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domingo, 9 de dezembro de 2012

M563 - Fundação dos USA RANGERS. Major RANGER Robert Rogers




Spencer Tracy foi o actor americano que deu corpo ao Major Robert Rogers - fundador dos RANGERS dos E.U.A. -, num espectacular filme cujo título original é: NORTWEST PASSAGE, baseado no livro de Kenneth Roberts e  rodado em 1940Technicolor, com um elenco de elite: Spencer Tracy, Robert Young, Walter Brennan, Ruth Hussey e outros

Com o apoio de mosquetes, pólvora e facas, a aventura na Passagem do Noroeste é um luxuoso Technicolor ®, releitura de heroísmo Guerra Franco-Indígena, onde Tracy interpreta a vida real do explorador major Robert Rogers, líder intrépido do Rangers - força célebre quie ficou conhecida por Rogers Rangers- , luta que aconteceu em uma das expedições mais difíceis na história militar dos EUA. 

O retrato de Tracy capta brilhantemente o espírito pioneiro americano, mas ele teve que reunir a sua própria vontade para executá-lo. "Não é exactamente divertido trabalhar no frio e ser chapinha na lama o dia todo", disse ele. Por 12 semanas exaustivas de filmagens, ele suportou perambulando através de pântanos, atravessando corredeiras e escalar montanhas. 

Deste épico vibrante (lançado pouco depois de Gone with the Wind), The New York Times escreveu: "Agora que o 'vento' parou despenteando seu cabelo, você pode tê-lo levantado, couro cabeludo e tudo, na Northwest Passage". 













Na Wikipédia - enciclopédia livre -, pode ler-se:
http://en.wikipedia.org/wiki/Northwest_Passage_(film)

Northwest Passage é um filme de 1940 em Technicolor, estrelado por Spencer Tracy, Robert Young, Walter Brennan, Ruth Hussey, entre outros. Ele é baseado em um romance de Kenneth Roberts intitulado Northwest Passage (1937).
Ele é definido em meados do século 18, durante a Guerra Franco-Indígena (como a Guerra dos Sete Anos na América do Norte é geralmente conhecido em os EUA). É um relato parcialmente ficcionado do St. Francis Raid, um ataque de Rangers de Rogers em São Francisco (o Odanak atual Quebec), a resolução do Abenakis, uma tribo indígena norte-americana. O objetivo do ataque é para vingar os muitos ataques contra colonos britânicos e impedir mais ataques.
O título é uma espécie de equívoco, uma vez que este filme é uma versão truncada da história original, e só no final é que vamos achar que Rogers e seus homens estão prestes a entrar em uma busca para a Passagem do Noroeste.

