domingo, 29 de maio de 2011

M340 - Separata do jornal "Voz da Guiné" nº 203 de 30 de Junho de 1973

COMANDOS NA GUINÉ


Separata do Jornal "Voz da Guiné" dedicado ao Batalhão de COMANDOS, parte do meu espólio pessoal de guerra.


BATALHÃO DE COMANDOS NA GUINÉ

UMA LENDA CONSTRUÍDA POR HOMENS DE BARBA RIJA

UM MARCO NA HISTÓRIA DE PORTUGAL
Documentos históricos: © MR (2011). Direitos reservados.

sábado, 28 de maio de 2011

M339 - Brazão de Armas do C.I.O.E./C.T.O.E.

Brazão de Armas do C.I.O.E./C.T.O.E.

Armas


Escudo de vermelho, um leopardo de oiro lampassante do primeiro segurando na garra dianteira dextra, uma espada de prata.


Elmo militar, de prata, forrada de vermelho, a três quartos para a dextra.


Correia de vermelho perfilada de oiro.


Paquife e virol de vermelho e de oiro.


Timbre: Um crescente de vermelho sustendo um leopardo rampante saínte de oiro, lampassado e armado do primeiro, segurando na garra dianteira dextra uma espada de prata.


Divisa: Num listel de branco, ondulado sotoposto ao escudo, em letras de negro elzevir, «QUE OS MUITOS POR SER POUCOS NAM TEMAMOS».


Simbologia e Alusão das Peças


O LEOPARDO, símbolo da casta guerreira, que como hábil caçador alia à ferocidade a astúcia e a destreza, representa o garbo, a firmeza e a força.


A ESPADA, símbolo de classe militar, evoca a bravura e representa o poder de, separando o bem do mal, destruir a perversidade e a ignorância e construir a justiça e a paz.


O CRESCENTE, símbolo das antigas lutas de Reconquista, alude à arábica Lamico ou Lameca que, após 400 anos de sujeição ao valiato de Badajoz, passou definitivamente para a posse da Cristandade depois de assediada pelo rei Fernando Magno.


Os Esmaltes Significam


O OIRO, nobreza e firmeza.


A PRATA, pureza e humildade.


O VERMELHO, valentia e audácia.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

M338 - A.O.E. - Associação de Operações Especiais. 37 anos a confraternizar. EXPOSIÇÃO ALUSIVA


A.O.E. - Associação de Operações Especiais

Amigos, Camaradas e Visitantes deste blogue a A.O.E. - Associação de Operações Especiais, que leva já 37 anos a confraternizar entre a família RANGER, seus familiares e Amigos, tem a honra de vos convidar, para uma visita à sua EXPOSIÇÃO ALUSIVA.



Entre os dias 11 e 19 de Junho, todos serão bem recebidos nas instalações do Espaço de TODOS os RANGERS, localizado no:


Agrupamento Habitacional das Antas
Rua Oliveira Santos, Loja n.º 71
4350 – 006 PORTO



(A cerca de 500 m do Estádio do Dragão, também tem acesso pela Rua das Antas).


VENHAM E TRAGAM OS VOSSOS AMIGOS!



37 anos a confraternizar

EXPOSIÇÃO ALUSIVA

terça-feira, 17 de maio de 2011

M337 - 10 de Junho de 2011 - Dia de Portugal - Programa final


Cumprindo a tradição que se vem mantendo já há muito anos a esta parte, mais uma vez este ano prestaremos a nossa mais sentida e merecida homenagem a todos os heróis que tombaram na Guerra de África - 1962-1975 -, e, em especial, aos nossos valorosos e saudosos Homens de Operações Especiais.

De acordo com o RANGER Rui Souto, fica assim estabelecido o programa para o pessoal que desloca desde Viana do Castelo.
Partida de Viana do Castelo, no dia 10 de junho, pelas 04H00, paragem no Porto às 05H00.

Junção do pessoal do Porto e partida para Lisboa.

Participação nas cerimónias e, no fim destas, desfile dos RANGERS presentes, até junto do Monumento para o grito RANGER, em homenagem a todos os Combatentes da Guerra, já falecidos e vivos.

