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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

M540 - Jantar RANGER em Lisboa - 1 de Setembro de 2012, pelo RANGER António Barbosa





Camaradas RANGERS,



No passado dia 1 de Setembro, um grupo de RANGERS de Lisboa resolveram fazer um jantar, na tentativa de juntar o maior número possível de elementos da nossa especialidade.

O jantar realizou-se no Restaurante "A Flor do Vale", em
Almornos, junto ao Parque de Campismo do C.C.L. e foi bastante bem servido.

O ambiente esteve óptimo como se pode ver nas fotos.

Pela primeira vez, após programada combinação com o RANGER Cândido Teixeira, fizemos o nosso grito de guerra RANGER simultaneamente com a malta do Porto, via telemóveis, como se pode ouvir na mensagem M544.

Um abraço,
RANGER António Barbosa
Cadete no 4º curso de 1972 








sábado, 4 de dezembro de 2010

M287 – Os soldados portugueses em África, na Guerra do Ultramar (2), pelo RANGER António Barbosa

O soldado português, pela sua valentia, bravura e poder de sacrifício, vencendo todos os obstáculos que lhe são levantados, são considerados por muitos peritos e estudiosos mundiais destas matérias, entre os melhores do mundo.
Já na mensagem M284 apresentei uma resumida descrição da preparação e instrução ministrada aos jovens portugueses, com 21/22 anos de idade, nos anos 60 e 70, transformando-os em soldados portugueses, para combater em África, na Guerra do Ultramar, num dos piores cenários conflituosos: a selva africana.
Também falei em algumas das condições de vivência e convivência com as populações locais, com que os mesmos se deparavam no meio das mais profundas matas africanas.
A guerra arrastou-se entre 1961 (início das hostilidades em Angola) e 1975 (retirada dos últimos soldados portugueses de Angola), tendo provocado cerca de 10.000 mortos entre as tropas portuguesas, derivados de várias origens desde acidentes a doenças, minas anti-pessoais e anti-carro e ferimentos em combates.
Ao iniciar estas novas considerações vamos saber quantos tipos de Homens existiam naquele período:
- os que fugiram da guerra (em relação aos quais apenas vou tecer um comentário);
- os que se apresentaram nos quartéis e cumpriram o melhor que souberam e puderam;
- os que se apresentaram nos quartéis e sabiam que estavam bem protegidos por altas e seguras cunhas (fossem de carácter militar ou civil e em relação aos quais, do mesmo modo, apenas vou tecer um comentário).
Em relação àqueles que fugiram cobardemente da guerra, e em menor grau de cobardia aqueles que estiveram sempre na certeza, comodidade e tranquilidade de estarem bem protegidos por altas e seguras cunhas, excluindo-se de se solidarizarem com os seus restantes conterrâneos no esforço conjunto do cumprimento daquilo que sempre se chamará, em qualquer país do mundo, ontem, como hoje e amanhã, o dever de um cidadão para com a sua Pátria, apenas registo um desejo é que continuem a viver sem remorsos, nem problemas de consciência, com toda a comodidade e tranquilidade que a vida lhes possa permitir!
Sobre aqueles que se pronunciam e escrevem sobre a Guerra do Ultramar, ou de África, infelizmente constata-se que há também vários tipos de Homem:
- os idiotas e, ou, ignorantes, que não sabem o que dizem;
- os traidores e cobardes que deturpam os factos e acontecimentos, e inventam fantasiosas e ofensivas cenas, e falsas declarações para fins pessoais, jornalísticos ou políticos;
- os “calimeros”, que se reconhecem facilmente em frases como: “Eu fui um desgraçadinho, coitadinho de mim, fui obrigado a fazer tropa… infeliz… ao frio… à chuva… ao sol… fui obrigado a ir pr’à guerra.” Não apresentam sequer um qualquer beliscão desse tempo!
- os honestos, leais, verdadeiros.
Os idiotas e ignorantes, que não sabem o que dizem, mais lhes valia estarem quedos e mudos, informarem-se e estudarem melhor este capítulo da nossa história recente, para puderem fazer jus aos factos e acontecimentos, em nome da verdade, lealdade e justiça.
Estes imbecis ainda podem merecem as nossas piedosas desculpas, pois mais não atingem intelectualmente que a sua reduzida visão e saber dos factos históricos, podem provocar pequenas mossas históricas (mesmo assim torpes), em quem lhes dá credibilidade, quem é da mesma conveniência, cobarde, traidor à Pátria e, ou, serve interesses politicamente nojentos e obscuros.
Outros há bem mais perigosos, os cretinos ressabiados, e destes já não se pode dizer o mesmo. Distorcem os factos e andam sempre à procura nas entrelinhas de falhas e, ou, incorreções para explorarem e dissecarem, a fim de se servirem deles para os seus miseráveis e execráveis interesses - principalmente políticos -, usam e abusam da mentira, da falsa fé, da deturpação criminosa, do mal-dizer, etc.
A finalidade é avespinhar a Pátria e, ou, destruí-la como Nação, jamais pensam nos nossos mortos e nos nossos heróis, que tudo deram de si e nada pediram em troca.


