quinta-feira, 30 de abril de 2009

M99 - Espaço RANGER na cidade do Porto (2)

Ver também a a mensagenm M96 de 26ABR
Aspecto da porta de acesso ao bar/sala de estar


ESPAÇO RANGER
NA CIDADE DO PORTO

(Planta)


domingo, 26 de abril de 2009

M98 - DANIEL ROXO - Um mito que foi Herói e uma Lenda da Guerra do Ultramar (Metapédia - Enciclopédia alternativa)

Com a devida menção à origem - a Metapédia - Enciclopédia alternativa -, retirei este artigo sobre aquele que foi um dos últimos portugueses a morrer em combate.

Daniel Roxo


Daniel Roxo era transmontano de nascimento e doou-se completamente à defesa da Pátria.


Morreu em território português de Angola continuando a luta onde o deixaram - no Batalhão 32 do Exército Sul Africano. 

Ele que foi sempre o Comandante aceitou as divisas de Sargento e decidiu (como tantos outros da sua estirpe) continuar o combate.


A sua acção em combate foi épica. A ele e a outros poucos portugueses se deve a grande vitória da ponte 14 (Dezembro de 1975 - no rio Nhia) em que milhares de cubanos e MPLA foram clamorosamente derrotados pelo Batalhão 32. 

Durante a batalha os portugueses do Batalhão 32 sofreram quatro mortos. Os Cubanos e MPLA perderam mais de 400 homens, embora o número exacto seja difícil de determinar pois, como a BBC mais tarde informou, camiões carregados de cadáveres estavam constantemente a sair da área em direcção ao norte. 

Entre os Cubanos mortos estava o comandante da força expedicionária daquele país, o Comandante Raul Diaz Arguelles, grande herói da Cuba de Fidel. E note-se sem a intervenção de meios aéreos! Só com apoio da artilharia.


Foi cronologicamente a última grande batalha em que soldados portugueses (no século XX) se bateram. E bem! 

Trata-se de uma batalha que nas nossas Academias Militares não é estudada (nem sequer conhecida), mas que pelas inovações tácticas e emprego de pequeníssimos grupos de comandos deu resultados bem inesperados (para os cubanos, é claro). No entanto esta batalha é estudada (e bem) nas academias russas, britânicas e americanas (algumas).

Poucos meses depois o nosso Daniel Roxo morria em combate. Antes contudo tinha já recebido a maior condecoração sul africana (equivalente à nossa Torre e Espada). Só no primeiro reconhecimento abateu (sozinho) 11 inimigos a tiro.

Durante uma patrulha perto do rio Okavango, o seu Wolf (veículo anti minas semi blindado) rebentou uma mina e foi virado ao contrario, matando um homem e esmagando Roxo debaixo dele. O resto da tripulação tentou levantar o veiculo para o libertar mas era demasiado pesado. Breytenbach, (antigo comandante dos Búfalos, no seu livro (Eles vivem pela Espada - They Live by the Sword, pp. 105) escreveu:

Danny Roxo, mantendo-se com o seu carácter intrépido, decidiu tirar o melhor partido das coisas, acendendo um cigarro e fumando-o calmamente até que este acabou, e então morreu - ainda esmagado debaixo do Wolf. Ele não se tinha queixado uma única vez, não tinha dado um único gemido ou grito, apesar das dores de certeza serem enormes.

Assim morreu o Sargento Danny Roxo, um homem que se tinha tornado numa lenda nas Forças de Segurança Portuguesas em Moçambique, e que rapidamente se tinha tornado noutra lenda nas Forças Especiais Sul Africanas.

Retirado de "http://pt.metapedia.org/wiki/Daniel_Roxo

M97 - Fotos do GE Fur. Mil.º Fernando Reis que integrou o GE (Grupo Especial) 407


Furriel Miliciano dos Grupos Especiais (GE) Fernando Reis, que integrou o GE 407


Vagueando pela net encontrei o blogue do Fur. Mil.º GE Fernando Reis, que integrou um grupo composto inicialmente por 84 homens, mas entre os que fugiram e chumbaram no curso, passou então a ser de 64 homens. 