Almoço no jardim local, com os nossos farnéis eventualmente acrescido, com os alimentos que são fornecidos, a preços módicos no local, pela organização oficial das cerimónias.

No fim do almoço, cerca das 17H00, partida para Santarém para uma visita à Feira Agrícola.

No fim doa visita... regresso a casa!

Os interessados devem inscrever-se ligando para:

RANGER Rui Souto: 968 456 509, ou
RANGER Magalhães Ribeiro: 965 059 516

CURIOSIDADE HISTÓRICA: Para quem gosta de História de Portugal, recebi uma mensagem de um Amigo ex-Conbatente, estudioso, investigador e analista do nosso período histórico relativo à Guerra de África, informando que, segundo as suas conclusões fidedignas e insuspeitas, por ele recolhidas, a afirmação de que a Guerra de África decorreu entre 1962 e 1975 -, não é correcta pela simples razão, de que os ataques à soberania do Estado Português nas ex-Províncias africanas, se iniciaram no Verão de 1954, na Índia (dois polícias assassinados por "satyagrahis" no enclave de Damão), além do que no Memorial Nacional constam nomes de militares mortos-em-campanha, não apenas no Ultramar Português em África mas em outras latitudes, desde 1955 até 1975.

NOTAS DE MR:

JAMAIS ESQUEÇAM: O 10 de Junho é um Feriado Nacional destinado única e escialmente para Comemorar Portugal, não para ir à pesca, para a praia, ou qualquer outro entretem ou ocupação terceira.

TODOS OS PORTUGUESES, QUE SE DIGNAM DE O SER, DEVEM ISSO AOS NOSSOS JOVENS FALECIDOS NA GUERRA DE ÁFRICA!

TODOS OS COMBATENTES DEVEM ISSO AOS SEUS CAMARADAS MORTOS!
POVO QUE NÃO HONRA OS SEUS MORTOS NAS GUERRAS É POVO SEM MEMÓRIA, SEM PASSADO E SEM FUTURO!

Quem não quiser comemorar Portugal, ESTÁ NO SEU DIREITO DEMOCRÁTICO, mas então seja DIGNO E HONESTO e diga ao seu patrão/chefe que QUER IR TRABALHAR nesse dia! É de Homem e é também de um bom PORTUGUÊS!
VIVA PORTUGAL!

domingo, 15 de maio de 2011

M336 - Ranger Raul Nunes do 1º Curso de 1973, BCAÇ 4515/73, GE 200 e GE 218, Norte de Angola



Ranger Raul Nunes
1º Curso de 1973

Hoje apresenta-se nesta enorme parada cibernética RANGER, o Ranger Raul Nunes do 1º Curso de 1973, que cumpriu a sua comissão militar no Batalhão de Caçadores 4515/73 e G.E. (Grupo Especial) 200 e GE 218, em Nambuangongo - na Região dos Dembos -, no Norte de Angola.
Na instrução em Penude, fez parte da equipa de combate do nosso conhecido Ranger Pedro Neves.

Emblema dos Grupos Especiais de Angola
4 dos 5 Homens de uma equipa de combate de elite: Pedro Neves, Raul Nunes, Sérgio e Arsénio
Recolha do meu Grupo Especial, após uma operação nas matas do Canacassala. Eu estou sentado no taipal da Berliet
Festa que o Comando do meu Batalhão preparou para o Grupo Espcial (GE), que eu comandava em Nambuangongo. Aqui, estou a entregar uma lembrança a um do elementos do grupo.