Muitos ignoram, não lhes interessa sequer saber, ou deturpam, basicamente aquilo que os verdadeiros portugueses atentos e estudiosos SABEM, foi que:

O ULTRAMAR PORTUGUÊS ERA UM LEGADO HISTÓRICO DA EXPANSÃO PORTUGUESA, ANCESTRAL, REGADA COM O SACRIFÍCIO, SUOR E SANGUE DE REIS, DESCOBRIDORES, AVENTUREIROS E GUERREIROS, DESTEMIDOS, OUSADOS E VALENTES, QUE PERCORRERAM O MUNDO, LÉS A LÉS, DESCOBRINDO NOVOS MUNDOS, NOVOS POVOS, NOVOS PRODUTOS, MATERIAIS, ETC. E QUE, AO LONGO DOS SÉCULOS, FOI SENDO POVOADO E DESENVOLVIDO POR MILHARES DE PORTUGUESES, OUSADOS E DESTEMIDOS TAMBÉM ELES, À PROCURA DE UMA TERRA QUE LHES DESSE O QUE NÃO ERA DADO NO CONTINENTE, PARA SI E SEUS FILHOS E, ACIMA DE TUDO, MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA.

Uma das matérias mais evitadas pelo pessoal que foi mais operacional é a parte que respeita às decisões políticas (incorrectas e erradas), que levaram à origem desta guerra.
Muitos portugueses culpam o 1º Ministro que em 1962 governava o país - Prof. Dr. António de Oliveira Salazar -, por ele não ter tomado a decisão de, um vez posto ao corrente do início do terrorismo em Angola, a que se seguiu Moçambique e a Guiné, não ter tentado uma solução política optando pela via da guerra.


Uma das medidas preconizadas pelos agentes práticos que acompanhavam a evolução dos factos no terreno, era simplesmente o de integrar (arranjar empregos decentes), para os nativos oriundos de Angola, Moçambique e Guiné, que concluíam nos nossos institutos e faculdades, com sucesso, os seus cursos superiores.


Sabe-se que os movimentos de libertação foram altamente reforçados e até comandados por indivíduos com cursos superiores, de que são exemplos: na Guiné – Engº Amílcar Cabral, em Angola - Dr. Agostinho Neto, que muito notabilizaram e credibilizaram as acções anti-portugueses.
Outra medida teria sido o da autodeterminação das populações locais, em que, atempadamente e com clama, se tivesse, através de eleições políticas, decidido um futuro melhor para aquelas ex-províncias ultramarinas.
Assim não foi e ao fim de 12 anos de guerra, em 3 frentes, com milhares de mortes de ambas as partes, foi um povo desgastado e cansado de ver os seus filhos a morrer, que em 25 de Abril de 1974 saiu para as ruas a festejar e reforçar irreversivelmente um golpe que depôs o regime de Salazar e Caetano, de que resultou o imediato fim da guerra.


