela "Guerra do Ultramar", retomaram a vida civil,  empregando-se, casando, etc., dando assim novos rumos às suas vidas, comprando, ou alugando, as suas residências e, por consequência, alterando os mencionados dados disponíveis. 

Apesar destes inconvenientes foi possível, em relação ao primeiro convívio, duplicar o número de participantes, para cerca de 3 dezenas. 

Neste convívio foi prestada uma justa e sentida homenagem aos 3 RANGERS deste curso que jamais, nesta vida carnal, poderão comparecer por, lamentável e tristemente, terem falecido em combate nas 3 frentes da guerra. 


segunda-feira, 25 de maio de 2009

M106 - 1ª CONFRATERNIZAÇÃO RANGER DO 3º TURNO DE 1970 (12NOV2006)

RANGERS

3º Curso de 1970

Na foto ao lado pode ver-se (da esquerda para a direita): o António Paixão, Raul Maia, Delfim Santos, Orlando Cardoso, Costinha de Sousa, David Ventura, Valdemar Cardoso, António Merêncio, Rui Rodrigues, Pedro Pinto, Lino Martins, Eduardo Brandão, João Pardilhó e Evaristo Teixeira.

Por louvável iniciativa do RANGER Orlando Cardoso, que vive na pequena, bela e acolhedora cidade da Régua, reuniram-se alegre e festivamente em Lamego, no dia 12 de Novembro de 2006, cerca de duas dezenas de elementos do seu curso: o 3º de 1970.

O programa incluiu uma saudosa visita às instalações do quartel de Santa Cruz e ao nosso mais estimado e místico reduto de instrução: Penude. Foi curioso verificar como aqueles homens, alguns dos quais nunca haviam regressado ao C.I.O.E. nos últimos 36 anos, comparavam a actual estrutura física das instalações, àquela que haviam conhecido em 1970.

A visita foi superiormente guiada pelo Sr. TCOR. Morais Queijo, que fez as honras da Unidade.

Seguiu-se um excelente e apetitoso “rancho” à moda RANGER”, servido na velha e aconchegada cantina de Penude.

Um dos factos constatados pelo RANGER Cardoso, foi de que a maioria destes RANGERS desconhecia a existência da A.O.E., pelo que, foi também com igual satisfação e entusiasmo, que estes RANGERS tomaram conhecimento através dele e do RANGER Madureira, tanto das finalidades, como das actividades praticadas pela Associação, tendo-se, todos aqueles que ainda não o eram, tornado sócios.

Este inesquecível convívio terminou com votos de que em 2007 apareçam mais elementos ao convívio.

sábado, 23 de maio de 2009

M105 - RANGER Santos entrevistado pelo CM, em 17 de Maio p.p.

RANGER Santos entrevistado pelo CM, em 17 de Maio p.p



sexta-feira, 22 de maio de 2009

M104 – Uma Foto do blogue de Luís Graça & Camaradas da Guiné


Um dos blogues de grande sucesso na internete é, com certeza, o de Luís Graça & Camaradas da Guiné.

O que começou por ser um entretenimento do Dr. Luís Graça (sociólogo do trabalho e da saúde, doutorado em saúde pública e professor na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, em Lisboa), que cumpriu a sua comissão militar em tempo da Guerra do Ultramar na Guiné, na CCAÇ 12, Contuboel e Bambadinca, 1969/71, tornou-se um caso sério em matéria de comunicação deste capítulo da nossa história recente, que se vem rodeando de uma tertúlia de camaradas ex-Combatentes, e se tem estendido a muitos amigos, inclusive alguns que colaboram a partir da inesquecível e estimada Guiné-Bissau.

Contando actualmente com mais de 300 tertulianos, o blogue conta com mais de 1 milhão (1 000 000) de visitas e 4 mil e tal mensagens em 4 anos de existência. É caso para dizer: - É obra!
O seu endereço é:




Entre o muito material narrativo, abrangendo várias temáticas, encontram-se inúmeras e espectaculares fotos, emblemas e guiões dos diversos batalhões, companhias, pelotões, etc.

Um das fotos que me impressiona pelo seu significado é da autoria do ex-Alferes Miliciano Torcato José Mendonça, inserida no poste:





A legenda da foto é:


Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > Fá (Mandinga) > 1968 > CART 2339 (1968/69) > O Grupo de combate do Alf Mil Mendonça , antes de ser recambiado para Mansambo, paar o trabalho de pá e pica > O arriar da bandeira ... Tirando às patrulhas ao mato Cão, para montar segurança aos barcos da Gouveia que atravessavam o Geba Estreito (Xime-Bambadinca-Bafata), Fá Mandinga, antiga estação agronómica por onde passara, nos anos 50, o Engº Agrónomo Amílcar Cabral, licenciado pelo ISA- Instituto Superior de Agronomia, de Lisboa, era uma verdadeira colónia de férias...