O filme começa no ano de 1759 com a chegada de Langdon Towne (Robert Young), em Portsmouth, New Hampshire. O filho de um cordame (corda) - fabricante e rigger navio, ele retorna da Universidade de Harvard depois de ter sido expulso por reclamar alimentos faculdade e desenhar um retrato pouco lisonjeiro do presidente da Harvard College. Apesar de desapontado, a família de Langdon cumprimenta-lo com amor, assim como Elizabeth Browne (Ruth Hussey), a filha de um clérigo observou. O pai de Elizabeth (Louis Hector) é menos de boas-vindas, no entanto, e denigre aspirações de Langdon para se tornar um pintor. Naquela noite, enquanto bebe na taberna local com o amigo Sam Livermore (Lester Matthews), Langdon faz comentários indiscretos depreciativos Wiseman Clagett (Montagu amor), o advogado do rei, eo agente indígena, Sir William Johnson, sem saber que Clagett está sentado no próximo quarto com outro oficial. Diante prisão por seus comentários, Langdon luta contra os dois homens com a ajuda de "Hunk" Marriner (Walter Brennan), um lenhador local e amigo, antes de ambos fuga para a floresta.
Como eles fogem para o oeste, Langdon e Marriner parar em uma taverna sertão de algo para beber. Lá eles encontram um homem em um uniforme verde que os trata de uma bebida chamada "Flip", que é semelhante ao rum manteiga quente, depois de ajudá-lo com um índio bêbado americano. Depois de uma noite de bebedeira, os dois homens acordam em Fort Crown Point, onde é dito que o homem que conheceu foi o Major Rogers (Spencer Tracy), o comandante do Rangers de Rogers. Precisando de habilidades cartografia de Langdon, Rogers recruta os dois homens para a sua mais recente expedição, um para destruir o inimigo Abenakis tribo e sua cidade de São Francisco até o norte.
Partindo ao anoitecer, as linhas de força de Rogers norte usando barcos de baleias no Lago Champlain. Viajar de noite, eles com sucesso fugir patrulhas fluviais pelas forças francesas, mas são forçados a enviar vários soldados de volta para o forte depois de um confronto com Mohawk escuteiros que foram demitidos por Rogers. Durante o confronto, um pó explode barril que fere um pouco de sua força. No entanto, Rogers não só envia de volta os feridos para Crown Point, mas o Mohawks desleal forneceu-lhe por Sir William Johnson (Frederick Worlock), e vários de seus homens que não obedecer às ordens para evitar um confronto com o cabelo moicano. Apesar de sua força se esgotar, o rangers mover-se em seu objetivo. Escondendo seus barcos para um retorno muito mais tarde, a força de marcha para o norte através pântano, evitando a terra seca, sempre que possível para esconder seus movimentos. Quando informado por seu Stockbridge indiano escuteiros esquerda para vigiar os barcos que os franceses capturaram os seus barcos e materiais extras, Rogers revisa seu plano e envia um oficial ferido de volta para Crown Point Fort solicitando os britânicos para enviar suprimentos para a antiga Fort Wentworth, onde os rangers retornando vai encontrá-los.
Depois de fazer uma corrente humana para atravessar um rio sem ponte, o rangers chegar St. Francis. A força de sucesso em seu ataque, incendiando as casas e cortando a Abenakis fora do retiro. Quando a batalha acabou, no entanto, o rangers encontrar apenas algumas cestas de trigo tostado com que reabastecer suas provisões diminuindo. Pior, como Marriner está à procura da aldeia destruída, ele se depara com um Langdon prostrado sofrendo de uma ferida de bala em seu abdômen. Enfrentando as forças hostis e uma longa marcha com apenas suprimentos escassos, os guardas partiu em seu curso de Wentworth, tentando iludir os franceses e os índios a persegui-los. Seu objetivo inicial é o Lago Memphremagog, com Langdon feridos na retaguarda.
Dez dias mais tarde, os homens de Rogers alcançar as colinas acima Lake Memphremagog, onde esperam encontrar comida, parando para caçar e pescar. O encontro com sinais de atividade francês, Rogers prefere insistir para Fort Wentworth uma centena de quilômetros de distância, mas os homens votar para dividir em quatro partes e se espalham em busca de caça para comer. Jogo prova assustar, porém, pior, dois dos destacamentos são emboscados pelos franceses ea maioria dos homens mortos.
Depois perseverante por condições adversas, Rogers e os restantes cinquenta homens, finalmente, chegar ao forte, apenas para encontrá-lo desocupado e em estado de abandono. O tão esperado alívio coluna britânico não chegou. Embora, pessoalmente, desesperado, Rogers tenta reunir os homens, que estão à beira do colapso. Como Rogers tenta animar seus espíritos cansados ​​com uma oração, ouvir os pífaros e tambores de abordar barcos britânicos com os suprimentos. Relatando que o Abenakis são destruídos, os britânicos os homens Rogers a honra de apresentar suas armas e gritando "Hurra". Depois de voltar a Portsmouth, Langdon se reúne com Elizabeth enquanto o Rangers de Rogers é dada uma nova missão: encontrar a Passagem do Noroeste. Roger dispara-los com um breve discurso dizendo-lhes de todas as maravilhas que eles vão ver, enquanto eles marcham em direção ao primeiro ponto de embarque, um pouco forte chamado "Detroit". Ele passa por Langdon e Elizabeth de dizer adeus, onde Elizabeth lhe informa que ela e Langdon estão indo para Londres, onde ela tem esperança de que ele vai aprender a se tornar um grande pintor. Rogers pede-lhes adeus e marcha na estrada e no pôr do sol.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

M140 - RANGERS dos U.S.A. em acção: "O resgate do Soldado Ryan"


Os RANGERS norte-americanos superiormente comandados pelo Capitão John Miller, em plena e heróica acção numa história dramática e excepcional, passada durante o dia D (ver M136) e dias seguintes, na aguerrida e mortífera 2ª Guerra Mundial.
O produtor cinematográfico Steven Spielberg teve a genial ideia de refazer em filme os factos então vividos, e relatados por um dos poucos sobreviventes da operação levada a efeito para lhe salvar a vida, que é senão o homem que deu o seu nome ao título do filme - Soldado Ryan.
Uma vez que encontrei descrições fiéis e soberbas da idealização e construção do filme em Webcine e Wikipédia, reproduzo com os devidos agradecimentos as referidas descrições:

