sábado, 26 de março de 2011

M321 - Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993

Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993, com a devida vénia e agradecimentos





Os RANGERS vistos em excelente reportagem na revista HOMEM em Junho de 1993, com a devida vénia e agradecimentos

Reportagem: © Revista HOMEM (1993). Direitos reservados.

terça-feira, 22 de março de 2011

M320 – Jornal Russo "Pravda.ru" escreve 4 páginas sobre Portugal, num artigo da autoria de José Tomaz Mello Breyner, em 17 de Março de 2011

Jornal Russo "Pravda.ru" escreve 4 páginas sobre Portugal by José Tomaz Mello Breyner on Thursday, 17 March 2011 at 08:36
" Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal pelo Governo liberal de José Sócrates, um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria.

E não é porque eles serem portugueses.

Vá ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e você vai descobrir que doze por cento da população é português, o povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão... e Austrália.
Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata e Partido Socialista, gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80.
O objectivo? Para reduzir o défice. Por quê?
Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE?
Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia deixou-se a ser sugado é aquele em que a agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos estados unidos da América (onde havia de ser?) virtual fisicamente controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito.
Com amigos como estes organismos, e Bruxelas, quem precisa de inimigos? Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e com medo, apavorada com a Alemanha depois que suas tropas invadiram seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para sua indústria.
E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos por motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de qual país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro.
Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata, direita) e PS (Socialista, de centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo sua agricultura (agricultores
portugueses são pagos para não produzir) e sua indústria (desapareceu) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas), a troco de quê?
O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza em uma base sustentável?
Aníbal Antóni Cavaco da Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que estavam despejando bilhões através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque ele éconsiderado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos.

A sua "política de betão" foi bem concebida, mas como sempre, mal planeada, o resultado de uma inepta, descoordenada e, às vezes inexistente localização no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo.

Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral.
O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam.
Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini. Maserati. Foram organizadas caçadas de javali em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficou a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem. Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. E ele é um dos melhores.
Depois de Aníbal A. Cavaco da Silva veio o bem-intencionado e humanitário, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo diplomata excelente, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com seu discurso do que ele resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha.
Resultando em dois mandatos de José Sócrates; um Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado por interesses instalados.
Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projectos de educação).
E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados:
Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%). Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%) Concordo com o sacrifício (1%) Um por cento.
Quanto ao aumento dos impostos, a reacção imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afectará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão. Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar.
É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de ratings que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno para o PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado de suas ideias e propostas.
Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal no ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos.
Esses traidores estão levando cada vez mais portugueses a questionarem se deveriam ter sido assimilados há séculos, pela Espanha. Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude".
Certo, bem longe de Portugal, como todos os que possam, estão fazendo.
Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico, e uma classe política abominável.

Timothy Bancroft

segunda-feira, 21 de março de 2011

M319 - MATOSINHOS - INAUGURAÇÃO DE UM MEMORIAL AOS MILITARES DO CONCELHO CAÍDOS EM CAMPANHA, EM ANGOLA, GUINÉ E MOÇAMBIQUE


9 de Abril de 2011

CONCELHO DE MATOSINHOS

INAUGURAÇÃO DE UM MEMORIAL AOS MILITARES MORTOS NA GUERRA DE ÁFRICA (ANGOLA, GUINÉ E MOÇAMBIQUE)

No corrente ano de 2011, assinalam-se os 50 anos do início do conflito armado em Angola, que durou entre 1961 e 1975 e que provocou a morte de milhares de portugueses. No Concelho de Matosinhos vai ser inaugurado no próximo dia 9 de Abril, um Memorial aos militares falecidos em campanha, nas então províncias de Angola, Guiné e Moçambique.

O Memorial fica situado no topo Leste do Cemitério de Sendim, onde pode ser já visitado.

PROGRAMA das cerimónias da inauguração

As cerimónias de homenagem são organizadas pela Câmara Municipal e pelo Núcleo de Matosinhos da Liga dos Combatentes.

10h00 - Missa de Sufrágio na Igreja Matriz de Matosinhos.