Entregaram-se à sua sorte, veloz (a fugir de quem? uma interrogação que muitos portugueses hoje gostavam de saber uma resposta), e incondicionalmente, as ex-províncias portuguesas, sem auscultar minimamente o pulsar e inclinações das populações e o resultado foi o que se sabe… os diversos movimentos digladiaram-se selvática e intestinamente em sanguinárias e mortíferas guerras civis, levando à morte milhares de pessoas.
3 incontestáveis e historicas fotos da terrível guerra civil que assolou Luanda (Angola), vendo-se corpos de pessoas brancas, mulatas e negras
Desta matéria fala-se pouco, ou quase nada, pois não interessa ao poder político em Portugal, um parte porque sempre apoiou a retirada total dos portugueses de África, outra porque após o 25 de Abril pactuaram com tudo o que fosse feito para “livrar-nos” daquelas possessões.
Recorde-se que viviam e tinham a sua vida completamente organizada (toda e qualquer riqueza que tinham estava investido naquelas terras), perto de 200 mil pessoas em Angola, 100 mil em Moçambique e algumas centenas na Guiné.
Com a “cavalgada” da fuga dos militares, a quase totalidade desta gente ficou sem nada, de um dia para o outro, e foram despachados aos molhos, em barcos e aviões, para o Continente, apenas com a roupa que tinham vestida.
Muitos fugiram para países vizinhos que os acolheram, sendo o mais escolhido a África do Sul.
Resumindo e concluindo: o povo e os soldados estavam cansados e desgastados pela guerra, que durou mais ou menos 13 anos em Angola, 12 em Moçambique e outros tantos na Guiné, levando-os a juntarem-se aos revoltosos no 25 de Abril de 1974.
Foi este onda que reforçou sobremodo o dispositivo dos militares que constituiam o golpe militar e que viria a concretizar-se nas ruas de Lisboa.
Além da dezena de milhar de mortos na guerra, muitos foram aqueles que ficaram estropiados e com stress pós-traumátrico de guerra, que só serão sanados com a morte.

Mas mesmo assim os militares portugueses sabiam improvisar, adaptar-se, desenrascar-se e deram lições de valentia, dureza e de grande esforço, unidos pela camaradagem que ainda hoje perdura e é bem latente entre os ex-Combatentes vivos.

VIVA PORTUGAL!


Emblema de colecção: © Carlos Coutinho (2010). Direitos reservados.
Fotografias: © António Barbosa (2010). Direitos reservados.

sábado, 20 de novembro de 2010

M284 – Os soldados portugueses em África, na Guerra do Ultramar (1), pelo RANGER António Barbosa


Os soldados portugueses em África, na Guerra do Ultramar (1), pelo RANGER António Barbosa 

Já foi dito nas mensagens M253 e M274 que o nosso Camarada RANGER António Barbosa, do 4º curso de 1972, cumpriu como Alferes Miliciano de Operações Especiais/RANGER a sua comissão militar na Guiné, incorporado no 1º Pelotão da 2ª Companhia de Artilharia, do Batalhão de Artilharia 6523, em Cabuca, nos anos de 1973 e 1974.

Entretanto ele continua a enviar mais algumas das suas fotos de antologia que, para aqueles que percorreram as mesmas terras e enfrentaram como souberam e puderam, com maior ou menor perícia e arte, e derrotaram os mesmos obstáculos, relembram e refrescam boas e más memórias daqueles tempos.

Os soldados portugueses mais não eram que uns putos com 21/22 anos (feitos Homens rapidamente), muitos ainda acabados de sair dos liceus e faculdades, que eram chamados pelas Forças Armadas a apresentarem-se nos quartéis, e lhes era ministrada 3 meses de instrução militar (recruta) e depois eram distribuídos, mais 3 meses, por diversas especialidades de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Transmissões, Intendência, Material Transportes, Saúde, Tropas Especiais, Polícias Militares, Marinha e Força Aérea.

Finda a especialidade alguns seguiam de imediato para a guerra, ou em rendição individual (geralmente para substituir algum morto ou outro soldado que tivesse acabado a sua comissão), ou incorporados em vários tipos Unidades (secções, pelotões, companhias ou batalhões).

É claro que, como seres humanos educados, cada um de modo diferente do outro, cada um mais ou menos sensível que o outro, cada um mais ou menos espírito guerreiro que o outro, cada um mais ou menos preparado psicológica e fisicamente que o outro, etc. enfrentamos de modo muito desigual a preparação e a actuação na guerra (guerrilha na selva), desgastante, doentia, traiçoeira e mortífera, que aos nossos soldados se lhes apresentou nos quartéis em Portugal e nos quartéis e buracos em África (Angola, Moçambique e Guiné).
Muitos tão mal treinados foram... e as consequências foram terríveis!