Foi colocado na província moçambicana da Zambézia, unto à fronteira com o Malawi, mais exactamente no Mongoé (pequena aldeia perto de Milange)

O seu Grupo Especial recebeu o nº 407.

No seu blogue, o Fernando Reis descreve as fases de instrução e vários tópicos sobre a organização destes famosos e temidos combatentes, que se tornaram uma lenda na guerra que Portugal travou em África.

O endereço do blogue é: 




Salto de helicóptero e 2 das famosas rações de combate do TIPO E.







Aguardemos que outros GEs e GEPs sigam o exemplo do Fernando Reis, contando-nos as suas histórias.

M96 - Espaço RANGER na cidade do Porto (1)




sexta-feira, 24 de abril de 2009

M95 - 16 de Abril - O Dia da Unidade no C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais - cidade de Lamego


O Dia da Unidade - C.T.O.E. - Centro de Tropas de Operações Especiais -, é para todos os RANGERS de Portugal um dia especial.

Desde o ano de 1962, está estimado em 6.500 o número de Homens que concluiram com sucesso, esta especialidade.

A benção das boinas, a imposição das mesmas e entrega dos emblemas aos novos RANGERS, são 2 dos momentos mais altos e significativos deste dia.























terça-feira, 21 de abril de 2009

M94 - SNIPER Canadiano em ACÇÃO

SNIPER Canadiano em ACÇÃO
Recorde de Franco atirador (SNIPER) canadiano no Afeganistão... LER ANTES DE VER O VÍDEO

No filme podem ser observadas algumas sequências de franco-atiradores (snipers) canadianos, eliminando franco-atiradores talibãs, no Afeganistão. Estes vídeos foram feitos através da luneta do spotter (parceiro observador) do franco-atirador, que fica à sua direita.

O atirador canadiano usa uma carabina calibre 50. O cartucho tem 20 cm de comprimento e a culatra tem 2,5 cm de diâmetro. O projéctil tem 0,5 polegada (11,25 mm) e 1,5 polegada (37,5 mm) de comprimento.

Atente, no primeiro vídeo, que o sniper talibã está acima de uma saliência de pedra e, quando se ouve o tiro, veja o que sucede.

Confirmaram que o sniper talibã estava a uma distância que consistituiu um novo recorde mundial, já que o recorde anterior era do sniper dos marines, o legendário Carlos Hatchkock, no Vietename, em 1967.

O canadiano estava a 2.800 m de altitude e o alvo a 2.970 m, com um vale entre eles.

O recorde durou somente uns dois dias.

Os franco-atiradores canadianos operam apoiando a infantaria americana. Usam a carabina MacMillan calibre 50, com culatra e carregador de 5 tiros.

A equipa do franco-atirador é constituída por 3 homens, que além da carabina 50, contam com três carabinas standard C7 canadianas, sendo uma delas equipada com lança-granadas de 203 mm.

Os pedaços que se vêm voando são dos alvos (corpos), dado o deslocamento hidrodinâmico do impacto.


Enviado pelo RANGER Nabais

video

P.S. - Aqueles que hoje se designam por SNIPERS, eram antigamente conhecidos por fanco atiradores.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

M93 - CONVÍVIOS DE NATAL DA A.O.E. (ASSOCIAÇÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS)

CONVÍVIO DE NATAL DA A.O.E. - ASSOCIAÇÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS



Creio que posso afirmar inequívoca e terminantemente, que não há Associação que se preze, que não procure constantemente na concretização das suas actividades atingir modelos ideais, tanto na preparação dos programas, como na introdução de eventuais novidades, nos critérios de selecção dos locais de realização e no custo que isso vai envolver a cada um dos participantes.

 
Estas preocupações têm sempre o mesmo objectivo que é deixar todos os seus associados, familiares, amigos e convidados, em graus de satisfação pessoal elevados e "clientes" para os anos seguintes.

Também as Direcções da A.O.E., tem apostado na máxima optimização de todos os seus eventos, de tal modo que, alguma melhoria (por muito sensível que seja), que se pretenda introduzir, se torna uma missão quase impossível, mas nunca de todo.


