Encontro/Convívo de Natal em Fátima



A leitura da prece RANGER pelo Coelho
RANGERS de 1972 > Bigotte e Inverno, do 2º, e Folha do 3º
RANGER Rocha 1º/74, Sampaio 4º/73 e Delgado 1º/74
RANGER Pais do 2º/71, RANGER Couto, RANGER Palma e RANGER Vaz Encontro/Convívo de Natal em Fátima



A leitura da prece RANGER pelo Coelho
RANGERS de 1972 > Bigotte e Inverno, do 2º, e Folha do 3º
RANGER Rocha 1º/74, Sampaio 4º/73 e Delgado 1º/74
RANGER Pais do 2º/71, RANGER Couto, RANGER Palma e RANGER Vaz 
Não há nada que quebre esta GENTE!
Pasmam desta sã fraternidade!
Do grande Porto e arredores
Dois Rochas, Araújo e Miranda
Grelhados, azeitonas, pimentos
Enfim… comeu-se e bebeu-se
A próxima festa é dia 8 de Janeiro!
E apesar das várias gerações
O grito de guerra têm como elo
RANGER… YAAAA!... um terror!
Bombástico… demolidor… BELO!
Fotografias: © Abílio Rodrigues (2010). Direitos reservados.
ESTA VIDA SÃO DOIS DIAS E UM JÁ PASSOU... VIVAM A VIDA… CONVIVAM… RIAM… DIVIRTAM-SE… E JUNTEM-SE A NÓS...
O soldado português, pela sua valentia, bravura e poder de sacrifício, vencendo todos os obstáculos que lhe são levantados, são considerados por muitos peritos e estudiosos mundiais destas matérias, entre os melhores do mundo.
A guerra arrastou-se entre 1961 (início das hostilidades em Angola) e 1975 (retirada dos últimos soldados portugueses de Angola), tendo provocado cerca de 10.000 mortos entre as tropas portuguesas, derivados de várias origens desde acidentes a doenças, minas anti-pessoais e anti-carro e ferimentos em combates.
Em relação àqueles que fugiram cobardemente da guerra, e em menor grau de cobardia aqueles que estiveram sempre na certeza, comodidade e tranquilidade de estarem bem protegidos por altas e seguras cunhas, excluindo-se de se solidarizarem com os seus restantes conterrâneos no esforço conjunto do cumprimento daquilo que sempre se chamará, em qualquer país do mundo, ontem, como hoje e amanhã, o dever de um cidadão para com a sua Pátria, apenas registo um desejo é que continuem a viver sem remorsos, nem problemas de consciência, com toda a comodidade e tranquilidade que a vida lhes possa permitir!
Sobre aqueles que se pronunciam e escrevem sobre a Guerra do Ultramar, ou de África, infelizmente constata-se que há também vários tipos de Homem: 
Assim não foi e ao fim de 12 anos de guerra, em 3 frentes, com milhares de mortes de ambas as partes, foi um povo desgastado e cansado de ver os seus filhos a morrer, que em 25 de Abril de 1974 saiu para as ruas a festejar e reforçar irreversivelmente um golpe que depôs o regime de Salazar e Caetano, de que resultou o imediato fim da guerra.