O Resgate do Soldado Ryan
(Webcine)
Sinopse: Dia 6 de Junho de 1944, o famoso "Dia D", o Capitão John Miller (Tom Hanks) tem a missão de desembarcar na praia de Omaha e livrá-la dos alemães, para que as tropas aliadas possam usá-la como ponto de entrada para a guerra. Depois de muitas mortes, John Miller consegue tomá-la, mas não sem perder quase todo o seu pelotão, do qual só lhe restaram seis soldados : Soldado Reibben (Edward Burns), Sargento Horvath (Tom Sizemore), Soldado Caparzo (Vin Diesesl), Soldado Mellish (Adam Goldberg), Soldado Jackson (Barry Pepper) e Médico Wade (Giovanni Ribisi).
Ao mesmo tempo nos EUA – Uma secretária percebe nos papéis de baixas de guerra que o sobrenome Ryan se repetia 3 vezes, logo encaminhou a papelada ao Chefe deo Estado Maior, este lendo uma carta de Abrahan Lincon diz que vai salvar o quarto membro da família, e trazê-lo de volta, mesmo sem saber se este ainda está vivo.
A missão é entregue ao Capitão John Miller, que teria como recompensa se conseguissem resgatar o Soldado James Ryan (Matt Damon), ele e o seu pelotão, ganhar o direito de retornar à casa. Para isso Capitão John Miller recruta o Cabo Upham (Jeremy Davies), pois este era um ótimo tradutor, embora sem experiência em combate.
No caminho o pelotão começa a questionar se é justo arriscar oito vidas, para salvar apenas uma, ao que o Cap. Miller diz, que se fosse preciso isso para voltar para casa, ele o faria.
De cidade em cidade o pelotão vai passando e procurando Ryan, sem muita sorte, durante o caminho, acontecem baixas, o Soldado Carpazo e o Médico Wade morrem em lutas, essas baixas levam o pelotão a brigar entre si questionando-o se é justo o preço de uma vida.

Dias depois o pelotão encontra-se com Ryan, ele estava defendendo uma ponte (coisa preciosa numa guerra), o Capitão John Miller dá-lhe a notícia de que Ryan já perdera os 3 irmãos na guerra, e que lhe foi incubida a missão de levá-lo para casa vivo. Ryan não aceita e diz que quer continuar junto dos seus camaradas.
Depois de muito se discutir, o Capitão John Miller decide que o pelotão dele vai unir-se a outro, para emboscar os alemães que se aproximavam, o único problema é que eles contavam com pouca artilharia pesada e os inimigos, que se aproximavam, pareciam vir munidos de tanques.
Então começa a corrida contra o tempo, a única vantagem que Miller e seu pelotão têm, é de estarem no meio de uma cidade em ruínas, ele decide aproveitar essa vantagem e armar armadilhas, preparando assim uma emboscada para os alemães que se aproximavam.
Depois de armadas as armadilhas e com todos a postos, Jackson dá sinais do alto da torre, eles são em 30 a 50 e ainda dois tanques, nesse momento todos se desesperam, mas nada de desistir, todos vão para os seus lugares e a batalha começa, muitos alemães tombam perante a emboscada armada por Miller.
Mas os que sobram ainda são muito e com poder de fogo mais alto, uma MD-11 aparece no meio dos alemães e faz a diferença, Miller e seus soldados começam a recuar, Jackson morre, depois Mellish morre também e Upham com medo não fez nada para ajudá-lo. Em seguida quem tomba é o sargento Horvart, recuados para o outro lado da ponte, para que essa seja explodida Miller é baleado e não consegue detonar a ponte. Um tanque vem em sua direção, ele vai ser atropelado, quando do céu surgem bombardeiros americanos que vêm em seu resgate, logo tudo é resolvido. Mas a que preço?
Prêmios:
Óscar: Vencedor dos Prêmios de Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Montagem de Efeitos Sonoros.
Indicado aos Prêmios de Melhor Filme, Melhor Ator (Tom Hanks), Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem, Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora de Drama.
Globo de Ouro: Vencedor dos Prêmios de Melhor Filme em Drama e Melhor Diretor - Indicado aos Prêmios de Melhor Ator em Drama (Tom Hanks), Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro.
Grammy: Vencedor do Prêmio de Melhor Composição Instrumental feita para Cinema.
Dados recolhidos in site Webcine: http://www.webcine.com.br/filmessi/ryan.htm
O Resgate do Soldado Ryan
(Wikipédia)
O Resgate do Soldado Ryan é um filme norte-americano de 1998 da Paramount Pictures, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Tom Hanks no papel do capitão John Miller e Matt Damon no de soldado Ryan. Tornou-se muito falado pelas suas realistas cenas de batalha e foi inspirado numa história real.
Recebeu cinco Óscars e um Globo de Ouro. Faturou US$ 479 milhões e é uma das 50 maiores receitas de bilheteira de sempre.
A história desenrola-se durante a Segunda Guerra Mundial, começando com o desembarque das forças aliadas na Normandia no Dia D, na Praia de Omaha.