Um dos convívios que pensamos se tornou rotineiro, quer pela constância do seu programa e do local de concretização é o nosso tardicional almoço de Natal.

A justificação é simples; Fátima, além de ser uma cidade central no contexto do mapa continental, é um local místico com toda a religiosidade envolvente devido aos raros factos ali vividos e possui variadíssima oferta ao nível da restauração, que servem boas refeições, em ambiente descontraído e, porque não dizê-lo, familiar.

Também permitem, que ali pernaneçamos em ameno convívio o resto da tarde.
Assim, vindos dos “quatro cantos” de Portugal afluem a Fátima, nos princípios dos meses de Dezembro, mais de uma centena de pessoas em festivas, alegres e ruidosas confraternizações de Natal.

Estes encontros são enriquecido sobremodo com a presença habitual de RANGERS Veteranos, que são lendas vivas entre os demais RANGERS portugueses, como são os casos dos nossos estimados e conceituados Associado nº 1 - RANGER TGen. Cardeira Rino, o nosso RANGER MGen. Lemos Pires e o nosso MGen. Pinto Ferreira, que proferem habitualmente, breves e eloquentes alocuções alusivas as estas efemérides.


Termina-se sempre, cada um destes eventos, desejando-se que no Natal seguinte o sucesso destes repastos se voltem a repetir e, se possível, se tornem cada vez maiores.


M92 - Brasão da ex-Guiné Portuguesa


Com a devida referência e agradecimento retirei a informação desta mensagem do seguinte site:


Um site que é gerido e formatado por um membro da LusoVex: Bandeiras em Português! Sr. António Martins

Descrição dos brasões dos territórios ultramarinos:

Embora muitas das várias divisões administrativas (concelhos e freguesias) tivessem já brasões e bandeiras (a exemplo da metrópole) em vésperas de 1974, já muito anteriormente haviam sido atribuidos aos territórios ultramarinos brasões próprios (um previlégio nunca concedido às províncias metropolitanas...).

Pela portaria nº. 8098 de 1935.05.06, a cada um dos oito territórios foi atribuído um escudo partido em mantel, cuja sinistra ostentava uma composição heráldica característica do território, enquanto a dextra e a ponta, idênticas nos vários brasões, realçavam a ligação à metrópole. Assim, eram a dextra, de prata, cinco escudetes, de azul, postos em cruz e carregados cada um com cinco besantes de prata em aspa; e a ponta, de prata, cinco ondas de verde.

Os manteis sinistros eram os seguintes para a Guiné Portuguesa: de negro, um ceptro, de ouro, encimada por uma cabeça de africano, do mesmo — armas pessoais de D. Afonso V.

sábado, 18 de abril de 2009

M91 - Memorial aos RANGERS Mortos em Combate na Guerra do Ultramar (1961 - 1974)

Imagem da Capela do C.T.O.E.


Disse-me um dia um grande general português, de seu nome Carlos Azeredo que: "Povo que não respeita e não honra os seus mortos em combate, nem sequer merece o oxigénio que respira."

Honrando esta Nobre e Leal máxima, todos os anos uma delegação de RANGERS, marcam a sua presença nas cerimónias de homenagem aos Combatentes da Guerra do Ultramar, em Belém/Lisboa, onde digna e plenamente se relembram os falecidos em África.
Também na sua unidade o C.T.O.E. (Centro de Tropas de Operações Especiais), em Lamego, tem um Memorial aos seus Mortos, onde está escrito: "EM MEMÓRIA DAQUELES QUE UM DIA GRITARAM RANGER".
Junto deste memorial que os RANGERS vivos, seus Familiares e Amigos, militares e civis, jamais esquecerão os seus Heróis!