10h20 - Deslocação para o Cemitério de Sendim onde se situa o Memorial.

11h15 - Cerimónia oficial com aspresenças de um Representante da Comissão dos Combatentes, Representante da Liga dos Combatentes e Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos.

- Inauguração do Memorial, com a bênção pelo Capelão Militar e deposição de duas coroas de flores;

- Homenagem aos Mortos;

- Toque de Sentido;

- Toque de Silêncio;

- Toque de Homenagem aos Mortos;

- 1 minuto de silêncio;

- Toque de Alvorada;

- Toque de Descansar;

- Declamação de um poema por um Combatente e interpretação de um cântico pelo Coro da Associação dos Pescadores.

Fim da Cerimónia


  • Apela-se aqui à presença massiva nestas cerimónias de TODOS os VERDADEIROS RANGERS de PORTUGAL e demais Combatentes desta guerra, que deram o seu melhor que puderam e souberam nesta guerra, e que ainda estejam vivos (pois há muitos que estão vivos só na aprência) e disso se honrem...

domingo, 20 de março de 2011

M318 – AOE (Associação de Operações Especiais) - 7º Jantar Encontro/Convívio - Carnaval -, 2 de Abril de 2011 (1)


TODOS OS SÁBADOS
CAFÉ DE SÁBADO A PARTIR DAS 21h30
NOS 1º SÁBADOS DE CADA MÊS JANTAR/CONVÍVIO A PARTIR DAS 19h30

UMA ASSOCIAÇÃO ONDE TODOS TRABALHAM PARA O BEM COMUM

Associação de Operações Especiais (AOE)
ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS
7º Jantar Encontro/Convívio
2 de Abril de 2011


ESTA VIDA SÃO DOIS DIAS E UM JÁ PASSOU... VIVAM A VIDA… CONVIVAM… RIAM… DIVIRTAM-SE… E JUNTEM-SE A NÓS...

NO ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS

ATÉ ao próximo dia 2 de Abril de 2011 (sábado)...
se Deus quiser

quarta-feira, 16 de março de 2011

M317 - Cerimónia de Homenagem aos Combatentes por ocasião do 50º Aniversário do início da Guerra em África

VIVAM OS COMBATENTES POR PORTUGAL
VIVA PORTUGAL


Ainda há alguém na classe política de hoje que recorda e evidencia a dádiva generosa destes jovens servidores da Pátria.