O que eu “leio” nesta foto (que dizem valer mais que mil palavras): um grupo de Homens, soldados de Portugal na posição de máximo respeito - em sentido -, nos confins da África, a prestar uma cerimónia que era diariamente feita, uma vez de manhã - o hastear da bandeira de Portugal -, e ao fim da tarde - o arriar da mesma.


Hoje, entristece-me, ver que muitos jovens, incultos e desconhecedores da história do nosso país, apenas sabem “ler”, porque de outro modo não foram educados, na bandeira nacional: selecção nacional de futebol.


Resta registar os meus agradecimentos aos ex-Combatentes da Guiné, mencionados no texto: Dr. Luís Graça e Miliciano Torcato José Mendonça, que permitiram esta publicação.


NOTA: Para mais informação aconselho a consultar o blogue indicado.

domingo, 17 de maio de 2009

M103 - IMAGENS DO RAID RADICAL RANGER "CIPOE 2007"

IMAGENS DO RAID RADICAL RANGER




"CIPOE 2007"




Convívio Ibérico de Patrulhas de


Operações Especiais






O programa detalhado do evento CIPOE 2007:

Sexta-feira

Recepção dos participantes
Apresentação do CIPOE
Apresentação de historial de eventos anteriores
Missão nocturna

Sábado

Hastear Bandeiras
Entrega de planeamento do circuito das provas


Formar patrulhas

Nota: O circuito terá cerca de 20km, com 11 estações, está previsto que a duração do circuito seja efectuado entre as 10h00 e as 18h00.

As provas por estação serão as seguintes:

1 - Slide
2 - Rapele
3 - Escalada
4 - Tiro ao alvo
5 - Tiro de combate
6 - Primeiros socorros
7 - Lançamento de granadas
8 - Reação a ataque de sniper
9 - Manobras com cordas
10 - Pista de obstáculos e tiro ao alvo
11 - Aranha e paralelas

NOTA: Por motivos óbvios todo o tiro será executado com armas de pequeno calibre e, ou, fictícias.

Domingo



Treinos para o desfile final
Desfile em parada e entrega de troféus, medalhas e certificados de Patrulhas de Operações Especiais




____________________________________________




A rapaziada: Pinto, Basílio, Celestino e Martins




As esposas e colaboradoras nas provas do Kock, Jesus e Coelho.



Opessoal nos botes espera serenamente no rio Douro, para avançãr para o obstáculo seguinte







O Miguel Prieto da A.V.B.V.G. (Asociación de Veteranos Boinas Verdes de Galicia) suspende-se em rapele, ma ponte de Entre-os-Rios, uns 12 m de altura.




Seguiu-se o Álvaro Docal da mesma Associação espanhola, congénere da portugesa A.O.E. (Associação de Operações Especiais)






Foram perto de uma centena os participantes neste CIPOE






A ponte, os botes e o pessoal a meia-ponte... numa paisagem deslumbrante... exercitando-se





Simulação de resgate de um prisoneiro, com aplicação de noções de primeiros socorros a um ferido. Eesta fase foi levada muito a sério pelos participantes, já que contou com os aperfeiçoamentos nesta matéria de um profissional da "arte". o enfermeiro Celestino do Hospital de S.to António do Porto.




Até ao CIPOE de 2008...

sábado, 9 de maio de 2009

M102 - Os RANGERS & a LITERATURA

Um livro do Alferes RANGER Jaime Froufe Andrade


Segundo Notícia da agência Lusa

Trata-se de um conjunto de oito histórias da guerra colonial que o autor viveu em primeira pessoa durante a sua comissão de serviço em Moçambique, como alferes miliciano de Operações Especiais ("rangers"), entre 1968 e 1970. São outros tantos retratos da vida que centenas de milhar de jovens portugueses viveram, nos anos da guerra colonial, no meio do "mato", em Moçambique, Angola ou na Guiné-Bissau.

As histórias são escritas com dramatismo, em que cabem momentos de humor, perplexidade, angústia e ansiedade, mas também a profundidade psicológica, que faltam a muitos relatos de guerra.

As pelo menos duas gerações de portugueses que viveram a guerra em África reconhecer-se-ão facilmente nestas linhas escritas por Froufe Andrade.

Noutro capítulo, o autor narra o regresso atribulado de Moçambique a Portugal, a bordo do navio Vera Cruz, sobrelotado com três mil militares.

Quando navegava perto do Cabo da Boa Esperança (o mítico Cabo das Tormentas de Camões), na África do Sul, o enorme navio foi atingido, na sequência do efeito conjunto de duas ondas sísmicas e de uma tempestade, por gigantescas vagas, sofrendo graves avarias e tendo estado a ponto de soçobrar.