Dos homens que saíram da nossa Unidade, faleceram 61 nas 3 frentes da guerra em África (Angola, Moçambique e Guiné), sendo que 38 morreram em combate (8 em Angola, 10 em Moçambique e 20 na Guiné), 21 em acidente (7 em Angola, 4 em Moçambique e 10 na Guiné), 1 por motivo de doença e 1 desaparecido.
Recorrendo à base de dados em - http://rangers.no.sapo.pt/CIOE/Mortos.htm -, e com a colaboração do Abreu dos Santos (Unidades a que pertenciam e motivo da morte), foi possível listar e ordenar pelas ex-Províncias Ultramarinas, os seguintes dados dos nossos mortos:
Angola
1965 - Angola
JOÃO MANUEL VIEIRA – Fur.Mil.º – 1965 – ANGOLA [BCaç. 725, Cbt - Nambuangongo 06Ago65]
JAIME DE OLIVEIRA VAZ – Alf.Mil.º – 1965 – ANGOLA [CCav. 1402, Cbt - Bela Vista/Zala 28Nov65]
ANTÓNIO AUGUSTO MOURA SANTOS – Fur. Mil.º – 1965 – ANGOLA [CCav. 1451, Acd - Lumbala 11Dez65]
1968 - Angola
MIGUEL FERNANDES – Alf.Mil.º – 1968 – ANGOLA [CCaç. 1628, Acd - Novo Redondo 18Mar68]
JOSÉ MANUEL MACEDO AZEREDO PAIS – Alf.Mil.º – 1968 – ANGOLA [CCav. 1535, Cbt - Lago Dilolo/Luacano 27Mar68]
JÚLIO DA SILVA PEIXOTO – Fur.Mil.º – 1968 – ANGOLA [CCaç. 1672, Dnç - Mussende 18Jul68]
JOAQUIM CARNEIRO RIBEIRO DE MATOS – Fur.Mil.º – 1968 - ANGOLA [19ª CCmds., Acd - Luso 27Nov68]
ANTÓNIO MANUEL DA SILVA BASTOS – Fur.Mil.º – 1968 – ANGOLA [19ª CCmds., Acd - Luso 27Nov68]
1969 - Angola
JOÃO VASCONCELOS PORTO FERNANDES – Alf.Mil.º – 1969 – ANGOLA [19ª CCmds., Cbt - Luso 09Fev69]
JOSÉ REBELO CRUZ – Alf.Mil.º – 1969 – ANGOLA [CArt. 1702, Cbt - Malanje 24Mai69]
1970 - Angola
JOSÉ VENTURA RODRIGUES – Alf.Mil.º – 1970 – ANGOLA [CCaç. 2546, Cbt - Teixeira de Sousa 04Fev70]
1972 - Angola
JOSÉ DOMINGOS REIS – Alf.Mil.º – 1972 – ANGOLA [CCaç. 3321, Acd - Umpulo 03Mar72]
JOÃO ASCANIO PEREIRA DA SILVA MOTA – Alf.Mil.º – 1972 – ANGOLA [CCaç. 3511, Acd - Mucusso 08Mar72]
ANTÓNIO VIEIRA ALVES – Alf.Mil.º –1972 – ANGOLA [CArt. 3449 (Cmdt 3ºPel.), Cbt - S.Salvador/Buela 21Jun72]
1973 - Angola
JOSÉ ANTÓNIO BANDEIRA PEIXOTO – Fur.Mil.º – 1973 – ANGOLA [CCav. 3517, Acd - Luvuei 23Fev73]
1974 - Angola
CARLOS DA SILVA MIRANDA – Fur.Mil.º – 1974 – ANGOLA [CArt3540, Cbt - Luando/Camacupa 06Mai74]