Um abraço para todos os RANGERS de Portugal e, em especial, para os do meu 1º curso de 1973,
Ranger Raul Nunes

M335 - O Hino das Operações Especiais



O Hino das Operações Especiais



Um hino de que me orgulho ter ajudado a "desenhar", com algumas palavras.

sábado, 14 de maio de 2011

M334 – RANGER Paiva Fernandes do 4º curso de 1972 e GE 205 – 1973/74

RANGER Paiva Fernandes

4º curso de 1972

Comandante do G.E. (Grupo Especial) 205


O RANGER Paiva Fernandes concluiu o 4º curso de 1972, e seguiu para o Centro de Instrução de Grupos Especiais (C.I.G.E), no Dondo em Moçambique, onde frequentou a especialidade de GE – Grupos Especiais (ver mensagens M55, M56 e M57).
RANGER e GE, cumpriu a sua comissão militar naquele território, como comandante do Grupo Especial 205 (G.E.205) - 1973-1974 -, como Alferes Miliciano.
As operações em que actuou como operacional com o seu aguerrido, eficaz e temível GE, de que se recorda melhor, foram as que se realizaram poucos dias antes do 25 Abril de 1974, pois ocorreram em zonas que o IN (inimigo) – a FRELIMO -, dizia libertadas e onde há muito não havia actuação das NT – Nossas Tropas.
As operações para enfraquecer e se possível eliminar a resistência do inimigo, eram sempre designadas por nomes de código e o Piava Fernandes lembra-se das “Operação Besugo 4” e “Operação Pração”.
Os efectivos empregues nessas missões de alto risco, comandados pelo Paiva Fernandes, foram 2 Grupos Especiais (com cerca de 120 homens): GEs 205 e 210.

1. A operação Besugo 4 foi realizada entre NANGADE e DIACA, sendo o objectivo principal assaltar uma base inimiga designada por acampamento “Magaia” (3942,5:1126), iniciou-se em 27MAR1974, pelas 05H00 e teve a duração de 4 dias.

Durante a acção foram capturadas 2 armas Steyer, destruídas várias infra-estruturas e capturados vários elementos IN. A partir do segundo dia de operação, as NT foram por várias vezes fustigadas com intenso fogo IN nomeadamente com fogo de granadas de Morteiro, RPG, Canhão s/Recuo, além das habituais armas ligeiras (AK-47, Simonov, PPSH, etc.).

2. A Operação Pração foi realizada pelos GE205 e GE210, entre DIACA e NANGADE, iniciaram-se em 10ABR1974, pelas 05H00 e tiveram a duração de 4 dias.

Também recorda que durante uma operação na região do lago Bohé (3958.1117), houve um reencontro com um grupo IN, tendo as NT abatido 1 guerrilheiro e capturado a sua arma - 1 espingarda Simonov.

Na região de Cassimo (3954.114), foram as NT emboscadas com forte fogo IN, proveniente de armas pesadas, tendo o nosso pessoal, nas respectivas reacções, destruído as instalações utilizadas pelos guerrilheiros IN e capturado diversos elementos IN.
Outra operação do G.E.205, foi a operação “Remela”, realizada para a região de coordenadas (3946.1115) e (3943.1112). Iniciou-se em 13SET1973 pelas 05H00 e, durante os combates, as NT causaram 3 mortos confirmados ao IN e capturaram 2 espingardas Kalashnikov.
Ainda se lembra que se encontrava com o G.E. 205 numa operação na Mutamba dos Macondes, no dia 25 Abril de 1974, tendo a curiosidade de nessa operação seguirem comnosco 2 jornalistas italianos repórteres de guerra, que também já tinham acompanhado em reportagem as forças americanas no Vietname e relembra o seu elogio ao ritmo de progressão que os GEs revelavam no mato.

Notas do editor:

É obrigação patriótica e nacionalista (políticas fora - ter amor à Pátria), que se transmita fiel e inequivocamente às novas gerações (pós-25 de Abril), dado o latente desprezo e ostracismo a que, os sucessivos governos de Portugal têm votado os seus ex-Combatentes da Guerra do Ultramar, a exaltação sempre que nos for possível, de que há MILHARES deles (os que não fugiram) que, quer tenham estado na rectaguarda das hostilidades, assegurando os indispensáveis fornecimentos de equipamentos, materiais, armas, munições, correio, alimentos, etc., quer tenham participado nos combates mais sangrentos e mortíferos, sentem DESMEDIDO ORGULHO em terem sido COMBATENTES POR PORTUGAL.
Que, também, JAMAIS renegarão a sua condição de portugueses e de terem contribuído com tudo o que sabiam e podiam, muitas vezes até com o que não podiam, para cumprir o que foi designado pelo poder político então vigente, como um imperativo nacional: DEFENDER TERRAS DE PORTUGAL ALÉM-MAR.