Após o ataque, descobre-se que três irmãos de Ryan morreram em combate. Ao capitão John Miller (Tom Hanks) e seus homens é designada a missão de resgatar o último filho de uma mãe destroçada, James Francis Ryan, que era parte do pelotão de paraquedistas que caiu no lugar errado, podendo estar em qualquer lugar da França. O soldado Ryan (Matt Damon) pertencia à 101ª Company do 506º Regiment.
Era um airborne, ou seja um paraquedista altamente treinado para combater, mas acima de tudo para defender pontos e objetivos estratégicos, como pontes, estradas, vilas e aldeias. A 101ª Airborne Company desempenhou um papel muito importante durante a invasão da Normandia, porque foram lançados por detrás das linhas inimigas, e conseguiram reter o avanço alemão que se dirigia para as praias. Combateram também em dezembro de 1944 nas Ardenas.
© As imagens são propriedade dos seus respectivos produtores.

domingo, 16 de agosto de 2009

M139 - Os Rangers americanos

Os Rangers americanos

A presença de Rangers americanos em território afegão foi confirmada a 20.10.2001 pelo general Richard Myers, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA.

Apenas foi divulgada até ao momento uma operação envolvendo estas forças: um ataque simultâneo a "um aeroporto no Sul do Afeganistão" e a outro objectivo "perto de Kandahar" que foi identificado como "um centro de comando e controlo taliban", "de grandes proporções", que é "um dos locais onde o mullah Omar vive". O Pentágono divulgou vídeos desta operação, alguns deles filmados através de um sistema de visão nocturna, que mostram as tropas a preparar-se para o embarque, o embarque e lançamento de pára-quedas e, depois, já no interior do complexo.

Conhecidos também pela designação de Boinas Pretas ou "Black Berets" (ainda que o Pentágono queira alargar o uso da boina preta a todo o exército, o que está a dar origem a uma onda de contestação), estes soldados orgulham-se de ser, nas suas próprias palavras, "a melhor unidade de infantaria do mundo".

O que fazem os Rangers? Em princípio, qualquer acção militar de infantaria que apresente uma particular dificuldade, aquilo a que os militares chamam "acção directa". As operações típicas incluem raids para conquistar instalações de grande importância estratégica (um aeroporto, por exemplo) através de ataques nocturnos de surpresa, acções de reconhecimento em áreas perigosas, infiltração em território inimigo (através de terra, mar ou ar), preparação de emboscadas, etc.

Os Rangers são uma unidade de infantaria ligeira, de grande mobilidade, mas que possuem limitações: a sua capacidade de fogo é relativamente limitada (nomeadamente contra blindados) e, em certas operações, precisam de fogo de apoio, que tem de ser fornecido por helicópteros de assalto ou aviões como os AC-130. Por outro lado, os soldados só transportam mantimentos para cinco dias.

As suas armas são canhões anti-tanque de 84 mm, morteiros de 60 mm, metralhadoras pesadas e ligeiras, lançadores de granadas e espingardas de precisão.

Os veículos de eleição dos Rangers são Land Rovers transformados (e eriçados de metralhadoras, à Mad Max) e motas de 250 cc.

Existe um único regimento de Rangers nos EUA (o 75th Ranger Regiment), que está dividido em três batalhões, cada um com 580 elementos, instalados em três regiões distintas (Hunter Army Airfield e Fort Benning, na Georgia; e Fort Lewis, em Washington). Cada batalhão possui três companhias, de 152 Rangers cada uma, e inclui atiradores de precisão ("snipers"). É possível que seja uma destas companhias que se encontra de momento no Afeganistão.

Os batalhões de Rangers estão preparados para partir em missão para qualquer ponto do mundo com um pré-aviso de 18 horas e uma companhia deve estar sempre de prevenção e pronta para entrar em acção no espaço de 9 horas. As missões dos Rangers tanto podem ser levadas a cabo a partir do território dos EUA, como a partir de uma base intermédia.

Os Rangers estiveram entre as primeiras forças a participar na invasão de Granada (Operação Urgent Fury), em Outubro de 1983, tendo na ocasião sido largados de pára-quedas; participaram na Operação Just Cause, no Panamá, em 1989; na Operação Desert Storm, em 1991; na Somália em 1993.

Antes de poder integrar o Regimento de Rangers dos EUA um soldado tem de se voluntariar por três vezes: da primeira vez para o Exército, da segunda vez para a Escola de Pára-Quedismo e só à terceira ganha o direito a candidatar-se aos Rangers.

Os Rangers orgulham-se da rudeza da sua formação, que dizem ser "extremamente árdua".

No sítio Internet da associação dos elementos do 75th Ranger Regiment avisa-se que "não é invulgar que ocorram mortes [durante o treino] devido à realização de exercícios com fogo real e às extremas condições ambientais usadas para reproduzir as violentas condições da guerra".