Moçambique

1966 - Moçambique
JOSÉ GARCIA HENRIQUES – 2º Sarg. Inf.ª – 1966 – MOÇAMBIQUE [CCaç. 803, Cbt - Mueda 08Abr66]
1967 - Moçambique
AMILCAR JESUS MARTINS PERALTA – Fur.Mil.º - 1967 – MOÇAMBIQUE [CCaç. 1632, Cbt - Mocímboa/Nambude 16Ago67]
LUÍS MANUEL RAMOS CARVALHO – Alf.Mil.º – 1967 – MOÇAMBIQUE [CCaç. 1503, Cbt - Nancatari/Toma do Nairoto 04Nov67]
1969 - Moçambique
ANÍBAL AUGUSTO QUINTAS – Fur.Mil.º – 1969 – MOÇAMBIQUE [18ª CCmds, Cbt - Vila Cabral 23Jan69
1970 - Moçambique
JOSÉ JOAQUIM PEREIRA DA SILVA – Cap.Mil.º – 1970 – MOÇAMBIQUE [CArt. 2717, Cbt - Nancatari 15Ago70]
1971 - Moçambique
RUI MANUEL DA FONSECA BRANDÃO DE FREITAS – Alf.Mil.º – 1971 – MOÇAMBIQUE [CCav. 2751, Cbt - Chai/Ponte Rio Messalo 22Jan71]
ANTÓNIO JOÃO LOPES SOEIRO – Fur.Mil.º – 1971 – MOÇAMBIQUE [CArt. 2717, Cbt - Nancatari 26Jun71]
JOÃO ARTEIRO MARQUES MATA – Alf.Mil.º – MOÇAMBIQUE [CCav. 2652, Cbt - Vila Gamito 14Jul71]
NUNO FERNANDES GALVÃO – Fur.Mil.º – 1971 – MOÇAMBIQUE [BCaç. 3843, Acd - Chipera/Chiringa (Cabora Bassa) 31Ago71]
1972 - Moçambique
ALMIRO DA COSTA SANTOS – Cap.Mil.º – 1972 – MOÇAMBIQUE [BCaç. 16, Cbt - Meluco 29Ago72]
JOÃO MANUEL DE CASTRO GUIMARÃES – Fur. Mil.º – 1972 – MOÇAMBIQUE [GE, Cbt - 15Nov72 / corpo n/recup./reg. "desaparecido"]
1973 - Moçambique
ANTÓNIO JOSÉ DOS SANTOS BERNARDO DE ALMEIDA – Alf.Mil.º – 1973 – MOÇAMBIQUE [BArt6221, Acd - Canxixe 24Mai73]
ALBERTO JESUS TEIXEIRA FORTE – Alf.Mil.º – 1973 – MOÇAMBIQUE [CCav. 3509, Acd - Macomia 25Jul73]
1974 - Moçambique
VICTOR MANUEL MARTINS DE ALMEIDA – 1ºCab.Mil.º – 1974 – MOÇAMBIQUE [BCaç. 4811, Cbt -Valadim 06Fev74]
ORLANDO DA SILVA GOMES BELO – Fur.Mil.º – 1974 – MOÇAMBIQUE [CArt. 3557, Acd - Fudze 04Mar74]
Guiné
1965 - Guiné
DOMINGOS MOREIRA LEITE – Fur.Mil.º – 1965 – GUINÉ [CCaç. 727 (Cmdt Sec), Cbt - Canquelifá/Pixe 30Jan65
MÁRIO HENRIQUES SASSO] – Alf.Mil.º – 1965 – GUINÉ [CCaç. 728, Cbt - Catió 05Dez65]
1966 - Guiné
ANTÓNIO DOS SANTOS MANO – Fur.Mil.º – 1966 – GUINÉ [CCaç. 1439, Cbt - Enxalé 06Out66]
JOSÉ CARLOS ESPERANÇA RODRIGUES – Alf.Mil.º – 1966 GUINÉ [CCaç. 1586, Acd - Pixe 12Dez66]
JOÃO GIRÃO DE LEMOS – Fur.Mil.º – 1966 – GUINÉ [CCaç. 1622, Acd - Nhala 17Dez66]
1968 - Guiné
ROGÉRIO NUNES DE CARVALHO – Alf.Mil.º – 1968 – GUINÉ [CArt. 2338, Cbt - Cheche/Canjadude 17Abr68]