Houveram alguns, felizmente poucos, que se apresentaram no primeiro dia a chorar (uns tantos com saudades da família pois eram casados e com filhos, outros revoltados com a incorporação para a qual nunca estiveram preparados psicologicamente, inclusive por motivos políticos e religiosos, e os cagarolas/cobardes com medo dos eventuais ferimentos ou morte) e só voltaram a sorrir no último dia de tropa.

Se estes problemas psíquicos foram dificilmente, ou jamais debelados, pelas suas vítimas, então imaginem acrescentar-lhe as condições em que muitos foram sujeitos em África, desde a estarem enfiados em autênticos buracos construídos no chão (muito pó no Verão e lama por todos os lados nas épocas das chuvas), mal alimentados, rodeados de milhões de mosquitos (que transmitiam entres outras maleitas o perigosíssimo paludismo), reptéis de todas as espécies e, como se não bastasse, localizados em confins inimagináveis, sem qualquer outro ser humano ou povoação por perto, a não ser o inimigo.
Não era um inimigo qualquer, com muita experiência de guerra (alguns gravitavam nas suas hostes desde o início das hostilidades - 1962 -, 12 anos de combates), óptimo conhecedor do terreno que galgava, dos melhores locais para se esconderem e aramarem as suas emboscadas e armado com as melhores armas que se podiam encontrar no mercado de guerra da altura (principalmente dos países comunistas do Leste Europeu), como as espingardas e metralhadoras automáticas: Kalashnikov AK-47, PPSH-41, Simonov SKS, Degtyarev DShK, RPD e DPM, Sudaev, PPS-43, Goryunov SG-43, Vladimirov KPV, etc.
Um inimigo que se camuflava bem entre a população nativa, dominava bem as técnicas da guerrilha da selva, entre elas sabia como usar as traiçoeiras, temíveis e destruidoras minas e armadilhas, que destruiam dia-a-dia o ânimo e a combatividade dos nossos melhores Homens.
Os nossos melhores homens, bem alimentados e apoiados, e por tradição com muito, bem seleccionado, adequado e intensivo treino, eram sem dúvida nenhuma o pessoal das forças especiais: os Paraquedistas, os Comandos e os Fuzileiros, e também porque actuavam conjuntamente meses a fio, muitas vezes comandados por hierarquias com várias comissões e, por isso, velhas "raposas" super-operacionais, experientes e bem conhecedoras dos hábitos e costumes do adversário.
Seria uma injustiça de todo o tamanho não fazer aqui jus a muitas Unidades de Infantaria, Cavalaria, Artilharia, Força Aérea e Marinha, que jamais temeram o inimigo, antes pelo contrário, demonstrando grande agressividade e combatividade tática e operacional, tendo eliminado grande número de inimigos, tendo-lhe capturado imenso material de guerra e garantido a segurança total das suas áreas de actuação, sob a sua competência e responsabilidade.
Para mais pormenores sobre as armas utilizadas pelo inimigo, consultem o bem conseguido estudo sobre esta matéria de Luís Dias no site:


As mensagens:
e
Guiné 63/74 – P6892: Armamento (4): Metralhadoras Pesadas (Luís Dias)

Se alguma dúvida persistir no amigo leitor do que aqui é dito, além das palavras expressas e das fotos que se seguem, então atente nesta famosa e imortal frase de um dos generais mais brilhantes e célebres do Exército Português de todos os tempos, que permanecerá imortalizado pela sua inconfundível personagem e pelos métodos de actuação no terreno, onde muitas vezes se expôs, para apoiar os seus Homens (militares como é óbvio) nos locais de acção.

Ocasiões houve em que o fez, destemida e energicamente debaixo de fogo inimigo.
O seu carisma e a sua celebridade ficarão indelevelmente registados na História de Portugal, pela ousadia (que teve o seu preço) do lançamento do seu famoso e único livro escrito antes da revolução do 25 de Abril de 1974 - "Portugal e o Futuro" -, mais precisamente em 22 de Fevereiro de 10974, onde, resumidamente, propunha a Marcelo Caetano (então 1º Ministro) uma solução política para o problema da Guerra do Ultramar.
Chegastes meninos! Partis Homens!
General António Spínola


A arte e o engenho do pessoal de Engenharia e muitas vezes de soldados super habilidosos das diversas companhias (quando lhes eram proporcionados os materiais necessarios para o efeito), iam permitindo construir algumas instalações básicas, que davam aos aquartelamentos um certo ar "civilizado"


A sala de jantar de Oficiais e Sargentos tinha este aspecto. Não se pode dizer que não era limpo e arrumado. Quanto ao resto: moscas, mosquitos e outros visitantes pouco recomendáveis... enfim, estamos falados!