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

M138 - Operação IRENE - Homenagem a 2 "Operações Especiais - SNIPERS", Heróis dos E.U.A.


1. Na mensagem “M137” fala-se de um filme de extrema acção e violência, que resultou numas largas centenas de mortes em combate, ocorridas durante a execução de uma Operação muito especial, a que foi dado o nome de código IRENE.

O filme mais não é que uma reconstituição real, dramática e comovente, que envolveu, a Task Force RANGER que prestava serviço, integrada na força de paz da ONU, com tropas de outros países, em Mogadíscio na Somália.

Para além do filme e seus excelentes actores, regista-se aqui uma homenagem a 2 Homens, ali falecidos em combate, que receberam Medalhas de Honra.

Não pode deixar de impressionar, até os menos sensíveis, a coragem destes 2 sargentos que, conhecedores de que não tinham qualquer hipótese de saírem vivos daquele “formigueiro” inimigo, voluntariaram-se, mesmo assim, para tentar socorrer 4 camaradas, que se encontrariam eventualmente feridos, dentro de um dos 2 helicópteros “Falcões Negros”, que haviam sido derrubados pelo fogo hóstil momentos antes.

Já lá vão 16 anos sobre esta efeméride (1993), mas é caso para dizer: Ainda há Homens que, para protegerem e tentarem salvar os seus Camaradas, tudo dão até a vida se necessário…
Este sim é um valor que define os seres invulgares e supremos desta vida terrena, e estes sim é que são os Homens que merecem o rótulo de... Heróis!

Foi muita pena não terem sobrevivido. Mas, uma das negras hipóteses na Vida de um militar... que nenhum deseja mas que NENHUM deles está livre é, caso assim seja chamado pelos seus superiores aocumprimento de uma missão... morrer em combate!
Paz às suas almas!

2. Fichas e menções militares de 2 dos Heróis que receberam Medalhas de Honra, no seu país, os Estados Unidos da América:

GARY IVAN GORDON (1960-1993)



Posto, Especialidade e Unidade à data da acção: Sargento-Mor, Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos, Líder da Equipa de Snipers na “Task Force Ranger”.

Organização: Sargento-Mor do Exército dos Estados Unidos.

Lugar e data: 3 de Outubro de 1993, Mogadíscio na Somália.

Nascido em: Lincoln no Maine.

Citação: o Sargento-Mor Gordon, das Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos, distinguiu-se em acções mais do que o dever obriga, no dia 3 de Outubro de 1993, servindo como Líder de Equipa de Snipers na Task Force de RANGERS, em Mogadíscio na Somália.

A equipa de snipers do Sargento-Mor Gordon forneceu fogo de precisão a partir do helicóptero principal, durante o assalto e nos dois locais das quedas dos 2 helicópteros, enquanto submetido a fogo intenso de armas automáticas e “roquetadas” disparadas por lança-granadas do inimigo.

Quando o Sargento-Mor Gordon compreendeu que as forças de terra não foram imediatamente disponibilizadas, para assegurar a defesa do segundo local de queda, ele e outro camarada sniper, sem hesitação, pediram para ser apeados e seguirem para o local, afim de protegerem os quatro militares feridos criticamente, apesar de estarem bem cientes do número crescente de pessoal inimigo que se aproximava do sítio.

Depois do seu terceiro pedido de autorização, o Sargento-Mor Gordon recebeu a permissão de executar esta missão voluntariamente.

Quando o entulho e os fogos de terra inimigos, no sítio, causaram a abortagem da primeira tentativa, o Sargento-Mor Gordon foi deixado a cem metros a sul do local da queda. Equipado só com o seu rifle de longo alcance e uma pistola, o Sargento-Mor Gordon e o seu colega, abriram caminho sob fogo intenso do inimigo, por um labirinto denso de barracos e cabanas, para conseguir alcançar os membros da tripulação que estavam criticamente feridos.

O Sargento-Mor Gordon imediatamente alcançou o piloto e os outros membros de tripulação do helicóptero, estabelecendo um perímetro de segurança colocando-se ele e o seu colega sniper, na posição mais vulnerável. O Sargento-Mor Gordon usou o seu rifle para eliminar um número indeterminado de atacantes até ficar sem munições.

O Sargento-Mor Gordon voltou então ao aparelho caído, recuperando algumas armas e munições da tripulação. Apesar das poucas munições, ele ainda forneceu algumas ao piloto ferido. O Sargento-amor Gordon continuou segurando o perímetro e protegendo a tripulação derrubada.

Depois do seu membro de equipa ter sido fatalmente ferido e as suas próprias munições de rifle se esgotarem, o Sargento-Mor Gordon voltou novamente ao aparelho caído, recuperou um rifle com cinco carregadores de munições e deu-os ao piloto, com as palavras, 'boa sorte.'