As circunstâncias desta viagem são narradas em primeira pessoa por Froufe Andrade e ainda por um conjunto de 12 depoimentos por ele próprio recolhidos junto de outros militares, oficiais, sargentos e praças, que consigo viajaram. O autor entrevistou ainda o oficial-piloto que estava de turno na ponte de comando do navio e pesquisou ainda o diário de bordo do navio, no Arquivo Central da Marinha, onde recolheu elementos dos dois comandantes que seguiam a bordo, o comandante do navio e o comandante dos militares a bordo.

Jaime Froufe Andrade, nasceu em 1945, no Porto. É jornalista profissional, trabalhou durante muitos anos do Jornal de Notícias e integra actualmente os quadros da revista Notícias Magazine, distribuída semanalmente com o aquele jornal portuense e com o lisboeta Diário de Notícias.

Livros: Froufe Andrade publica histórias da guerra colonial na primeira pessoa
Porto, 19 Nov (Lusa) - A Associaçãode Jornalistase Homens de Letras do
Porto (AJHLP) lançou "Não sabes como vais morrer", de Jaime Froufe Andrade, um novo título da Colecção Memória Perecível, anunciou hoje fonte da AJHLP.

Nota: o livro está à venda nos escaparates das livrarias Bertrand e FNAC, pelo preço de 7 € (Sete Euros).



O RANGER Andrade pronto para um heli-assalto

O RANGER Andrade sentado no maciço rochoso onde assenta, hoje, a fundação da Barragem de Cabora Bassa (Moçambique)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

M100 - RAIDS RADICAIS RANGER


Com a experiência do RANGER António Pinto, no Marca de Canavezes, já se realizaram 6 convívios RANGER com diversas actividades radicais.

O último em 2008, designou-se como C.I.P.O.E. (Convívio Ibérico de Patrulhas de Operações Especiais).

Ibérico porque a convite da A.O.E., voltamos a contar com a participação dos bons e dinâmicos amigos da “Asociación de Veteranos Boinas Verdes de Galicia”, Miguel Prieto e Álvaro Docal.

Entre outras provas e desafios, os participantes percorreram uma extenuante e problemática pista com cerca de 20km, na linda região de Favões, do concelho do Marco de Canavezes, repartida em 11 estações, que manteve em acção perto de uma centena de elementos.

Os obstáculos incluíam slide, rapele, escalada, tiro ao alvo, tiro de combate, primeiros socorros, lançamento de granadas, reacção a ataque de um sniper, manobras com cordas, pista de obstáculos, aranha e paralelas.

As "hostilidades" concluíram no dia 16, com um ordenado e cerimonioso desfile em parada, a que se seguiu a entrega de troféus, medalhas e certificados.

Resta dizer que este evento, à imagem dos anteriores, reforçou os já de si fortes laços de amizade e camaradagem, entre os RANGERS de diversos cursos e os GUERRILLEROS espanhóis, que como é nosso apanágio ali confraternizaram sem qualquer tipo de complexo.

NOTA: Por motivos óbvios todos as armas utilizadas neste evento eram de calibre reduzido.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

M99 - Espaço RANGER na cidade do Porto (2)

Ver também a a mensagenm M96 de 26ABR
Aspecto da porta de acesso ao bar/sala de estar


ESPAÇO RANGER
NA CIDADE DO PORTO

(Planta)


domingo, 26 de abril de 2009

M98 - DANIEL ROXO - Um mito que foi Herói e uma Lenda da Guerra do Ultramar (Metapédia - Enciclopédia alternativa)

Com a devida menção à origem - a Metapédia - Enciclopédia alternativa -, retirei este artigo sobre aquele que foi um dos últimos portugueses a morrer em combate.

Daniel Roxo


Daniel Roxo era transmontano de nascimento e doou-se completamente à defesa da Pátria.


Morreu em território português de Angola continuando a luta onde o deixaram - no Batalhão 32 do Exército Sul Africano. 

Ele que foi sempre o Comandante aceitou as divisas de Sargento e decidiu (como tantos outros da sua estirpe) continuar o combate.


A sua acção em combate foi épica. A ele e a outros poucos portugueses se deve a grande vitória da ponte 14 (Dezembro de 1975 - no rio Nhia) em que milhares de cubanos e MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32. 

Durante a batalha os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos. Os Cubanos e MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. 

Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se sem a intervenção de meios aéreos! Só com apoio da artilharia.


Foi cronologicamente a última grande batalha em que soldados portugueses (no século XX) se bateram. E bem! 

Trata-se de uma batalha que nas nossas Academias Militares não é estudada (nem sequer conhecida), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto esta batalha é estudada (e bem) nas academias russas, britânicas e americanas (algumas).