15 de Março de 2011 – Lisboa
Cerimónia de Homenagem aos Combatentes por ocasião do 50º Aniversário do início da Guerra em África, Presidida por Sua Excelência o Presidente da República Junto ao Monumento Nacional aos Combatentes do Ultramar Discurso do Presidente da República na Cerimónia de Homenagem aos Combatentes, por ocasião do 50º Aniversário do início da Guerra em África Forte do Bom Sucesso, Lisboa, 15 de Março de 2011
Evocamos, hoje, o início de um conflito em que as Forças Armadas portuguesas estiveram envolvidas, durante quase 14 anos, em África. Fazemo-lo frente ao monumento “Aos Mortos da Guerra do Ultramar”, numa homenagem sentida àqueles que, entre 1961 e 1974, foram chamados a combater por Portugal e se dispuseram a perder as suas vidas pela Pátria.
Foi um esforço tamanho da Nação.
Foram anos de incorporações sucessivas, envolvendo cerca de um milhão de jovens de todas as regiões do País que, de forma exemplar, cumpriram a sua missão por terras africanas.
Ao percorrer com o olhar a parede em redor do monumento, encontramos os nomes dos cerca de 9 mil portugueses mortos em campanha nessa guerra ainda bem presente para muitos de nós.
Podemos, aí, rever nomes de familiares ou de amigos. E recordar, também, aqueles que, ao longo de quase nove séculos, deram a sua vida para que Portugal seja hoje uma nação livre e independente.
Para lá da memória, impõe-se o reconhecimento de todos os que, pela sua acção na defesa de Portugal, sofreram no corpo e na alma o preço do dever cumprido.
São merecedores de todo o nosso profundo respeito.
Saudamos com especial apreço, pelo muito que lhes devemos, os militares de etnia africana que, de forma valorosa, lutaram ao nosso lado.
Todos, combatentes por Portugal!
Hoje aqui não homenageamos uma época, um regime ou uma guerra.
Trata-se, simplesmente, de uma homenagem da Pátria àqueles que se encontram entre os seus melhores servidores.
É, aliás, de toda a justiça distinguir a intervenção militar que permitiu que um País com a dimensão e os recursos de Portugal pudesse manter o controlo sobre três teatros de operações distintos, vastos e longínquos.
É internacionalmente reconhecida a forma como foi concebida a estratégia da guerra e travados os combates, o que demonstra o esforço do País e dignifica a memória dos seus combatentes.
Os laços e as ligações resultantes da continuada cooperação entre as forças de Terra, Mar e Ar, nas operações em África, são um importante legado para os dias de hoje, devendo constituir inspiração para um emprego conjunto cada vez mais eficaz.
Todos têm presente a importância capital do apoio e da evacuação aérea para as operações terrestres ou, como foi o caso na Guiné-Bissau, da acção conjunta do Exército com a Marinha e os seus fuzileiros.
Combatentes,
Importa reconhecer que os soldados portugueses foram, em África, soldados de excepção. Fizeram da distância e da saudade um desafio a vencer, assumiram a falta de recursos como razão para a iniciativa e para a adaptabilidade, tomaram a juventude e os seus receios, temperados pela camaradagem e pelo patriotismo, como ingredientes para uma conduta digna e, muitas vezes, heróica.
É desta lembrança de uma camaradagem fortalecida em tempos difíceis de guerra que resultam, também, os convívios que anualmente juntam, nos lugares de Portugal, os antigos combatentes e as memórias dos que ficaram em África.
São manifestações com uma dimensão e significado sem precedentes no todo nacional.
É a evocação de um período que deixou uma marca indelével numa geração que herdou, desses tempos, uma consciência aguda das consequências da guerra e do reconhecimento claro das prioridades da vida.
Foi a capacidade de sofrimento e o exemplo de coragem das mulheres de Portugal, a quem tantos sacrifícios foram pedidos, pela ausência ou perda dos seus, e que tudo suportaram na sua solidão e nos seus silêncios, tantas vezes esquecidas.
Foi o enorme desafio vencido por aqueles que, regressados de África, tiveram que refazer as suas vidas, começando tudo de novo, fazendo apelo ao espírito empreendedor e à capacidade de lutar que sempre os caracterizaram.
Foi toda uma rede de apoios e de afectos criada no seio das famílias e do País, que facilitaram a sua integração no tecido laboral e social, ultrapassando as muitas dificuldades criadas pelo ambiente instável que se vivia.A guerra em África materializou, como salientei em 2010, no Dia do Combatente, “o fim violento de um ciclo nacional, mas que deixou, nas picadas sangrentas que trilhou, honra militar capaz de abrir o caminho a uma cooperação fraterna e frutuosa” com aqueles países irmãos.
Temos, hoje, a oportunidade de consolidar esta cooperação num espaço de partilha de valores, de cultura, de língua, de laços familiares e de interesses.
O desafio, agora comum, é o de lutar por um futuro melhor, de desenvolvimento e de paz.
Às gerações mais novas, é importante transmitir o testemunho de quem enfrentou a adversidade ombro a ombro com aqueles a quem confiava a vida e por quem a daria também; o testemunho de quem conhece a relevância de valores como a solidariedade, o profissionalismo, o mérito e a honra, a família e o País.País que será mais bem defendido se contar com a mais-valia da vossa experiência e da vossa participação activa, como exemplo e fonte de motivação para os mais jovens que, tendo crescido num ambiente de maior conforto e de paz, enfrentam o futuro num Mundo incerto, onde as crises e o conflito não deixam de ser uma constante.
Combatentes,A vossa geração criou, também, as condições para que Portugal seja um País democrático, mais livre, mais solidário e mais aberto ao Mundo.
Importa que os jovens deste tempo se empenhem em missões e causas essenciais ao futuro do País com a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do Ultramar.
Como Portugueses, não haverá causa maior do que dedicarmos o nosso esforço e a nossa iniciativa ao serviço da Nação e dos combates que é necessário continuar a vencer, para promover um futuro mais justo, mais seguro e mais próspero para todos.
Juntos, continuaremos a afirmar Portugal.
O meu bem-haja pela vossa presença, em nome dos Portugueses e de todos aqueles que hoje aqui recordamos.
Foi por eles, por vós e por Portugal que aqui viemos.
Viva Portugal.