Então, armado só com a sua pistola, o Sargento-Mor Gordon continuou a lutar até ser fatalmente ferido. As suas acções salvaram a vida do piloto.

O heroísmo extraordinário de Sargento Gordon e a sua devoção ao dever, estiveram de acordo com os padrões mais altos do serviço militar, e reflectem um grande crédito sobre a sua pessoa, a sua unidade e o Exército de Estados Unidos.


RANDALL D. SHUGHART (1958-1993)


Posto, Especialidade e Unidade à data da acção: Sargento de Primeira Classe, Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos e membro da Equipa Sniper na Task Force RANGER.

Organização: Sargento de Primeira Classe do Exército dos Estados Unidos. Lugar e data: 3 de Outubro de 1993, Mogadíscio na Somália.

Nascido em: Newville na Pensilvânia.

Citação: o Sargento de Primeira Classe, Shughart, do Exército dos Estados Unidos, distinguiu-se por acções mais do que o dever obriga no dia 3 de Outubro de 1993, servindo como Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos e Membro da Equipa Sniper, integrada na Task Force RANGER em Mogadíscio, na Somália.

O Sargento de Primeira Classe Shughart forneceu fogo de sniper de precisão do helicóptero principal, durante o assalto a um edifício e em dois locais de queda de helicópteros, enquanto submetido a intenso fogo de armas automáticas e “roquetadas” disparadas por lança-granadas.

Forneceu fogos supressivos críticos no segundo local de queda de um dos helicópteros, quando o Sargento de Primeira Classe Shughart e o seu líder de equipa compreenderam que as forças de terra não estavam imediatamente disponíveis para segurar o local.

O Sargento de Primeira Classe Shughart e o seu líder de equipa, sem hesitação, ofereceu-se para ser apeado e proteger os quatro camaradas feridos criticamente, apesar de estar bem consciente do número crescente do pessoal inimigo que se aproximava do sítio.

Depois do seu terceiro pedido para ser apeado, o Sargento de Primeira Classe Shughart e o seu líder de equipa receberam a permissão de executar esta missão voluntariamente.

Quando o entulho e os fogos de terra inimigos na zona causaram a abortagem da primeira tentativa, o Sargento Primeira Classe Shughart e o seu líder de equipa foram deixados a cem metros a sul do local da queda.

Equipado só com o seu rifle de longo alcance e uma pistola, o Sargento Primeira Classe Shughart e o seu líder de equipa, enquanto debaixo do fogo intenso do inimigo, abriram caminho por um labirinto denso de barracos e cabanas, para conseguir alcançar os membros de tripulação criticamente feridos.

O Sargento de Primeira Classe Shughart protegeu o piloto e outros membros de tripulação do avião, estabelecendo um perímetro, que o colocava a ele próprio e ao seu colega sniper na posição mais vulnerável.

O Sargento de Primeira Classe Shughart usou o seu rifle de sniper para eliminar um número indeterminado de atacantes, em volta do perímetro, protegendo a tripulação derrubada.

O Sargento de Primeira Classe Shughart continuou o seu fogo protector até que lhe acabaram as munições e fosse fatalmente ferido. As suas acções salvaram a vida do piloto.

O Sargento de Primeira Classe Shugart demonstrou heroísmo extraordinário e devoção ao dever de acordo com os padrões mais altos do serviço militar e reflectem um grande crédito sobre a sua pessoa, a sua unidade e o Exército de Estados Unidos.

Textos das Citações retirados de:

http://prweb0.voicenet.com/~lpadilla/blackhawk.html

http://www.history.army.mil/html/moh/somalia.html

sexta-feira, 31 de julho de 2009

M137 - RANGERS dos E.U.A. na Operação IRENE, em Mogadíscio - Somália

Operação militar na vida real transformada em filme espectacular.
CERCADOS ("Black Hauk Down" no título original)

O actor Josh Hartnett

CERCADOS ("Black Hauk Down" no título original)

O cinema americano tem produzido nos últimos anos filmes de inegável categoria. Nas minhas 5 décadas e picos de existência, posso afirmar que tive ocasião de apreciar algumas centenas, quem sabe milhares, deles sempre com interesse renovado. Confesso que uns tantos me agradaram de tal modo. que já os visionei repetidas vezes, quer para captar ou interpretar melhor alguns detalhes, que me haviam escapado nas primeiras vezes, quer para tornar a deliciar os olhos com cenas de raríssima beleza.

São muitas as temáticas que me agradam. Dentro dos géneros que prefiro há um que me atrai sobremodo, são aqueles que reconstituem factos históricos.

Poderia, aqui, citar algumas dezenas dos que mais me impressionaram mas, como não é esse a objectivo deste artigo, nomearia, só a título de exemplo: "O dia mais longo", "Patton", "Uma ponte longe demais", "Os heróis de Tobruk", "A batalha do rio de prata", "Hamburguer hill", "Pearl Harbor" ou o "O Resgate do Soldado Ryan".