A Guerra do Ultramar Português não foi uma invenção, ou um qualquer jogo de play-station de Salazar e Caetano, era um legado ancestral e histórico, fruto de muio suor, sangue e lágrimas de outros portugueses ousados e aventureiros, que às suas longínquas épocas descobriram e conquistram Além-Mar, pedaços de terra em África e um pouco por todo o mundo, tornando então a par com outros países do globo Portugal, numa das maiores potências mundiais, em quase todas as áreas de decisão.

Portugal era então olhado com respeito e admiração por muitos países e considerado um parceiro ao mais alto nível, para todas as políticas europeias.

É claro que também tínhamos países inimigos e alguns que dizendo-se amigos, tramavam-nos sempre que podiam, quer na ONU, quer em outras organizações internacionais.




M333 - CTOE em entrevista ao Jornal de Lamego

O Senhor Comandante do CTOE - Centro de Tropas de Operações Especiais -, Coronel de Infantaria Diogo Sepúlveda Velloso, em entrevista ao Jornal de Lamego pelo 50º aniversário da Unidade, com a devida vénia e agradecimento.

CTOE de Lamego: Muitos jovens sonham com Operações Especiais mas acabam por desistir.


Cinquenta anos após a sua criação, o Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), em Lamego, continua a atrair muitos jovens que sonham pertencer a esta unidade de elite, mas muitos são também aqueles que acabam por desistir.


Numa entrevista à agência Lusa a propósito do 50º aniversário do CTOE, o seu comandante, coronel de infantaria Diogo Sepúlveda Velloso, mostrou-se convicto de que ‘é muito fácil ser das Operações Especiais, basta querer’.


Isto porque, explicou, além da capacidade física, são necessárias ‘uma capacidade de discernimento e uma força de vontade que permitam ultrapassar as dificuldades da formação e depois do treino operacional’.


Muitos não as têm e, por isso, ainda que o CTOE reúna ‘um capital de voluntários bastante elevado’, tem também um grande número de desistências.


‘Hoje a juventude não encaixa bem no perfil dos desafios, da vontade e do ultrapassar. Há um facilitismo quase militante na sociedade ocidental e essa é a grande dificuldade e o grande problema dos jovens’, considerou.


Na opinião de Sepúlveda Velloso, os jovens ‘quando enfrentam rigor, disciplina’ demonstram dificuldades em perceber ‘o que é o altruísmo, a entrega gratuita a um bem comum e a um objectivo comum da eficácia de um grupo’.


‘Vê-se que as pessoas vivem isoladas e têm muita dificuldade em ultrapassar a barreira do individual para o colectivo’, contou, acrescentando que isso leva a muitas desistências, nomeadamente logo nos primeiros períodos, em que a formação é idêntica em todo o Exército.


Segundo o comandante do CTOE, os jovens desistem ‘por coisas tão simples como terem horários, estar frio, porque a namorada ligou’ ou mesmo por terem de andar vestidos todos da mesma forma.


No ano passado, por exemplo, cerca de 600 jovens manifestaram vontade de integrar as Operações Especiais mas depois aparecerem pouco mais de cem à porta do quartel.


‘Desses, eu diria que dos que vieram da vida civil chegam ao final e serão graduados em Operações Especiais cerca de 40′, estimou.


Os que conseguem enfrentar as dificuldades iniciais, têm depois em Lamego uma vida ‘longa e preenchida’, garante Sepúlveda Velloso.


Isto porque a unidade faz por ano, em média, um total de 23 exercícios, 15 dos quais na área da formação e mais oito de dimensão nacional ou internacional.


O responsável explicou que o CTOE está ‘em estado de prontidão para interesses nacionais relativamente elevado’ e tem vindo a integrar todas as NATO Response Force (NRF) desde a sua origem.


Explicou que, neste momento, a unidade de Lamego tem vários militares espalhados pelo mundo, nomeadamente um na componente de Operações Especiais do Afeganistão, uma equipa sniper junto da Quick Reaction Force que foi para o Afeganistão com os Comandos e o destacamento de Operações Especiais junto da força que está no Kosovo.