Fotografia: © Humberto Reis (2011). Direitos reservados.

domingo, 13 de março de 2011

M316 – AOE (Associação de Operações Especiais) - 6º Jantar Encontro/Convívio - Carnaval -, 5 de Março de 2011 (2)

TODOS OS SÁBADOS
CAFÉ DE SÁBADO A PARTIR DAS 21h30
NOS 1º SÁBADOS DE CADA MÊS JANTAR/CONVÍVIO A PARTIR DAS 19h30
UMA ASSOCIAÇÃO ONDE TODOS TRABALHAM PARA O BEM COMUM


Associação de Operações Especiais (AOE)
ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS
5º Jantar Encontro/Convívio
5 de Março de 2011

(Parte 2 iniciada na mensagem M314)


Fotografias: © José Félix (2010). Direitos reservados.
ESTA VIDA SÃO DOIS DIAS E UM JÁ PASSOU... VIVAM A VIDA… CONVIVAM… RIAM… DIVIRTAM-SE… E JUNTEM-SE A NÓS...
NO ESPAÇO DE TODOS OS RANGERSAté ao próximo dia 2 de Abril de 2011 (sábado) no 7º Jantar/Convívio... se Deus quiser

sexta-feira, 11 de março de 2011

M315 - Travessia de cursos de água & Infiltração por vias aquáticas

Travessia de cursos de água & Infiltração por vias aquáticas







terça-feira, 8 de março de 2011

M314 – AOE (Associação de Operações Especiais) - 6º Jantar Encontro/Convívio - Carnaval -, 5 de Março de 2011 (1)

Associação de Operações Especiais (AOE)
ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS
5º Jantar Encontro/Convívio
5 de Março de 2011
Mais um jantar/convívio – o 6º -, decorreu no ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS, localizado na cidade do Porto.
As fotos melhor que qualquer texto dão uma boa ideia da alegria, camaradagem e convívio vividos neste nosso evento festivo. Cada jantar é uma festa!
Desta feita, enriquecendo a variedade de convivas registamos a presença de um Amigo COMANDO - o Fernando Lopes -, o RANGER Pais Monteiro e Esposa, o RAÇÃO ESPECIAL José Félix, o Amigo Fernando Barbosa, o Rodrigo (filho do RANGER Leonel Rocha) e Esposa Cláudia.
Neste convívio voltou a disputar-se os habituais jogos tradicionais e também houve discurso alegórico pelo RANGER António Barbosa, além de muita conversa e as salutares risadas do pessoal.
O nosso grito de guerra esteve cargo de um dos nossos juniores – o RANGER Coelho.
O pelotão teve que derrotar uns deliciosos aperitivos cedidos pelo RANGER Leonel Rocha e António Barbosa, e vencer uma rojoada à boa moda do Porto e umas excelentes papas de sarrabulho.
Tudo comidas levezinhas por culpa do RANGER Manuel Lopes que é quem manda e selecciona o tacho, como se pode deduzir.
Para regar os rojões voltamos ao precioso auxílio de algumas granadas de bom tinto do Cartaxo (fornecido pelo terrível casal RANGER Barbosa que se desloca todos os 1º sábados aos nossos convívios, raros exemplos de amizade camaradagem invulgar).
Tudo isto complementado por variadas sobremesas oferecidas por várias Senhoras presentes.
A Unidade demolidora de tanto sólido e líquido foi constituída pelos seguintes elementos:
RANGER Pais Monteiro (Jess Pais) 2º/71 & Esposa Lurdes
RAÇÃO ESPECIAL José Félix
RANGER Leonel Rocha1º/74, Esposa Ana, Filho Rodrigo & Nora Cláudia
RANGER Magalhães Ribeiro 4º/73, Esposa Fernanda, Fernando Lopes & Fernando Barbosa
RANGER Manuel Lopes 1ª/86, Paula, João, Sogros, Irene & Cecília
RANGER Rocha 1º/81 e Esposa Lurdes
RANGER Carlos Sousa 2º/67
RANGER Paulo Duarte 1º/01
RANGER Fernando Araújo 4º/72
RANGER Carvalheira 1º/78, Sérgio & Teresa
RANGER Leonel Rocha 1º/74 & Esposa Ana
RANGER António Barbosa 4º/72 & Esposa Luísa
RANGER Coelho 1º/00 & Filho Diogo
O Espaço de Todos os RANGERS visto à noite
A Paula Lopes Esposa do RANGER Lopes demonstrou que o Carnaval não é palavra morta e fardou-se a rigor, modestamente graduada, por umas horas, em 1º Cabo Miliciano
As formiguinhas do Espaço - RANGERS Rocha e Lopes ultimando as "munições" A prestimosa e incansável sogra do RANGER Lopes na sua habitual mãozinha O Diogo Rocha, Filho do RANGER Leonel Rocha apreciando algumas fotos O COMANDO Lopes e o Amigo da A.O.E. Fernando BarbosaO RANGER Pais Monteiro e a sua Esposa Lurdes trocando ideias com o RANGER Leonel Rocha
Fotografias: © José Félix (2010). Direitos reservados.
ESTA VIDA SÃO DOIS DIAS E UM JÁ PASSOU... VIVAM A VIDA… CONVIVAM… RIAM… DIVIRTAM-SE… E JUNTEM-SE A NÓS... NO ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS
Até ao próximo dia 2 de Abril de 2011 (sábado) no 7º Jantar/Convívio... se Deus quiser

