terça-feira, 4 de setembro de 2012

M537 - RANGERS de LUTO. Faleceu no dia 3 de Setembro de 2012, o RANGER TGen Augusto José Monteiro Valente

Homenagem ao RANGER TGen Augusto José Monteiro Valente, falecido no dia 3 de Setembro de 2012. 

Com a devida vénia e agradecimentos publicamos nesta mensagem, mais uma vez, a excelente e considerada por muitos dos Homens de Operações Especiais, uma das melhores reportagens de sempre sobre a nossa estimada especialidade, o extracto da revista HOMEM - Nº 51 de Junho de 1993, onde se evidenciou um grande Comandante do CIOE, hoje CTOE, falecido no dia 3 de Setembro de 2012.

No nosso arquivo apenas dispomos de um curto resumo do seu longo currículo militar, que apresentamos a seguir e que esperamos actualizar logo que possível.  
























2 comentários:

antonio barbosa disse...

OS BONS NÃO MORREM, AUSENTAM-SE

Tive o previlégio de ter tido como Cmt de Companhia de Instrução no 4º Curso de 1972 o então Cap. AUGUSTO JOSE MONTEIRO VALENTE ontem prematuramente desaparecido.
PAZ À SUA ALMA, á familia enlutada as minhas condolências.
Ranger ANTONIO BARBOSA

NAVEG disse...

faleceu, em 03Set2012...
Augusto José Monteiro Valente:
- nascido a 16Abr44 em Coimbra;
- em 1966 concluiu na AM o Curso de Infantaria;
- no final de 1967, com o posto de alferes do QP e a especialidade
'ranger', seguiu para Angola onde fez o tirocínio;
- em 02Out70-08Set72, capitão de infantaria 'ranger', comandou no sudoeste da Guiné a CCac2792.
- em 09Set73, fez parte do grupo de 136 oficiais contestatários, reunido "em conclave síndico-castrense" no palheiro de uma herdade nas Alcáçovas (Évora);
- em 15Mar74, integrou no CIOE-Lamego o grupo de 13 oficiais contestatários à exoneração das chefias superiores do EMGFA;
- em 25Abr74, assumiu na Guarda o comando do RI12 e seguidqmente ocupou o posto fronteiriço de Vilar Formoso
- em 29Set92-27Jul94, coronel, comandou o CIOE;
- brigadeiro na reforma, co-fundador da A25A, de cujo corpo redactorial fez parte.
- em 2005 publicou «O 25 de Abril e a construção da lusofonia, uma perspectiva cultural - o 25 de Abril, o MFA e a lusofonia» (a pp.126-121, in "Estudos de literaturas africanas: cinco povos, cinco nações", Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)

No decurso da guerra no Ultramar, não se lhe conhecem quaisquer relevantes desempenhos.