O CTOE participa também em missões de cooperação técnico-militar em Moçambique, no Centro de Formação das Forças Especiais, e no projecto dos Comandos da Brigada de Forças Especiais de Angola, acrescentou.




segunda-feira, 9 de maio de 2011

M332 – AOE (Associação de Operações Especiais) - 8º Jantar Encontro/Convívio - , decorreu em 7 de Maio de 2011



NOS 1º SÁBADOS DE CADA MÊS

JANTAR/CONVÍVIO A PARTIR DAS 19h30

Associação de Operações Especiais (AOE)

UMA ASSOCIAÇÃO ONDE TODOS TRABALHAM, CONFRATERNIZAM E SE DIVERTEMESPAÇO DE TODOS OS RANGERS8º Jantar Encontro/Convívio
7 de Maio de 2011
Arroz MalandroSardinha mini

RANGER Andrade e RANGER Caetano

Fernanda e Paula, super-divertidas

RANGER Afonso e Filho, RANGER Anunciação (à direita)

RANGER Rui Souto, GE Carlos Boaventura, GE Mário Branco e GE Cândido Feio

Discurso pelo RANGER Albano Pereira



Completaram o elenco deste jantar/convívio os seguintes operacionais e convidados:


RANGER Rui Souto do 1º/70, GE Cândido Feio, GE Carlos Boaventura e GE Mário Branco
RANGER Afonso e Filho


RANGER Anunciação 3º/83
RANGER Kingwell Caetano 1º/96
RANGER Manuel Abelha 1º/72

RANGER Abílio Rodrigues e Fátima
RANGER Albano Pereira 1º/81
RANGER Leonel Rocha1º/74 & Esposa Ana
RANGER Magalhães Ribeiro 4º/73, Esposa Fernanda e Fernando Barbosa
RANGER Manuel Lopes 1ª/86, Paula, João & Irene
RANGER Rocha 1º/81 e Daniel
RANGER Fernando Araújo 4º/72
RANGER Carvalheira 1º/78, Teresa & Sérgio
RANGER Alexandre Rocha 1º/74
RANGER Carlos Sousa 2º/67
RANGER Froufe Andrade 4º/67


Fotografias: © MR (2011). Direitos reservados.

 
ESTA VIDA SÃO DOIS DIAS E UM JÁ PASSOU... VIVAM A VIDA… CONVIVAM… RIAM… DIVIRTAM-SE… E JUNTEM-SE A NÓS... NO ESPAÇO DE TODOS OS RANGERS

Até ao próximo dia 4 de Junho de 2011 (sábado) no 9º Jantar/Convívio... se Deus quiser!

terça-feira, 3 de maio de 2011

M331 - FAFE 2011 - Convívio/Radical RANGER - 27, 28 e 29 de Maio

RANGER FAFE 2011

Convívio/Radical

27, 28 e 29 de Maio

O RANGER Alexandre Rocha, divulga assim o próximo raid radical a levar a efeito na atractiva e belíssima barragem da Queimadela, localizada na não menos majestosa e acolhedora cidade de Fafe.

Caros Amigos e Camaradas, anexo o convite para o encontro de RANGERS, que a "COMISSÃO DE TRABALHOS DA A.O.E. - FAFE" tem vindo a organizar anualmente.

O nosso "quartel" vai ser instalado no "PARQUE DE CAMPISMO DE QUEIMADELA, EM FAFE" e todas as actividades decorrerão na zona limítrofe da barragem local.

Não esqueçam: O que é necessário tarzer é a boa disposição, o espírito RANGER e apetite q.b..

RANGER... YAAAAAAAAAAAAAAA!

O sucesso deste evento só depende de ti, dos teus familiares e Amigos, que te queiram acompanhar e dar-nos o prazer da sua companhia e, ou, participação!

Se não puderes aparecer nos dias 27 e 28, por qualquer motivo, contamos contigo para almoçar no dia de encerramento das "hostilidades", dia 29 (domingo).

CONTAMOS CONTIGO!