domingo, 6 de março de 2011

M313 - "EXPRESSÕES FACIAIS" pela objectiva do RE José Félix

EXPRESSÕES FACIAIS
pela objectiva do nosso Amigo RE José Félix, fotógrafo amador nos tempos livres


Instantâneos que demonstram bem o grau de cansaço resultante de longas horas de exigente e exaustiva instrução num dos cursos RANGER de Portugal, que é incutida aos aspirantes que ambicionam obter os emblemas e a boina de uma especialidade militar da melhor elite mundial, que muito poucos eleitos conseguem concluir com êxito.


Os objectivos traçados para cumprir no decorrer de um curso de Operações Especiais, são, como não podia deixar de ser, além de específicos para missões no mar, em terra e no ar, tremendamente arriscados, problemáticos e de rara constância na vida regular e "normal" de uma sociedade que alberga todo o tipo de gente e respectivas mentalidades criminosas, amorfas e subdesenvolvidas, extremizadas sobretudo em fanatismos doentios mortíferos, quer de índole política, quer religiosa.


Uma das eventuais pluri-missões para que os RANGERS são treinados, afincada e rigorosamente, ao mais alto nível de programação e preparação é na eliminação de elementos e focos infecciosos, que alguns fanáticos possam oferecer à pacífica e cumpridora sociedade civil.


As faces gravadas pela objectiva do José félix, espelham bem a expectativa em relação ao que lhes estava reservado vencer nos futuros obstáculos que lhe seriam propostos ultrapassar, em cada uma das fases que lhes forma colocadas na rotina diária da sua formação.









No fim do curso estes Homens, tais como todos os que conseguem concluir com aproveitamento os seus cursos desde o ano de 1960, orgulham-se pessoalmente com as suas capacidades vencedoras, com as suas qualidades de VONTADE E VALOR próprios e por terem conquistado o título de RANGER.


Também perante os restantes seres humanos de bem que vêm neles uma salvaguarda das suas seguranças e das suas famílias, sabendo que se, e quando, chamados a intervir em últimas circunstâncias em palcos violentos e agressivos, eles estarão na linha dea frente prontos para as misões mais difíceis, caso o poder político-governativo do país assim o determinar.
mr