Na minha opinião pessoal todos eles foram muito bem realizados. Como os argumentos são históricos, logo são indiscutíveis. Mas, nesta curta lista, ainda posso destacar um que, até à bem pouco tempo no meu critério selectivo, elegia como o melhor filme deste género que eu vi.

Realizado por Steven Spielberg - "O Resgate do soldado Ryan" -, demonstra, cruel e realisticamente, dois episódios que doiram as páginas da imensa história da segunda Guerra Mundial. Um é o desembarque das companhias RANGERS - nas praias da Normandia -, destacados para efectuarem a "testa de ponte", durante o decorrer do desembarque no dia D - 6 de Junho de 1944 (ver a mensagem M136).

Bem protegidos nas falésias, e em "bunkers" de betão maciço, os alemães receberam-nos com um monumental e aterrorizante vendaval de artilharia e fuzilaria, impregnando de pedaços de carne e sangue, as até então límpidas águas, dos mares da praida de Omaha.

Foram muitas horas de suplício para conquistar um ponto estratégico, que permitiria o sucesso do desembarque aliado, a quase inacessível o fatídico bico arenoso conhecida por "Point du Hoc".

O segundo, mostra como um punhado de RANGERS, que sobreviveram milagrosamente ao vendaval de chumbo e estilhaços no terrível desembarque, e que logo são designados para a execução uma missão especial que lhes saiu demasiada cara - resgatar o tal soldado Ryan.

Este ano, em Fevereiro, surgiu outro filme, realizado por Ridley Scott, que também me deslumbrou, por estranha que pareça esta coincidência - digo eu -, também ele envolvendo um esquadrão de RANGERS americanos.

Pleno de acção, de princípio a fim, com o título original "Black Hauk Down" - marca dum helicóptero de combate norte-americano -, este filme foi intitulado, em Portugal, por, "CERCADOS".

Os acontecimentos desenrolaram-se em 3 de Outubro de 1993, no sudoeste asiático, na Somália - mais precisamente em Mogadíscio -, então dominada pelo ditador Mohammed Farah-Sadid, em que uma, aparentemente, simples missão dos RANGERS americanos, se transforma num autêntico inferno. Tudo corre bem até que dois dos helicópteros (Black Hawk) são abatidos e os homens em terra ficam cercados por centenas de guerrilheiros somalis. As ordens superiores são claras e concisas: "Regressar com todos os elementos, ninguém fica para trás, morto ou vivo."

Esta batalha terrestre que, para os norte-americanos foi a mais longa desde a conclusão da Guerra do Vietname, envolveu 120 militares e o objectivo - embora alcançado -, resumiu-se a capturar dois dos principais tenentes do referido ditador.

O personagem central, um sargento RANGER (interpretado pelo actor Josh Hartnett) devido a ferimento grave do seu superior directo vê-se, de repente, no comando do seu pelotão.

Numa entrevista que o jornalista Mário Augusto lhe fez, este actor à pergunta, se lhe custou muito os treinos, com os RANGERS - que inclui uma semana de recruta a sério -, respondeu: "Foi uma semana para esquecer... muito dura... Já tinha feito outros treinos militares mas como este... !" (risos dele claro).

Falta dizer que este filme, emotivo e exuberante, foi realizado ao pormenor, com o precioso auxílio de consultores militares que participaram realmente na operação.

Pagela do filme

domingo, 26 de julho de 2009

M136 - RANGERS dos E.U.A. na Dia D - 6 de Junho de 1944 - Operação OVERLORD - 2ª Grande Guerra

2ª GUERRA MUNDIAL
06 de JUNHO de 1944
INÍCIO DA LIBERTAÇÃO DA EUROPA

TROPAS DE DIVERSOS PAÍSES ALIADOS DESEMBARCARAM EM FRANÇA

À FRENTE IAM... OS RANGERS AMERICANOS

O local escolhido para o desembarque aliado para a libertação da Europa do jugo Nazi, ou das "mãos de Adolf Hitler", foi a Praia Omaha Beach, na Normandia Francesa.


Sobre esta praia, com 5 quilómetros de extensão, começou o desembarque propriamente dito.

Às 06h30 da manhã, de 06 deJunho de 1944, uma primeira vaga de 1.455 soldados americanos, saltaram para a água, saídos de lanchas de desembarque, com a cobertura de centenas de navios de guerra, alguns dos quais despejaram centenas de granadas sobre as indestrutíveis casamatas alemãs, robustamente construídas em betão armado.


A hora sabiamente escolhida coincidiu com a maré baixa, para os homens terem pé e poderem correr para atingir eventuais protecções nas abruptas falésias.