CARLOS MANUEL GASPAR DA FONSECA – Fur.Mil.º – 1968 – GUINÉ [CCaç. 1617, Acd - Bissau 05Jul68]
MÁRIO JUVENCIO GOMES CAMACHO – Alf.Mil.º – 1968 – GUINÉ [CArt. 1745, Cbt - Bigene 25Out68]
1969 - Guiné
CARLOS AUGUSTO FERNANDES – Fur.Mil.º – 1969 – GUINÉ [CCaç. 2586, Cbt Có/Pelundo 10Ago69]
FRANCISCO JOÃO MARTINS MENDES DE PALMA] – Fur.Mil.º – 1969 - ANGOLA [CArt. 2474, Cbt - Luvaca 03Set69]
1970 - Guiné
MANUEL ENCARNAÇÃO COSTA – Alf.Mil.º – 1970 – MOÇAMBIQUE [17ª CCmds, Cbt - Montepuez 13Mar70]
DINIS CÉSAR DE CASTRO – Fur.Mil.º – 1970 – GUINÉ [CCac2589, Cbt - Braia/Infandre 12Out70]
GUIDO PONTE BRASÃO DA SILVA – Alf.Mil.º – 1970 – GUINÉ [CCav. 2748, Cbt - Camamelifé 22Out70]
ABÍLIO RODRIGUES FERREIRA – Alf.Mil.º – 1970 GUINÉ [1ª CCmds Afric, Cbt - Conackry 22Nov70]
1971 - Guiné
FERNANDO ASSUNÇÃO SILVA – Cap.Inf.ª – 1971 – GUINÉ [CCaç. 2796, Cbt - Gadamael 24Jan71]
MANUEL LUÍS MAIA SILVA – Fur.Mil.º – 1971 – GUINÉ [CCaç. 3304, Acd - Jugudul 01Jun71]
JOÃO MANUEL MENDES RIBEIRO – Alf.Mil.º – 1971 GUINÉ [CArt. 2715, Cbt - Ponta Varela 04Out71]
NELSON JOAQUIM ALMEIDA PEREIRA SOARES – Alf.Mil.º – 1971 – GUINÉ [CArt. 3332, Cbt - Duas Fontes/Pixe 26Out71]
FRANCISCO LOPES GONÇALVES BARBOSA – Alf.Mil.º – 1971 – GUINÉ [CCav. 2747, Cbt - Buruntuma 25Nov71]
1972 - Guiné
ALCINO FRANCO JORGE DA SILVA – Fur.Mil.º – 1972 – GUINÉ [CArt. 2742, Acd - Fajonquito 02Abr72]
JOSÉ FERNANDO RODRIGUES FELIX – Alf.Mil.º – 1972 – GUINÉ [CArt. 2742, Acd - Fajonquito 02Abr72]
ARMANDINO DA SILVA RIBEIRO – Alf.Mil.º – 1972 – GUINÉ [CCaç. 3490, Cbt - Saltinho 17Abr72]
ANTÓNIO SÉRGIO PRETO – Alf.Mil. – 1972 – GUINÉ [CCaç. 2781, Cbt - Bissum 29Jun72]
CARLOS ALBERTO DA CUNHA BARBOSA – Fur.Mil.º – 1972 – GUINÉ [CArt. 3417 - Cbt - Ganljaurá 29Out72]
MÁRIO PALMA RODRIGUES – Fur.Mil.º – 1972 – GUINÉ [CCaç. 13, Cbt - Bissorã 30Out72]
1973 - Guiné
AMANDIO DE MORAIS CARDOSO – Fur.Mil.º – GUINÉ - 1973 - [CCaç. 3548, Acd - Pixe 19Fev73]
NUNO GONÇALVES DA COSTA – Alf.Mil.º – 1973 – GUINÉ [Pel. Cac. Nat. 51, Acd - Jumbembem 16Jul73]
1974 - Guiné
LUÍS FILIPE PINTO SOARES – Fur.Mil.º – 1974 – GUINÉ [CCaç. 3545, Cbt - Canquelifá 07Jan74]
MANUEL JOÃO ROQUE TRINDADE – Fur.Mil.º – 1974 – GUINÉ [BArt. 3873, Acd - Bambadinca 12Mar74]
DIOGO CONCEIÇÃO SALGUEIRO – Fur.Mil.º – 1974 – GUINÉ [BArt. 6522, Acd - Ingoré 25Jul74]