Poucos meses depois o nosso Daniel Roxo morria em combate. Antes contudo tinha já recebido a maior condecoração sul africana (equivalente à nossa Torre e Espada). Só no primeiro reconhecimento abateu (sozinho) 11 inimigos a tiro.

Durante uma patrulha perto do rio Okavango, o seu Wolf (veículo anti minas semi blindado) rebentou uma mina e foi virado ao contrario, matando um homem e esmagando Roxo debaixo dele. O resto da tripulação tentou levantar o veiculo para o libertar mas era demasiado pesado. Breytenbach, (antigo comandante dos Búfalos, no seu livro (Eles vivem pela Espada - They Live by the Sword, pp. 105) escreveu:

Danny Roxo, mantendo-se com o seu carácter intrépido, decidiu tirar o melhor partido das coisas, acendendo um cigarro e fumando-o calmamente até que este acabou, e então morreu - ainda esmagado debaixo do Wolf. Ele não se tinha queixado uma única vez, não tinha dado um único gemido ou grito, apesar das dores de certeza serem enormes.

Assim morreu o Sargento Danny Roxo, um homem que se tinha tornado numa lenda nas Forças de Segurança Portuguesas em Moçambique, e que rapidamente se tinha tornado noutra lenda nas Forças Especiais Sul Africanas.

Retirado de "http://pt.metapedia.org/wiki/Daniel_Roxo

M97 - Fotos do GE Fur. Mil.º Fernando Reis que integrou o GE (Grupo Especial) 407


Furriel Miliciano dos Grupos Especiais (GE) Fernando Reis, que integrou o GE 407


Vagueando pela net encontrei o blogue do Fur. Mil.º GE Fernando Reis, que integrou um grupo composto inicialmente por 84 homens, mas entre os que fugiram e chumbaram no curso, passou então a ser de 64 homens. 



Foi colocado na província moçambicana da Zambézia, unto à fronteira com o Malawi, mais exactamente no Mongoé (pequena aldeia perto de Milange)

O seu Grupo Especial recebeu o nº 407.

No seu blogue, o Fernando Reis descreve as fases de instrução e vários tópicos sobre a organização destes famosos e temidos combatentes, que se tornaram uma lenda na guerra que Portugal travou em África.

O endereço do blogue é: 




Salto de helicóptero e 2 das famosas rações de combate do TIPO E.







Aguardemos que outros GEs e GEPs sigam o exemplo do Fernando Reis, contando-nos as suas histórias.

M96 - Espaço RANGER na cidade do Porto (1)




sexta-feira, 24 de abril de 2009

M95 - 16 de Abril - O Dia da Unidade no C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais - cidade de Lamego


O Dia da Unidade - C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais -, é para todos os RANGERS de Portugal um dia especial.

Desde o ano de 1962, está estimado em 6.500 o número de Homens que concluiram com sucesso, esta especialidade.

A benção das boinas, a imposição das mesmas e entrega dos emblemas aos novos RANGERS, são 2 dos momentos mais altos e significativos deste dia.























terça-feira, 21 de abril de 2009

M94 - SNIPER Canadiano em ACÇÃO

SNIPER Canadiano em ACÇÃO
Recorde de Franco atirador (SNIPER) canadiano no Afeganistão... LER ANTES DE VER O VÍDEO

No filme podem ser observadas algumas sequências de franco-atiradores (snipers) canadianos, eliminando franco-atiradores talibãs, no Afeganistão. Estes vídeos foram feitos através da luneta do spotter (parceiro observador) do franco-atirador, que fica à sua direita.

O atirador canadiano usa uma carabina calibre 50. O cartucho tem 20 cm de comprimento e a culatra tem 2,5 cm de diâmetro. O projéctil tem 0,5 polegada (11,25 mm) e 1,5 polegada (37,5 mm) de comprimento.

Atente, no primeiro vídeo, que o sniper talibã está acima de uma saliência de pedra e, quando se ouve o tiro, veja o que sucede.

Confirmaram que o sniper talibã estava a uma distância que consistituiu um novo recorde mundial, já que o recorde anterior era do sniper dos marines, o legendário Carlos Hatchkock, no Vietename, em 1967.

O canadiano estava a 2.800 m de altitude e o alvo a 2.970 m, com um vale entre eles.

O recorde durou somente uns dois dias.

Os franco-atiradores canadianos operam apoiando a infantaria americana. Usam a carabina MacMillan calibre 50, com culatra e carregador de 5 tiros.

A equipa do franco-atirador é constituída por 3 homens, que além da carabina 50, contam com três carabinas standard C7 canadianas, sendo uma delas equipada com lança-granadas de 203 mm.

Os pedaços que se vêm voando são dos alvos (corpos), dado o deslocamento hidrodinâmico do impacto.


Enviado pelo RANGER Nabais


P.S. - Aqueles que hoje se designam por SNIPERS, eram antigamente conhecidos por fanco atiradores.