Os "G. I's" tiveram que percorrer 300 a 400 metros... carregados de material de guerra, na tão dificultosa areia da praia, a corpo descoberto.

Na "testa de ponte" seguiam 225 RANGERS, dos 2º e 5º BATALHÕES RANGER americanos. No fim dos combates pela tomada do POINT DU HOC somente 90, dos 225 homens que participaram no ataque, ficaram em condições de prosseguir caminho.

Cerca de 80 perderam a vida e 55 ficaram feridos, para conquistar aquele pequeno pedaço de terreno, quase inacessível (o célebre e ensanguentado POINT DU HOC), na praia de Omaha Beach.




Os 2º e 5º BATALHÕES RANGER
“POINTE DU HOC”
NORMANDIA, FRANÇA
Dia D
OPERAÇÃO OVERLORD
Dia 06JUN1944

Para a Operação OVERLORD a Companhia C (Charlie) do 2º Batalhão RANGER dos E.U.A., constituiu a “Task Force B”, que mais não era que um Grupo de Reforço formado pelos 2º e 5º Batalhões Ranger.

Este Grupo de Reforço esteve temporariamente incorporado no 116º Regimento de Infantaria, da 29ª Divisão de Infantaria.

Em apoio a esta Task Force B, nesta missão, esteve uma secção de blindados "DD" da Companhia B do Batalhão Blindado 743º.

A Companhia C embarcou, para esta operação, no navio HMS “Prince Charles”, durante o dia 1 de Junho de 1944 em Weymouth, Inglaterra.

O "Dia D" ou "D-Day" (em inglês), segundo a descrição na Wikipédia foi assim:

No vocabulário militar, o “Dia D” (do inglês D-Day) é um termo usado, frequentemente, para denotar o dia em que um ataque, ou uma operação do combate devem ser iniciados.

A participação francesa na Segunda Guerra Mundial foi decisiva, porém, esquecida. A França no início da guerra foi surpreendida pelos exércitos alemães, e não conseguiu bloqueá-los nem mesmo com a ajuda inglesa. O Dia D, Le jour "J" em francês, foi o início da libertação de Paris e de toda a França.

A expressão Dia-D (D-Day) apareceu, pela primeira vez, nas ordens de batalha do Exército Norte Americano na Primeira Guerra Mundial.

Rangers-pointe-du-hoc.jpg (620×765)

A utilização de um nome em código para o dia de início de uma operação, na fase de planeamento, leva em consideração que várias medidas devem ser tomadas antes, e após o início dos combates, e que devem ser organizadas em função da data e hora precisas da operação.

Entretanto, tendo em vista que vários factores podem alterar o dia de início de qualquer operação militar, seria impossível, e até mesmo inseguro, fazer circular vários documentos contendo a data específica.

Assim o planeamento é estruturado marcando-se o Dia (D), Hora (H) e minuto (M) do começo da acção, calculando-se da seguinte forma:

O dia anterior é dia D - 1, a hora anterior é hora H - 1. O segundo dia de operação é Dia D + 1. E assim por diante.

O Dia D (Operação Overlord) mais famoso da história militar, foi 6 de Junho de 1944 - o dia em que a Batalha da Normandia começou -, iniciando a libertação do continente Europeu da ocupação Nazi, durante a Segunda Guerra Mundial.

Foi a nona operação da Segunda Guerra Mundial, com maior número de baixas - 132.000, (na operação Barbarossa - 1.582.000 mortos; em Estalinegrado - 973.000; no Cerco de Leninegrado - 900.000; em Kiev - 657.000; na Operação Bagration 1944 - 450.000; em Kursk - 325.000; em Berlim - 250.000 e na Campanha Francesa de 1940 - 185.000).

Desembarque na praia Omaha - 06 de junho de 1944.

Devido a isto, as estratégias de certas operações militares posteriores tentaram evitar utilizar o termo.

Por exemplo, a invasão de Leyte pelo Gen. MacArthur começava no "A-day" (dia A), e a invasão de Okinawa no "L-Day" (dia L). 1 de Novembro, 1945. A data proposta para a invasão do Japão, deveria ser "X-Day" (dia X). Uma segunda vaga de desembarques, em Tóquio, seria "Y-Day" (dia Y), a 1 de Março, 1945.

Senhas especiais foram divulgadas pelas rádios na véspera da investida. Tratava-se dos quatro acordes iniciais da Quinta de Beethoven, das palavras “Mickey Mouse” e o verso “Les sanglots longs des violons de l’automne blessent mon coeur d’une langueur monotone”, de Charles Baudelaire.

Consulte o artigo "O Dia D" para uma descrição dos eventos de 6 de Junho de 1944.

Fotos extraídas do site:


Composição final por MR