Valia muitas vezes as hortas, quer propriedade de populares locais, quer de malta da companhia, que muito nos ajudavam na preparação das refeições e, consequentemente, a manter-nos vivos e prontos para o que desse e viesse. Não fossem os portugueses MESTRES na arte de DESENRASCAR
A caça variada, existente um pouco por todo o território, era um dos recursos utilizados para termos algumas refeições de carne fresca


A higiene pessoal, indispensável à boa conservação saudável dos corpos, era prioritária. Assim, havia que aguçar o engenho e a arte para se conseguir resultados práticos e úteis
Pelo menos uma boa "duchalhada" diária sabia a civilização Os nativos viviam em palhotas milenares agrupados nas designadas Tabancas e viviam o dia-a-dia com as suas tarefas rotineiras, preocupados com a sua natural sobrevivência. Entre eles criamos enormes e imortais amigos, de tal modo que agora, passados 40 anos, quando os ex-Combatentes visitam as localidadeas por onde andaram nos tempos de guerra, são espantosa e agradavelmente recebidos em tons festivos e de imensa satisfação e alegria, por aqueles que lá conheceram então 

O povo da Guiné é na generalidade afável e muito acolhedor, embora atravesse um periodo de muita pobreza, com falta de quase tudo. 

É constituído por cerca de 30 etnias, que entre si se relacionam melhor ou pior, de que me lembro agora: Papéis, Balantas, Fulas, Futa-Fulas, Fulas, Mandingas, Manjacos, Brames, Bijagós, etc. 

Termino lançando aqui um apêlo para quem puder auxiliar de algum modo aquele povo o faça... ele merece por todos os vicissitudes e suplícios por que têm passado agarvados sobremodo pelas quezílias intestinas que tem passado nos últimos anos! 

Fotografias: © António Barbosa (2010). Direitos reservados.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

M274 – O RANGER António Barbosa (4º curso de 1972), procura notícias do seu Amigo da Guiné, RANGER Aurino Barbosa Medeiros (2º curso de 1973)

O nosso Camarada RANGER António Barbosa, do 4º curso de 1972, cumpriu como Alferes Miliciano Operações Especiais/RANGER a sua comissão militar na Guiné, incorporado no 1º Pelotão da 2ª Companhia de Artilharia, do Batalhão de Artilharia 6523, em Cabuca, nos anos de 1973 a 1974, procura saber notícias de outro nosso Camarada RANGER de nome Aurino Barbosa Medeiros (NIM 15228173 e por isso da incorporação de 1973), que foi Furriel Miliciano Operações Especiais/RANGER na mesma companhia e batalhão.
ATENÇÃO AÇORES


O RANGER Aurino (Açoreano) com o RANGER Barbosa na Guiné

Assim, solicita-se ajuda para permitir o reencontro entre estes 2 RANGERS, que desde o seu regresso a Lisboa nunca mais se encontraram, registando-se aqui o apelo a quem souber alguma indicação do seu paradeiro, por favor contacte o RANGER Barbosa para o seu e-mail: a.antonio.barbosa@gmail.com ou para o telemóvel 936 470 419.

O RANGER Barbosa com o RANGER Aurino

Emblema de colecção: © Carlos Coutinho (2010). Direitos reservados.
Fotografia: © António Barbosa (2010). Direitos reservados.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

M253 – RANGER António Barbosa do 4º Curso de 1972

António Barbosa

4º Curso de 1972



Guiné 1973 a 1974

Mais um RANGER se apresenta nesta galeria virtual, o António Barbosa que foi Alferes Miliciano no 1º Pelotão da 2.ª CART do BART 6523 (Companhia de Artilharia do Batalhão de Artilharia nº 6523).
Cumpriu a sua comissão militar na Guiné – em Cabuca -, nos anos de 1973 a 1974.
É natural de Santarém e enviou-nos algumas fotografias do seu álbum de memórias.


Miniguião do BART 6523

O grupo de combate do RANGER Barbosa

Uma Kalashnikov AK-47 capturada ao inimigo