"Que Deus os Proteja"

Fotos da homenagem anual, comum na Unidade (RANGERS do quadro activo e ex-RANGERS) no CIOE/CTOE.
Prece RANGER

M90 - A.O.E. Breve historial & INSTANTÂNEOS DAS 31 CONFRATERNIZAÇÕES ANUAIS DA ASSOCIAÇÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS - 1ª Série

«Continuação da mensagem M88... »

ASSOCIAÇÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS



Breve historial da Associação

A Associação de Operações Especiais (A.O.E.), foi oficializada em 6 de Junho de 1980, através de escritura lavrada no Cartório Notarial da cidade de Lamego.

Tomou assim forma o desejo de manter ligados todos aqueles que frequentaram o Curso em Penude, e que sempre ficaram animados de profundos laços de amizade e sã camaradagem.

As confraternizações anuais dos elementos de Operações Especiais, vulgarmente conhecidos por RANGERS, decorriam já desde o ano de 1978.

Foi na confraternização de 6 de Outubro de 1979, que se decidiu criar esta Associação. Nomeou-se uma comissão e as reuniões começaram.

A 19 de Abril de 1980, em Reunião Geral, discutiu-se e aprovou-se o Estatuto e Regulamento Geral, e procedeu-se à eleição para os órgãos sociais. Estes actos foram noticiados nos principais jornais do país.

São finalidades primordiais desta Associação, incentivar uma maior convivência, uma fraternidade dinâmica e uma solidariedade eficaz entre todos os seus Associados.
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Cumprindo estes primordiais desígnios, os RANGERS criam entre si, em cada um dos cursos, elos de amizade incríveis e indescritíveis, a que se juntam, ao longo do decorrer da instrução, os respectivos monitores, instrutores e comandantes.

Para quem não sabe, devido às especificidades de actuação e fins a que se destinam a própria especialidade, para vencer as provas e os obstáculos que são propostos aos candidatos a RANGERS, estes elos de amizade intra-cursos aliados a uma necessária e sã convivência familiar e a invulgares actos de camaradagem, é que permitem, à quase totalidade dos candidatos, concluir o curso com sucesso.

Bem se pode dizer que os RANGERS são preparados meses a fio, para o que der e vier, nos cenários mais diversos, agrestes e inóspitos, de modo a estarem preparados a cumprir as missões mais "impossíveis", seja em tempos de guerra ou em épocas de paz.

Uma das finalidades da A.O.E., tem sido criar pontos de união e convívio, sem qualquer tipo de constrangimento, que permita o intercâmbio de conhecimentos e camaradagem entre duas grandes gerações de RANGERS: a da Guerra do Ultramar (1962 a 1975), por isso, homens que rondam hoje entre os 56 e 70 anos, com a geração contemporânea (entre os 20 e os 56 anos).

Se os primeiros cumpriram na sua totalidade missões de guerra, uma boa parte dos últimos tem sido chamada a cumprir missões de paz em várias partes do mundo: Timor, Bósnia, Iraque e Afeganistão, sendo estes países os mais propalados, mas também em outros países Europeus.

Há um símbolo comum a todos que é o emblema RANGER, que por si só aproxima os novos e os "velhos" elementos desta especialidade, outro poderia ser a boina, embora até aos anos 80, quer as companhias de Caçadores Especiais (que vieram a dar origem aos RANGERS), quer posteriormente as tropas de Operações Especiais/RANGERS, usassem boinas castanhas e, actualmente, por decreto do Ministério do Exército, passou a usar-se a cor verde seco.

Ainda houve uma companhia de Caçadores Especiais, salvo erro a 4ª, que usou a boina camuflada.

Assim, sendo impossível aos elementos mais novos usarem as boinas antigas, até pelo simples facto que muitos se encontram no activo militar, têm
sido os mais "velhos" que têm vindo a adoptar, como sua também, a boina verde seco.














M89 - Capas das Revistas "O RANGER" desde o Nº1

A revista "O RANGER" reflecte a vida intestina da Associação de Operações Especiais, contando com artigos de muitos dos seus amigos, militares e civis.