sábado, 25 de fevereiro de 2012

M408 - RANGER Lopes Vaqueiro de 1º Curso de 1984

Apresenta-se hoje o RANGER Lopes Vaqueiro de 1º Curso de 1984 
 O RANGER Vaqueiro comandando um Pelotão no BIA - Batalhão de Infantaria de Aveiro 
Discursando no juramento de bandeira da nova massaricada, no BIA (Batalhão de Infantaria de Aveiro). 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

M407 - Os melhores amigos do Homem


CENAS DE AMOR SINCERO 


Como os cães receberam os soldados americanos, seus donos, regressados da guerra do Afeganistão!

Sem mais comentários, as imagens falam por si, cliquem no seguinte link:

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

M404 - ALMIRANTES, GENERAIS E A QUADRATURA DO CÍRCULO, da autoria do Sr. David Martelo – coronel do Exército (Ref.º)



Com a devida vénia e agradecimentos, publicamos um interessante artigo da autoria do Sr. David Martelo, Cor. Exército Refº, comentando o programa/debate semanal, televisivo da SICnotícias: QUADRATURA DO CÍRCULO

ALMIRANTES, GENERAIS E A QUADRATURA DO CÍRCULO

A primeira parte do programa da Sic Notícias “A Quadratura do Círculo” de ontem (09Fev) proporcionou-nos, provavelmente, o melhor debate dos últimos anos sobre a problemática das Forças Armadas.

Logo a abrir, José Pacheco Pereira começou por salientar que era essencial que a República decidisse se quer ou não ter Forças Armadas. Depois, acrescentou que era sua convicção haver muita gente no governo que de bom grado optaria pela opção da sua extinção, nas quais vêem apenas uma enfadonha despesa.


Da intervenção de Pacheco Pereira relevo, ainda, o facto de ter dito, em tom naturalmente solene, que seria um tremendo erro menosprezar o mal-estar existente das FA, patenteando uma sensibilidade muito correcta sobre o sentimento presente nas fileiras e que não é, como o actual Ministro da Defesa pretende fazer crer, uma manifestação semi-subversiva, filha de uma manipulação política cozinhada no seio das Associações Profissionais de Militares.

Da intervenção de António Costa realço a observação que fez relativamente ao tipo de medidas que, no âmbito da actual crise, o governo tem implementado nas FA.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, essas medidas têm incidido muito mais nos cortes dos direitos dos militares do que na racionalização do funcionamento da estrutura militar, onde, segundo ele, se poderiam encontrar diversas formas de fazer baixar a despesa.


A intervenção de António Lobo Xavier foi extremamente invulgar e merece um destaque especial. Começou por discordar da terminologia usada recentemente pelo MD, ao referir-se à “insustentabilidade” do actual modelo de FA. 

Lobo Xavier disse que ninguém podia esperar que as FA, como qualquer empresa bem gerida, se pagassem a si próprias. Depois, considerou que as polémicas em que o ministro se tem envolvido com as APM acabam por diminuir a importância das Chefias Militares. E formulou algumas interessantíssimas perguntas: qual será o pensamento dos CEM’s acerca de toda esta polémica? De que lado estão? Qual é o seu papel? Seguidamente, perante a ausência de respostas a estas singelas quão inocentes perguntas, rematou, em tom conclusivo, o óbvio: não vejo que tenham credibilidade!

Para os militares do activo, reserva e reforma, estas questões formuladas por Lobo Xavier expressam, naturalmente, o pensamento que, desde há muitos anos, têm dos seus camaradas que, sucessivamente, foram ocupando os vértices da estrutura militar. É certo que, na maior parte das tomadas de posição públicas, os CEM’s foram sendo poupados a críticas por parte quer das APM quer de militares isolados.


Mas, agora, até um civil que nunca vestiu a farda (como o próprio salientou) notou esta aberração de não se perceber de que lado estão os nossos chefes militares. Ainda não perceberam que é uma posição reveladora de uma clamorosa falta de coragem, essa, sim, a todos os títulos insustentável?

Se não têm vocação para os incómodos resultantes das funções que ocupam, porque não aproveitam o recado que o MDN deu às APM?

David Martelo – Coronel do Exército (Ref.º)

10 Fev 2012

sábado, 11 de fevereiro de 2012

M402 - SNIPERS uma designação moderna para os franco-atiradores


SNIPERS uma designação moderna para os franco-atiradores

"UM ALVO UM TIRO" 



Temos recebido diversas mensagens a solicitar-nos que falemos mais da especialidade sniper, que em Portugal é ministrada, e muito bem, no Centro de Tropas de Operações Especiais, em Lamego.