VIVA PORTUGAL!
Os nossos convívios radicais são sempre diversificados e plenos de desafio, ousadia e aventura, onde se integram provas fundamentais de marcha, orientação, canoagem, slide, rapele, paintball, tiro com várias armas (calibre reduzido e legal), escalada, transposição de cursos de água, aranha, defesa pessoal, primeiros socorros, etc.
A finalidade como é óbvio é permitir aos seus intervenientes reciclar e actualizar conhecimentos operacionais, manter o espírito de camaradagem, conviver e, não menos importante, afinar os instintos activos e reactivos pessoais de cada um.
Os reflexos individuais, que tanta falta nos fazem no dia-a-dia, vão-se esvaindo tão lenta e imperceptivelmente com o avançar da idade, que quando damos fé, por vezes, nada há a fazer já. Estão mortos!
6 meses que além de oferecer a todos os Homens uma preparação para a vida, ensinava-lhes muitas coisas que os pais não sabem, ou não querem, transmitir além da indispensável educação e respeito pelos demais seres humanos, a cumprir horas, ordens e disciplina, além de noções de convivência e trabalho em equipas e grupos. Dinamizados mais uma vez pelo "motorizado" RANGER Lopes, que mais uma vez brindou o pessoal presente com os seus brilhantes dotes de cozinheiro (desta vez com umas apetitosas e suculentas bifanas), acorreram as nosso espaço situado na cidade do Porto, mais de duas dezenas de RANGERS, familiares e Amigos, que se bateram valentemente com várias de dezenas destes famosos exemplares.
Como sempre levamos a melhor sobre o inimigo, derrotando-o em toda a sua extensão, a que se seguiu um divertido e absorvente sarau de jogos tradicionais.
As imagens que se seguem dizem o resto.
Fotografias: © Fernando Araújo (2010). Direitos reservados.
NO ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS
ATÉ ao próximo DIA 4 de Dezembro se Deus quiser
Já foi dito nas mensagens M253 e M274 que o nosso Camarada RANGER António Barbosa, do 4º curso de 1972, cumpriu como Alferes Miliciano de Operações Especiais/RANGER a sua comissão militar na Guiné, incorporado no 1º Pelotão da 2ª Companhia de Artilharia, do Batalhão de Artilharia 6523, em Cabuca, nos anos de 1973 e 1974.
Os soldados portugueses mais não eram que uns putos com 21/22 anos (feitos Homens rapidamente), muitos ainda acabados de sair dos liceus e faculdades, que eram chamados pelas Forças Armadas a apresentarem-se nos quartéis, e lhes era ministrada 3 meses de instrução militar (recruta) e depois eram distribuídos, mais 3 meses, por diversas especialidades de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Transmissões, Intendência, Material Transportes, Saúde, Tropas Especiais, Polícias Militares, Marinha e Força Aérea.
Se estes problemas psíquicos foram dificilmente, ou jamais debelados, pelas suas vítimas, então imaginem acrescentar-lhe as condições em que muitos foram sujeitos em África, desde a estarem enfiados em autênticos buracos construídos no chão (muito pó no Verão e lama por todos os lados nas épocas das chuvas), mal alimentados, rodeados de milhões de mosquitos (que transmitiam entres outras maleitas o perigosíssimo paludismo), reptéis de todas as espécies e, como se não bastasse, localizados em confins inimagináveis, sem qualquer outro ser humano ou povoação por perto, a não ser o inimigo.
Não era um inimigo qualquer, com muita experiência de guerra (alguns gravitavam nas suas hostes desde o início das hostilidades - 1962 -, 12 anos de combates), óptimo conhecedor do terreno que galgava, dos melhores locais para se esconderem e aramarem as suas emboscadas e armado com as melhores armas que se podiam encontrar no mercado de guerra da altura (principalmente dos países comunistas do Leste Europeu), como as espingardas e metralhadoras automáticas: Kalashnikov AK-47, PPSH-41, Simonov SKS, Degtyarev DShK, RPD e DPM, Sudaev, PPS-43, Goryunov SG-43, Vladimirov KPV, etc.
Se alguma dúvida persistir no amigo leitor do que aqui é dito, além das palavras expressas e das fotos que se seguem, então atente nesta famosa e imortal frase de um dos generais mais brilhantes e célebres do Exército Português de todos os tempos, que permanecerá imortalizado pela sua inconfundível personagem e pelos métodos de actuação no terreno, onde muitas vezes se expôs, para apoiar os seus Homens (militares como é óbvio) nos locais de acção. Chegastes meninos! Partis Homens!


Pelo menos uma boa "duchalhada" diária sabia a civilização
Os nativos viviam em palhotas milenares agrupados nas designadas Tabancas e viviam o dia-a-dia com as suas tarefas rotineiras, preocupados com a sua natural sobrevivência. Entre eles criamos enormes e imortais amigos, de tal modo que agora, passados 40 anos, quando os ex-Combatentes visitam as localidadeas por onde andaram nos tempos de guerra, são espantosa e agradavelmente recebidos em tons festivos e de imensa satisfação e alegria, por aqueles que lá conheceram então Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.