Já publicamos 8 mensagens que podem ser vistas nas mensagens de que publicamos abaixo os respectivos links e pouco ou nada mais há a acrescentar ao que e ali está fiel e superiormente descrito, por quem domina bem esta matéria. 

Um deles era sem dúvida o RANGER GEN Lemos Pires, recentemente falecido e que permanecerá para sempre na nossa memória, como um Homem leal e justo. 

No entanto rebuscamos o nosso arquivo, e encontramos mais algumas raras fotos impressionantes de snipers, quase todas elas fornecidas pelo RANGER/SNIPER Sérgio Fernandes, um dos primeiros operacionais desta categoria instruídos em Portugal.


Sniper devidamente camuflado pronto a entrar em acção
Treino de tiro
Sniper camuflado para acção em guerrilha na selva
Snipers do Exército Português

Preparação em rapele
Sniper e sua parelha
Sniper solitário em acção na montanha

Fotos: © RANGER/SNIPER Sérgio Fernandes (2009). Direitos reservados
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Mais mensagens sobre snipers neste blogue:

21 de Janeiro de 2011
3 de Abril de 2010

27 de Agosto de 2009

13 de Julho de 2009

21 de Abril de 2009

7 de Fevereiro de 2009

9 de Outubro de 2008

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

M401 - CONTRA ESTE E QUALQUER OUTRO desACORDO desORTOGRÁFICO... HOJE E SEMPRE! - 2


EU JÁ ASSINEI...

Já não bastava arruinar o país, também querem arrasar a língua portuguesa...

Amigos PORTUGUESES (que se prezam e sentem orgulho  de o ser), enviados pelo nosso Amigo Abreu dos Santos em comentário à mensagem M400, reproduzem-se os url respeitantes a duas petições públicas, online, contra a entrada em vigor do suposto "Acordo Ortográfico de 1990":
Assinar a petição são 20 segundos.
O laxismo, a passividade e a indiferença são a favor da destruição da nossa língua.

CADA VEZ SOMOS MAIS CONTRA O desACORDO desORTOGRÁFICO... CONTRA TUDO E CONTRA TODOS QUE DEFENDAM A SUA INSTITUIÇÃO! 
«A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, prepara-se para abandonar o novo acordo ortográfico»!


E o prof Malaca Casteleiro, ... piurso.

Ouvir notícia, aqui...


http://www.youtube.com/watch?v=N1slW0PSkzM
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(e dois dias antes... )

OPINIÃO
O acordo do desacordo
07 Fevereiro 2012, 23:30
BagãoFélix


Volto ao Acordo Ortográfico (AO). Por obra e graça de Vasco Graça Moura que felicito pela coragem e determinação.

Assim como pela oportuna iniciativa de Mota Amaral. Volto ao Acordo Ortográfico (AO). Por obra e graça de Vasco Graça Moura que felicito pela coragem e determinação.

Assim como pela oportuna iniciativa de Mota Amaral.

Com a aprovação do 2º Protocolo Modificativo do AO, estabeleceu-se que para este entrar em vigor bastaria a ratificação por três Estados lusófonos. Uma batota legal! O Brasil - claro - foi o primeiro, seguido de São Tomé e Cabo Verde. Angola e Moçambique, além da Guiné e Timor, não o fizeram. Tal situação faz-me lembrar, noutro plano, o que seria na Europa um Acordo deixar de fora Estados mais populosos (ou fundacionais) e vigorar por força do número ou quantidade de países como Malta, Chipre, Luxemburgo, Letónia, etc.

A Resolução do CM (Jan. 2011) que determinou a aplicação do AO nos documentos oficiais refere dois objectivos: "reforçar o papel da língua portuguesa como língua de comunicação internacional e garantir uma maior harmonização ortográfica entre os oito países da CPLP." Alguém deu por alguma destas anunciadas pretensões?

Estamos perante o acordo do desacordo. Numa matéria destas é lamentável o défice de escrutínio público. A língua é assunto que deve exigir a busca de um consenso tão alargado quanto possível. Ao invés, induziu-se o artificialismo do ruído mínimo garantido. Sempre que pessoas ou organizações se atreveram a lançar críticas ou dúvidas, logo foram arrogantemente consideradas ultrapassadas ou incapazes de olhar o futuro.

Vivendo tempos em que até direitos fundamentais são questionados, estaremos, quanto ao AO condenados à desistência ou à inacção? Estaremos resignados a viver entre a troika financeira, a China accionista, a Angola económica e o Brasil linguístico?

Ainda estamos a tempo de impedir este empobrecimento da nossa língua. Não podemos ser indiferentes.

Leiam também as mensagens:

12 de Janeiro de 2012